“A Criação”, de Joseph Haydn, será apresentada no Theatro Municipal, domingo, 9/12

Obra-prima do considerado “pai” da sinfonia e um dos mais famosos do Classicismo, oratório que conta a criação do mundo ganha interpretação da Orquestra Sinfônica da UFRJ e do Coro Brasil Ensemble, com regência de André Cardoso

Na série Domingo no Municipal, no dia 9 de dezembro, às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coro Brasil Ensemble-UFRJ apresentam um programa especial, ouvido pela última vez no Rio de Janeiro em 2012: o oratório A Criação, de Franz Joseph Haydn. O texto em inglês, que tem como base o Gênesis e traz ainda trechos do Livro de Salmos e do poema “O Paraíso Perdido”, de John Milton, conta a criação do mundo. A música é considerada uma das mais importantes e carismáticas de toda a história.

A inspiração de Haydn para compor seu primeiro oratório surgiu sob a influência dos famosos oratórios de Handel, que o compositor assistiu alguns anos antes, como O Messias. Ele o compôs em Viena entre 1796 e 1798, afirmando, ao final, ter investido tempo nele “porque queria que durasse”. Assim, A Criação acabou se tornando a obra-prima daquele que é considerado o “pai” da sinfonia e um dos principais e mais famosos (inclusive, à época) compositores do Classicismo, época de Mozart e que se encerra com Beethoven.

A obra é escrita para orquestra, coro e três solistas que interpretam os anjos Gabriel (soprano), Uriel (tenor) e Rafael (baixo) na primeira parte, e Adão (baixo) e Eva (soprano) na segunda. Michele Menezes (soprano), Licio Bruno (baixo-barítono) e Anibal Mancini (tenor) são os solistas do concerto, que tem a regência do maestro André Cardoso.

O evento encerra as comemorações dos 170 anos da Escola de Música da UFRJ durante o ano de 2018 e tem apoio cultural do Consulado da Áustria, celebrando ainda os 100 anos da República austríaca.

Serviço:

09 de dezembro de 2018 – Domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano S/N – Telefone: 2332-9191

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Rodica faz show do CD “Blues in My Blood”, na terça-feira, 19 de junho, no CCJF, no Centro

Antropóloga e pronfunda conhecedora das interfaces entre a música negra americana e brasileira, cantora se apresenta com a banda Blues Groovers, resgatando o soul, blues e o groove de Hownlin’ Wolf, John Prine, John Lewis Parker, Bill Whiters, dentre outros

 

Foto: Tim Filho

 

Na terça-feira, dia 19 de junho, o palco do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, no Centro, ficará pequeno diante da importância do resgate musical, mais precisamente no que concerne “à” história de matizes negras do blues, folk e soul. A cantora Rodica vai apresentar pérolas deste cancioneiro americano, acompanhada pela banda Blues Groovers, interpretando canções de seu último CD “Blues in my Blood”, de autores como Hownlin’ Wolf, John Prine, John Lewis Parker, Bill Whiters, J.B. Lenoir, Chris Smither, Anthony Newley e Leslie Bricusse, dentre outros. Originalmente de Boston (EUA), a cantora é uma estudiosa da música popular norte-americana e tem se destacado no cenário musical não apenas por sua pesquisa na área cultural, mas também por sua originalidade como uma intérprete de voz inconfundível.  Além de ser cantora, ela também é antropóloga, o que se reflete na natureza de suas pesquisas; ela está sempre atenta para os contextos nos quais surgem as diversas expressões musicais.

Foto: Cecília Pederzoli

O repertório do show e do CD “Blues in my Blood” nos remete a uma jornada que revela as várias ramificações do blues, no seu diálogo com outros gêneros musicais como o jazz, o country, folk e soul.  Mostra também a riqueza da tradicão do blues, que consegue interagir com outras vertentes sem, no entanto, perder suas origens. No CD, Rodica reuniu um time respeitável de músicos brasileiros para acompanhá-lá num rico e instigante repertório.  O álbum contou com diversas participações especiais – como os integrantes do Julio Bittencourt Trio, o cantor e percussionista mineiro Sérgio Pererê e o cantor carioca Ricardo Werther.

