Duo Santoro faz o concerto de estreia da programação #saladigital da Sala Cecília Meireles, sábado, dia 1/8

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Foto: Stefano Aguiar

Uma das mais tradicionais salas de concertos de país, reconhecida por sua acústica impecável, a Sala Cecília Meireles retoma sua consagrada agenda de concertos, tão aguardada desde a interrupção das atividades por conta do novo corona vírus, estreando a programação #saladigital. Inicialmente sem a presença de público, os concertos serão veiculados no canal no YouTube da instituição, assim como divulgados em todas as suas mídias sociais (Facebook, Instagram e Twitter). Para garantir a segurança dos músicos, técnicos e funcionários, a Sala Cecília Meireles seguirá o Protocolo de Segurança Sanitária da FUNARJ. Abrindo a Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom, no sábado, dia 1 de agosto, às 12h, o prestigiado Duo Santoro fará a estreia também com transmissão ao vivo pela Rádio MEC FM (93,3) – através do programa Blim-Blem-Blom, com apresentação de Tim Rescala e Betina Fonseca. A apresentação poderá ser assistida através do site https://radios.ebc.com.br/mecfmrio.

Sem a presença de público, mas com transmissão ao vivo, às 12h, pelo YouTube da Sala e pela Rádio MEC FM (93,3), no programa Blim-Blem-Blom, gêmeos violoncelistas reunirão, no mesmo palco, o patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, seus filhos violinistas Marcela e Pedro, e a percussionista Ana Letícia Barros

Família Santoro

Os irmãos Paulo e Ricardo Santoro subirão ao palco, inicialmente, para executar obras escritas exclusivamente para o duo: “Sandrino no Choro” (Adriano Giffoni), “A bênção Sandrino” (Leandro Braga), e “Cantiga Pedro e Marcela” (Dimitri Cervo). Em seguida, Paulo Santoro e Marcela, sua filha de seis anos, ao violino, apresentam “Andantino”, de S. Suzuki. Pedro, de sete anos, filho de Ricardo Santoro e também violinista, sobe ao palco junto com pai para tocar “Bourrée”, de G. F. Handel. A reunião familiar se estende em consagração com a participação do patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, que, ao lado dos violoncelistas Paulo e Ricardo, apresentam “Sarabanda da Sexta Suíte para violoncelo”, de Bach. A percussionista Ana Letícia Barros, mãe de Marcela e esposa de Paulo Santoro, se junta aos gêmeos na última parte do concerto e, reunidos, promovem uma requintada releitura de inesquecíveis obras populares: “Tico-tico no fubá” (Zequinha de Abreu), “O Trenzinho do Caipira” (Heitor Villa-Lobos) e “Brasileirinho” (Waldir Azevedo).

Ao longo de toda a programação #saladigital, serão arrecadadas doações para o Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos do Rio de Janeiro, SATED-RJ, que auxilia profissionais de teatro e música duramente atingidos pela interrupção de concertos, óperas e peças teatrais durante a pandemia.

Duo Santoro

Foto: Stefano Aguiar

Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada. Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país e também no Carnegie Hall de Nova York, na Argentina e na República Dominicana. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como Edino Krieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Tim Rescala, André Mehmari, entre outros.

Em 2013, lançaram seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, e em 2017, lançaram o segundo CD, “Paisagens Cariocas”, sendo eleito um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” pela Revista Bravo! de São Paulo. Em 2018, gravaram o CD “Retratos de Brasil en Córdoba”, como solistas da Orquesta Académica del Teatro del Libertador.

SERVIÇO:

1/8, sábado – Duo Santoro faz concerto de estreia da programação #saladigital da Sala Cecília Meireles

Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom

Horário: 12h

*Transmissão ao vivo

Sala Cecília Meireles

Transmissão pelo YouTube – https://www.youtube.com/c/SalaCecíliaMeireles/

Rádio MEC FM – (93,3) – Programa Blim-Blem-Blom

Site – https://radios.ebc.com.br/mecfmrio

Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos)

Duo Santorinho (Pedro e Marcela Santoro, violinos)

Sandrino Santoro, contrabaixo

Ana Letícia Barros, percussão

Tim Rescala e Betina Fonseca, apresentadores

PROGRAMA

Adriano Giffoni                                 –                      Sandrino no Choro

Leandro Braga                                   –                      A Bênção Sandrino

Dimitri Cervo                                     –                      Cantiga Pedro e                                                                                           Marcela

S. Susuki                                            –                      Andantino

G. F. Haendel                                    –                       Bourrée

J.S. Bach                                            –                      Sarabanda da                                                                                           Sexta Suíte