RODICA

Foto: Guarim de Lorena

A partir de 2001, Rodica formou duas bandas em Belo Horizonte e iniciou um trabalho que tinha como objetivo principal demonstrar as várias manifestações da música afro-americana, desde os spirituals e canções de trabalho, chegando ao blues e ao jazz.  Tem se apresentado regularmente em casas de shows e teatros de Belo Horizonte e do interior de Minas Gerais, no circuito SESC de São Paulo e participado de importantes eventos e festivais do gênero. Vale destacar a participação da cantora nos seguintes festivais: Festival de Jazz (Governador Valadares – MG – 2005 & 2015), Festival de Blues de Ibitipoca, MG (2006 & 2009), Festival de Blues e Jazz (Campos, RJ – 2007), Festival “Tudo é Jazz” (Ouro Preto, MG – 2008), SESC Blues & Jazz Festival (Barra Mansa, RJ – 2009), Festival de Jazz & Blues de Shopping Barra Garden (RJ, RJ – 2010), Savassi Festival de Jazz (Belo Horizonte, MG – 2010), Festival de Inverno de Itabira (Itabira, MG – 2010), Festival de Inverno de Perdões, MG (2010), Penedo Blues Festival (Penedo, RJ – 2010 & 2011), 1 Pensador Blues Festival (Curitiba, Paraná – 2010), Canoa Blues Festival (Canoa Quebrada, Ceará – 2013), Petrópolis Jazz & Blues Festival (Petrópolis, RJ – 2013).

Em agosto de 2009, Rodica mudou-se para o Rio de Janeiro, onde tem conseguido ampliar seu leque de parcerias musicais e dar continuidade aos seus trabalhos.  Atualmente trabalha com Julio Bittencourt Trio (SP) e Blues Groovers (RJ) em dois formatos de show bem distintos.

Nos últimos anos, a intensificação de seus estudos sobre as interfaces entre a música negra norte-americana e a música brasileira tem promovido, naturalmente, uma mudança importante na carreira musical da artista.  Há seis anos, em parceria com o cantor e compositor Sérgio Pererê (MG), Rodica vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa que relaciona a música de matriz negra produzida no Brasil, em suas múltiplas manifestações, com as canções dos trabalhadores/as afro-americanos/as do início de século XX. Um dos frutos desta pesquisa é a criação do show “Rosário de Peixes: Um Encontro inusitado entre o blues de raiz e a música afro-brasileira”, que teve sua estréia no Palácio das Artes- Sala Juvenal Dias em junho de 2007 (BH/MG). Foi também uma das atrações da 7° Edição do Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz 2008, quando teve a participação especial do violonista e compositor Gilvan de Oliveira.

Em julho de 2009, Rodica lançou seu primeiro disco, o CD “Do Mississipi ao São Francisco”, que apresentou ao público os resultados de sua pesquisa desenvolvida ao longo destes anos.  O CD apresenta canções de sua autoria e parceiros, além de canções tradicionais afro-americanas chamadas de “spirituals”, a expressão mais originária do blues. Este álbum conta com participações especiais do gaitista e cantor paulista Vasco Faé, do cantor e percussionista Sérgio Pererê e da cantora Titane, ambos artistas  de Minas Gerais.

No Rio de Janeiro Rodica firmou parceria com o Blues Groovers e partiu para uma nova frente de trabalho, que teve como resultado seu segundo CD: “Blues in my Blood”, lançado em 2012.

Serviço:

19 de junho, terça-feira – Rodica faz show de relançamento do CD “Blues in my blood” no CCJF
Hora: 19 horas
Ingresso: R$ 40,00 (R$ 20,00 - meia legal)
Faixa Etária: Livre

Endereço: Avenida Rio Branco, 241 - Cinelândia
Tel.: 3261-2550
(Bilheteria aberta no dia do show, a partir das 16 horas.)
Aceita dinheiro e cartão de débito no dia do show, na bilheteria.


site: www.rodica.com.br 

www.myspace.com/rodicablues

 

Fábio Cezanne
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Com “Quero Querer”, Lica Cecato comemora quatro décadas na música com show exclusivo no teatro Sérgio Porto no Rio de Janeiro.

Gravado com o arranjador e multi-instrumentista Paulo Calasans, a cantora e compositora recebe em três canções a italiana Mariella Nava, Zeca Baleiro e Zélia Duncan.

QUERO QUERER, LICA CECATO

Foto: Roberto Cecato

            O marco para a contagem dos 40 anos de carreira comemorados agora no álbum “Quero Querer” é pragmático. O momento, na Itália, em 1978, no qual a música se transformou no ganha-pão daquela jovem paulistana que chegara à terra de seus ancestrais a fim de estudar desenho.

            Quatro décadas depois, uma dezena de CDs lançados, shows pelo mundo afora e encontros nos estúdios e nos palcos com um verdadeiro quem é quem da música contemporânea, Lica celebra esse trajeto de forma direta e orgânica. “Quero querer” reúne parte do que ela criou nos últimos anos  e  ainda a regravação de uma de suas primeiras composições, “Amor adolescente”, samba-canção escrito na adolescência e  desde então sempre pedido pelos instrumentistas com quem tem trabalhado. Tudo registrado no aconchegante estúdio que ela mantém no Rio, ao lado de um companheiro de tantas viagens musicais, o homem-banda Paulo Calasans.

Foto: divulgação

            Em três canções, convidados especiais se juntam para duetos. Zeca Baleiro, que Lica conheceu abrindo um concerto dele na Città della Musica, em Roma, está  na faixa-título e de abertura do disco. Já “Voglio volere” (a versão em italiano de “Quero querer” que volta no fim do CD como bônus) conta com a voz de Mariella Nava, cantora e compositora conhecida no Brasil pelo sucesso “Per amore”. Enquanto Zélia Duncan participa de “Choro sentido”.

            Ainda sobre Calasans, que também assina arranjos, produção musical e gravação (e é o autor da sinuosa e cheia de bossa melodia de “Até você”), o tecladista está, de alguma forma, ligado à história da artista antes mesmo de ambos terem noção disso. Certo dia, jogando conversa dentro, descobriram que seus pais, então crianças e prodígios, tinham tocado juntos no orquestra do coreto dirigido em Jundiaí pelo avô paterno de Lica, Rizzieri Ceccato.

            Se a música sempre esteve presente na vida dessa filha de um saxofonista e neta de um maestro, o retrato completo da artista revela uma  mulher de perfil renascentista,  igualmente atuante e talentosa como designer, escritora, fotógrafa e artista plástica. Não por acaso, como que fechando um ciclo, a capa de “Quero querer” utiliza o desenho-pintura “Danjoo”, de uma recente série de trabalhos nos quais ela usa a técnica japonesa Katagami.

            Mas, essa profunda imersão na cultura do Japão é outra das muitas histórias de Lica Cecato. Agora, a hora é das 12 canções de “Quero querer” –  e ainda a faixa-bônus, “Voglio volere”, versão em italiano da que abre e dá título ao disco -, num leque que se abre em samba, choro, balada, funk-jazz, bossa, toada e rumba. Diversidade embalada pelo sotaque musical visceralmente brasileiro dessa cidadã do mundo. Bossa do século XXI.

Outras histórias

            Recém-estabelecida na Itália como cantora e violonista, Lica Cecato viveu a proeza de abrir um concerto do lendário jazzman Sun Ra (EUA, 1914-1993), então liderando sua Arkestra, o revolucionário grupo que fundiu jazz, psicodelismo e world music.  Este foi um dos muitos encontros musicais de Lica nessas quatro décadas, incluindo também participações em eventos e festivais ao lado do grupo de jazz de vanguarda Art Ensemble of Chicago e de pianistas e compositores de jazz como o canadense Paul Bley e o cubano Omar Sosa.