Zequinha De Abreu                           –                      Tico-Tico no Fubá

Heitor Villa-Lobos                             –                      O Trenzinho do                                                                                           Caipira

Waldir Azevedo                                –                      Brasileirinho

Fábio CezanneCezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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“A Criação”, de Joseph Haydn, será apresentada no Theatro Municipal, domingo, 9/12

Obra-prima do considerado “pai” da sinfonia e um dos mais famosos do Classicismo, oratório que conta a criação do mundo ganha interpretação da Orquestra Sinfônica da UFRJ e do Coro Brasil Ensemble, com regência de André Cardoso

Na série Domingo no Municipal, no dia 9 de dezembro, às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coro Brasil Ensemble-UFRJ apresentam um programa especial, ouvido pela última vez no Rio de Janeiro em 2012: o oratório A Criação, de Franz Joseph Haydn. O texto em inglês, que tem como base o Gênesis e traz ainda trechos do Livro de Salmos e do poema “O Paraíso Perdido”, de John Milton, conta a criação do mundo. A música é considerada uma das mais importantes e carismáticas de toda a história.

A inspiração de Haydn para compor seu primeiro oratório surgiu sob a influência dos famosos oratórios de Handel, que o compositor assistiu alguns anos antes, como O Messias. Ele o compôs em Viena entre 1796 e 1798, afirmando, ao final, ter investido tempo nele “porque queria que durasse”. Assim, A Criação acabou se tornando a obra-prima daquele que é considerado o “pai” da sinfonia e um dos principais e mais famosos (inclusive, à época) compositores do Classicismo, época de Mozart e que se encerra com Beethoven.

A obra é escrita para orquestra, coro e três solistas que interpretam os anjos Gabriel (soprano), Uriel (tenor) e Rafael (baixo) na primeira parte, e Adão (baixo) e Eva (soprano) na segunda. Michele Menezes (soprano), Licio Bruno (baixo-barítono) e Anibal Mancini (tenor) são os solistas do concerto, que tem a regência do maestro André Cardoso.

O evento encerra as comemorações dos 170 anos da Escola de Música da UFRJ durante o ano de 2018 e tem apoio cultural do Consulado da Áustria, celebrando ainda os 100 anos da República austríaca.

Serviço:

09 de dezembro de 2018 – Domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano S/N – Telefone: 2332-9191

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Prelúdio 21 promove concerto gratuito neste sábado, 24/11, na Cinelândia

O grupo de compositores Prelúdio 21 retorna ao palco do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, neste sábado, dia 24 de novembro, às 15h, desta vez para apresentar o programa Federal com o programa “De Volta às Origens”. Nele, cada obra é apresentada por músicos diferentes, em diversas formações instrumentais. O grupo é composto pelos compositores Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro. O concerto também será dedicado à memória de Sergio Roberto de Oliveira.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

24 de novembro, sábado – Prelúdio 21 – Concerto “De volta às origens”

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Intermitências IV | J. Orlando Alves

Piano: Ingrid Barancoski

Peça para flauta e piano | Sergio Roberto de Oliveira

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

As Quatro Estações | Marcos Lucas

Scherzo Trio

Piano: Ingrid barancoski

Flauta: Erick Soares

Viola: Jessé Máximo Pereira

Les nourritures terrestres | Caio Senna

Piano: Caio Senna

Orquídea | Alexandre Schubert

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

Passos | Neder Nassaro

Vídeo-música

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Piano e trio de cordas levam peças de Mozart e Schumann à série de Concertos 2018 na Casa Firjan na quinta, 8 de novembro

Especialmente reunido para esse concerto, o quarteto tem Jean Louis Steurman (piano), Felipe Prazeres (violino), Marco Catto (viola) e Marcus Ribeiro (violoncelo)

Felipe Prazeres

 É o terceiro dos cinco concertos da programação musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

Duas preciosidades da música de câmara estão no programa deste terceiro

concerto da programação musical 2018 da Casa Firjan. O Quarteto n°1 para Cordas e Piano de Mozart (1756–179) e o Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47, de Robert Schumann (1810–1856), escritos para piano e trio de cordas, ganham a interpretação de

Jean Louis Steuerman

um grupo especialmente formado para a ocasião. Ao piano, Jean Louis Steuerman, u

m dos brasileiros mais conhecidos e festejados na música clássica; o violino fica a cargo de Felipe Prazeres, a viola com Marcos Catto e o violoncelo com Marcus Ribeiro, três jovens expoentes

das estantes cariocas.