        Nos discos autorais que lançou, os três últimos também editados no Brasil. “Pimenta rosa” (2005), “Copacabana” (2009) e “Gingabytes” (2010) , Lica tem trocado figurinhas com alguns dos principais instrumentistas contemporâneos. Gente como os guitarristas/violonistas Romero Lubambo (com quem dividiu, em 2006, o álbum “Live in Europe), Hélio Delmiro, Heitor TP  e Vernon Reid (este, do grupo Living Colour); os baixistas Richard Bona, John Patitucci,  Celso Pixinga, Marcelo Mariano e Arthur Maia; os bateristas Carlos Bala, Will Calhoum (outro do Living Colour) e Rodney Holmes; os tecladistas Paulo Calasans e José Lourenço; o percussionista Armando Marçal;  e o trompetista Jessé Sadoc.

            Marcando presença também nas artes plásticas e na literatura, Lica tem a paixão pelo Japão como um dos motores desse trânsito constante entre atividades artísticas. Imersão profunda que a levou a estudar o idioma, que, hoje, fala, lê e escreve. Parte dessa experiência é relatada pela própria no livro “Mais outra” (Giostri Editora, 2014). Um delicioso diário de bordo de uma de suas viagens ao país, entremeado com breves perfis de alguns dos muitos amigos-gurus que encontrou através da vida.                                       

Antônio Carlos Miguel (jornalista especializado em música desde meados dos anos 1970, é membro votante do Grammy Latino e do conselho do Prêmio da Música Brasileira)

Serviço Show:

Voz e violão: Lica Cecato
Direção Musical, Teclados e Arranjo: Paulo Calasans
Participação especial (violão, gaita e vocal): Alexandre Cecato

DIA: 21 de Abril
Horário: 20:30h
Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto
Endereço: Rua Humaitá, 162  -  Humaitá RJ
Telefone: (21) 2266-0896

Classificação: livre

Ingressos somente no dia: não haverá venda online
Realização: Amalia Tarallo, Lica Cecato e Prefeitura do Rio de Janeiro

www.licacecato.com

Ficha Técnica do CD:

Lica Cecato voz, composição Paulo Calasans arranjo, produção musical, gravação, composição (Até você) 
Mariella Nava , Zeca Baleiro e Zélia Duncan participações especiais.
Lica Cecato e Amalia Tarallo produção executiva
Todas as composições e letras de Lica Cecato, com exceção de Até você (música Paulo Calasans e letra Lica Cecato) e Voglio Volere (música Lica Cecato e letra de Lica Cecato, Donatella Castellani, Marino Cancellari)
Renato Bologna mixagem e masterização 
François Acquirolli, Roberto Cecato, Tatsuhiko Doi, Reto Güntli, Marcos Hermes, Paulo Jabur, Marco Rodrigues, Ayako Takaishi, Jean Marc Volta, Bob Wolfenson fotografias
Roberto Cecato foto no texto de apresentação
Lica Cecato ilustrações 
Gerson Costa design
Antonio Carlos Miguel texto do encarte, release

Joyce Cândido comemora 10 anos de carreira com show inédito no Theatro Net Rio

Cantora e compositora apresenta músicas dos cinco álbuns lançados na última década e traz convidados especiais que fazem parte da sua trajetória artística, como Badi Assad, Rildo Hora, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus, dentre outros

Foto: Cris Gomes

No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD. A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show. Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.

 

Foto: Tuna Mayer

No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD. A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show. Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.

Trajetória

Foto: Tuna Mayer

Joyce Cândido vem ganhando prestígio no cenário das cantoras da nova geração. Lançou seu primeiro álbum, Panapaná, em 2006, em Londrina. Em seguida, muda-se para Nova Iorque, onde reside por três anos, estudando na Broadway Dance Center e cantando no circuito de bares novaiorquinos. Em 2010, ganhou o prêmio Press Award 2010 como Melhor Cantora Brasileira nos EUA, retornando ao Brasil no ano seguinte, lançando, pela Biscoito Fino, “O bom e velho samba novo”, produzido por Alceu Maia. O show de lançamento do CD teve direção de Bibi Ferreira.

Na cidade maravilhosa, sua carreira artística ganhou respaldo de Chico Buarque, quem a indicou para a Biscoito Fino; Beth Carvalho e Milton Nascimento, que prestigiaram seus shows; Toquinho, que a convida para seu show de 50 anos de carreira; Jorge Aragão, que a convida para a gravação de seu Sambabook; Bibi Ferreira, sua diretora e amiga; Marília Pêra, Zezé Motta, João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, que participam de seus shows, entre outros tantos artistas que Joyce vem conquistando amizade, respeito e admiração.

Foto: Roberto Pontes

Em 2013, o álbum “O bom e velho samba novo” ganhou versão DVD ao vivo, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus. Em 2015, lançou o EP ” O que sinto”, também pela Warner. Em 2017, Joyce estreou o espetáculo “Imaginidade”, lançando CD homônimo, seu quinto álbum, produzido de forma independente ao lado do compositor Léo Bento. Além disso, estreou o show  “Fino trato”,  no Circo Voador.

Joyce tem se apresentado em mundo afora: Midem (Cannes), Womex (Budapeste e Santiago de Compostela); projeto Novas Vozes do Brasil (Espanha); shows pela Alemanha, Itália, Portugal, França, República Tcheca, Hungria, Holanda e Canadá. Em 2017, foi convidada a ir ao Japão, pela primeira vez, onde recebeu o prêmio como Embaixadora da Música Brasileira no Mundo, Focus Brasil – Press Award.

Aos 34 anos, a cantora celebra dez anos de carreira, contando a partir do lançamento de seu primeiro CD. Sua a vida musical, porém, começou cedo, na pequena cidade do interior de São Paulo, Maracaí, onde iniciou seus estudos, tocando piano. Formou-se no Conservatório Carlos Gomes de Marília, (SP) e fez Faculdade de Música em Londrina, PR.

Serviço: 

Show Joyce Cândido 10 anos de carreira 
Local: Theatro Net Rio
Data : 12 de dezembro de 2017, terça-feira
Horário : 21h00
Lista amiga : producao@joycecandido.com
Ingressos: R$80,00 (plateia); R$60,00 (balcão)

Clientes NET e lista amiga pagam meia

Informações: (21) 2147-8060
Endereço:  Rua Siqueira Campos, 143 
Copacabana, Rio de Janeiro
Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa 
em Cultura e Arte
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Brasil Caipira (02/09/2017)

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Foto: Antonio Augusto/Acervo/Câmara dos Deputados

Luiz Rocha recebe convidados para um dedo de prosa e muita cantoria, além de deputados comentando assuntos e projetos de interesse do povo do campo

 

DEPUTADOS CONVIDADOS:

Bohn Gass (PT-RS); Izalci Lucas (PSDB-DF) e Remídio Monai (PR-RR).

DUPLAS E CANÇÕES:

Índio Cachoeira e Santaém - Dupla de São Paulo, com vários sucessos conhecidos em todo território nacional. Primeira participação no Brasil Caipira.

A Volta do Roceiro (Alziro Russani / Santarém)
Festa de Violeiro (Índio Cachoeira)
Peixe Fora D’água(Izaias / Advaldo)

 

 

Marcelo Silva e Walison Viola - Dupla do estado de Rondônia, formada por dois cantadores simples, cantam muito bem, mas ainda não vivem da arte de cantadores. Primeira participação no Brasil Caipira.

Primeira Cartilha (Ademar Braga / Tião do Carro)
Casinha Velha (Cacique /Ademar Braga)
Herança do Tempo (João Miranda / Tony Gomide)

 

 

Galvan e Galvãozinho - Dupla goiana, com mais de 50 anos de carreira, uma das mais tradicionais do Brasil. Verdadeiros representantes da cultura de Goiás.

Encontro de amor (Galvan)
Retorno do abismo (Galvãozinho)
20 de Setembro (Josué Francisco / Galvãozinho)

 
Direção, Produção e Apresentação – Luiz Rocha

Júlia Vargas é destaque no Aplauso deste sábado

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Foto: Marcos Hermes / Arte: Rebeca Brack

A cantora fluminense, apontada como uma das maiores promessas da MPB, fala da carreira e da geração de novos compositores a quem ela deu voz no CD Pop Banana

A cantora fluminense Júlia Vargas estará no Aplauso deste sábado. Apontada por artistas como Milton Nascimento e Ivan Lins como uma das maiores promessas da Música Popular Brasileira, a moça de voz quente e potente vai falar da carreira e da geração de novos compositores a quem ela deu voz no CD Pop Banana – álbum que teve participações especiais de Ney Matogrosso e Pedro Luís.