O concerto, na quinta, 8 de novembro, 19h30, é o terceiro da programação 2018 da Casa Firjan, que tem curadoria de João Guilherme Ripper. Os ingressos

Marcus Ribeiro

custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada).

“O quarteto de Schumann é talvez um dos maios belas da música. De toda a música”, declara Steuerman. “É emoção profunda, uma floresta magnífica de sons. E Mozart é uma espécie de paraíso, que na maturidade a gente compreende melhor”.

Já a peça de Mozart pede fôlego às cordas. Felipe Prazeres, que além de violinista é regente da Petrobras Sinfônica e diretor musical da orquestra Johann Sebastian Rio, considera a obra de Mozart uma das mais desafiadoras para seu instrumento:

Marco Catto

“A precisão é absolutamente necessária para alcançar a grandiosidade de Mozart”, avalia. “Mas as duas peças são extraordinárias na beleza”.

Jean Louis, responsável pela reunião dos músicos para o concerto do dia 8,  define o sentimento do evento de câmara: “Somos muito amigos. E ali, seremos quatro amigos tocando para outros amigos”.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos.

 

Quinta - 1/11 – 19h30
Piano: Jean Louis Steuerman; Violino: Felipe Prazeres; Viola: Marco Catto;
Violoncelo: Marcus Ribeiro

 

Programa:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Quarteto nº 1 para piano e cordas
-Allegro / -Andante Rondo (Allegro)

Robert Schumann (1810 – 1856)
Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47
- Sostenuto assai – Allegro ma non tropo / - Scherzo: molto vivace
- Andante cantábile -- Vivace


SERVIÇO
Data: 8/11, quinta-feira
Horário: 19h30 

Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no estado do Rio)

4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan
PROGRAMAÇÃO 2018:

13/9 – Cristian Budu (piano)
18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

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Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado

Casa Firjan

com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

Mais informações
Firjan – Assessoria de Imprensa
(21) 2563-4577
imprensa@firjan.com.br
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Prelúdio 21 convida a pianista Lúcia Barrenechea e o violoncelista Hugo Pilger, neste sábado, 29/09, na Cinelândia, com entrada gratuita

O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe, neste mês de setembro, o duo composto pela pianista Lúcia Barrenechea e o violoncelista Hugo Pilger. Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música de câmera contemporânea. Em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, o concerto com entrada gratuita será neste sábado, dia 29 de setembro, às 15h. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês.

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

 

SERVIÇO:

29/09 – sábado – Prelúdio 21 convida Lucia Barrenechea e Hugo Pilger
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre

 

 

Programa:

Águas-vivas | Caio Senna

Imagens | Alexandre Schubert

Introspecções II | J. Orlando Alves

Pares | Sergio Roberto de Oliveira

Escrito no Vento, Escrito na Pedra | Marcos Lucas

Aglomeração | Neder Nassaro

 

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O pianista Cristian Budu abre, dia 13 de setembro, série de Concertos na Casa Firjan

Cinco concertos integram a programação musical do novo centro de inovação e empreeededorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

Aos 30 anos, estrela em ascensão, o paulista vencedor do Concurso Clara Haskil 2013 leva obras de Schumann e Chopin ao novo espaço

Em 2013, quando venceu um dos mais prestigiosos

© Kate L Photography | www.kateLphotography.com

concursos de piano no mundo – o Clara Haskil, na Suiça -, Cristian Budu perdeu o anúncio dos classificados para a finalíssima, que ele venceria em seguida. Tinha ido jantar com a família, convencido de que não havia chance de ganhar. Cinco anos depois, morando na ponte Brasil-Alemanha e com a agenda repleta, ele já se estabeleceu como umd os brasileiros mais talentosos da nova geração.

Budu abre a temporada de concertos na Casa Firjan – nova série e também novo espaço para a música no Rio – na quinta-feira, dia 13, às 19h30Este primeiro concerto, excepcionalmente, terá entrada gratuita, com inscrições pelo site www.firjan.com.br/casafirjan. Nos seguintes, os ingressos serão populares (R$ 10). A série tem programados mais quatro concertos até o fim do ano, com a curadoria do compositor João Guilherme Ripper.

 

Cristian Budu

Nascido em Diadema, São Paulo, filho de romenos,Cristian Budu revelou muito cedo seu talento, tocando Beethoven de ouvido no piano que o pai dedilhava. Aperfeiçoou-se na USP, com Eduardo Monteiro, e foi bolsista laureado no New England Conservatory, em Boston (para onde retornou para o programa Artist Diploma). Ganhou diversos concursos nacionais (Prelúdio, concurso Nelson Freire) e projetou-se internacionalmente ao vencer o prestigiosíssimo Concurso Clara Haskil, na Suíça – o único brasileiro vencedor na história da competição, que laureou nomes como Richard Goode, Christoph Eschenbach, Mitsuko Uchida e Evgeni Korolyov. Detalhe: o Clara Haskil premia apenas um concorrente – às vezes, nenhum. Budu recebeu ainda dois prêmios nessa edição, incluindo o do público.