Ao longo do álbum, Júlia Vargas alterna composições de jovens criadores cariocas e releituras dos consagrados Jorge Mautner, João Bosco e Tom Zé.

Apresentação e Direção – Carmen Delpino
Produção – Caio Guedes

Histórias do samba na voz poderosa de Juliana Ribeiro

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Foto: Sidney Rocharte

Confira no Palco Brasil desta semana o compacto do show que a cantora, compositora e historiadora apresentou na Caixa Cultural Brasília, em julho passado

Cantora, compositora e historiadora, a baiana Juliana Ribeiro fez o público brasiliense sorrir e sambar com suas histórias e seu rico repertório, formado por lundus, maxixes, sembas angolanos, batuques e muito samba de roda.

Rádio Câmara gravou a apresentação da artista na Caixa Cultural Brasília, em julho passado, e apresenta um compacto no Palco Brasil.

Produção – Caio Guedes
Captação de áudio e trabalhos técnicos – Ribamar de Carvalho
Edição e Apresentação – Mônica Montenegro

O samba destemido de Alessandra Terribili

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Foto: divulgação

Cantora de sorriso largo e inspiração fértil, Alessandra Terribili é a convidada do Paralelo 15 desta semana

Nascida em São Paulo e radicada em Brasília depois de uma temporada em Porto Alegre, a artista falou sobre seu EP Curto Pavio, além dos diversos projetos que ela tem em parceria com músicos de alto quilate, como Pedro Vasconcellos, Marcus Moraes e Manassés de Sousa.

Produção, edição e apresentação – Mônica Montenegro

A doçura da voz de Antônia Adnet

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/radio/materias/PALCO-BRASIL/538546-A-DOCURA-DA-VOZ-DE-ANTONIA-ADNET.html?utm_campaign=boletim&utm_source=radio&utm_medium=email
Foto: Alexandre Sant’Anna

A carioca encantou o público que foi ao teatro da Caixa Cultural Brasília em junho passado e você confere um compacto do show nesta edição do Palco Brasil

A doçura da voz de Antônia Adnet encantou o público que foi ao teatro da Caixa Cultural Brasília em junho passado.

A carioca apresentou um repertório formado por composições autorais, mescladas com clássicos do samba e da bossa nova.

Rádio Câmara gravou o show com exclusividade e apresenta um compacto nesta edição do Palco Brasil.

Produção – Lucélia Cristina
Captação de áudio e trabalhos técnicos – Ribamar de Carvalho
Edição e Apresentação – Mônica Montenegro

Álbum “+ Misturado”, de Mart’nália, é destaque no Aplauso desta semana

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/radio/materias/APLAUSO/538415-ALBUM-%E2%80%9C+-MISTURADO%E2%80%9D,-DE-MART%E2%80%99NALIA,-E-DESTAQUE-NO-APLAUSO-DESTA-SEMANA.html?utm_campaign=boletim&utm_source=radio&utm_medium=email

Mart’nália foi finalista do Prêmio da Música Brasileira 2017, na categoria Cantora de Samba, com o CD “+ Misturado”. Esse álbum é o assunto do programa deste sábado

Em “+ Misturado”, músicas inéditas aparecem intercaladas com releituras de canções de compositores que foram importantes na formação musical da filha de Martinho da Vila, caso de Caetano Veloso (Tempo de Estio), Gilberto Gil (Estrela) e Djavan (Linha do Equador).

Mart’nália separou, também, algumas gratas surpresas como uma canção inédita de Geraldo Azevedo e Capinam (Se Você Disser Adeus) e um partido alto composto por Teresa Cristina em parceria com o jovem compositor carioca Mosquito (Ouvi Dizer).

A cantora também se atira no repertório melancólico de Lupicínio Rodrigues, num medley das pérolas “Ela Disse-me Assim” e “Loucura”.

Apresentação e Direção – Carmen Delpino
Produção – Caio Guedes