Desde a estada em Boston, Cristian se dedica também a saraus em residências, numa forma de reunir músicos para tocar em pequenos grupos. A partir dessa experiência, criou no Brasil o projeto Pianosofia, que congrega músicos em ensaios coletivos para fazer música de câmera nas residências.  “Fazer música de câmera é uma alegria para o ouvinte e mais ainda para o músico, que passa a tocar e ao mesmo tempo ouvir em sintonia fina com o putro músico. E acordamos muitos pianos mudos nas casas”, diz Budu.

Para o concerto carioca, Budu escolheu duas peças que são, por assim dizer, coletâneas de momentos, compostas por Robert Schumann (1810-1856) e Fréderic Chopin (1810-1849). Kreisleriana(escrita em 1838), de Schumann, reúne oito movimentos; os Prelúdios, de Chopin, enfileiram 24 miniaturas, cada uma delas numa tonalidade. As duas peças – que Budu considera seus carros-chefe – percorrem alternadamente estados de espírito de luz e sombra, esperança e medo; as diferentes atmosferas estão refletidas em cada peça da Kreisleriana de Schumann e no arco estrutural dosPrelúdios.

“Robert Schumann tinha um emocional bipolar e reflete essa montanha-russa na peça, batizada em homenagem ao personagem do escritor alemão E.T.A. Hoffmann, o músico Johann Kreisler”, explica o pianista. “Já Chopin começou a compor os Prelúdios num momento de doença, de se ver entre a vida e a morte. À alegria se segue uma peça muito fúnebre, por exemplo”.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos. A Casa Firjan, inaugurada dia 3 de agosto, é o antigo Palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, adquirida pela Firjan em 2011 e restaurada com extremo cuidado.

A Casa transformou-se, assim, de residência elegante de uma das famílias mais conhecidas do Brasil em centro de atividades culturais e de formação e pesquisa na inovação tecnológica da indústria criativa. Além do ambiente histórico, o espaço conta com um anexo em estilo contemporâneo, projetado pelo arquiteto André Lompreta de Oliveira. A edificação produz, ao mesmo tempo, integração dos espaços e um espetacular contraste com o casarão de 1913. Música, exposições, instalações, palestras, workshops, espaço para treinamento e para pesquisa são atividades programadas.

Nas salas de estar e jantar, acontecem cinco concertos até dezembro de 2018 (veja a programação abaixo, no serviço); a série abriga música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

 

Quinta - 13/9 – Cristian Budu, piano

Programa:
Kreisleriana – R.Schumann
Prelúdios – F. Chopin
SERVIÇO
Concerto Cristian Badu 
Data: Dia 13/09, quinta-feira
Horário: 19h30 
Entrada gratuita
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Inscrição pelo site www.firjan.com.br/casafirjan
PROGRAMAÇÃO 2018:

18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

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Casa Firjan, um legado para o Rio
A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de i

Encontro da indústria 2018 na Casa Firjan

novação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

Casa Firjan

Em um terreno de 10 mil m², na rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas casas geminadas construídas no início do século XX. A visitação continua gratuita durante o mês de setembro e depois em todas as terças-feiras do ano.

Mais informações
Firjan - Assessoria de Imprensa
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Trio Aquarius apresenta, neste sábado, dia 8, obras de Edino Krieger, Villani-Côrtes, Haydn e Piazzolla, no Centro da Música Carioca, Tijuca

Foto: André Pinnola

Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo) encontraram-se pela primeira vez em 1991, e, desde então, vêm desenvolvendo ininterruptamente um trabalho de alta qualidade, que coloca o Trio Aquarius entre os melhores e mais destacados conjuntos de câmara do Brasil.

Logo em seu primeiro ano de existência, o Trio Aquarius obteve o terceiro lugar no mais importante concurso de música erudita do Brasil, o Prêmio Eldorado de Música – SP. Desde então, sua carreira tomou grande impulso, destacando-se suas apresentações à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica de Campinas, quando executaram o Concerto Tríplice de Beethoven. Em 1999, o Trio Aquarius foi o grande vencedor do II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Nirenberg”, realizado na Escola de Música da UFRJ

Com um repertório que inclui clássicos do século XVIII até compositores contemporâneos, o Trio Aquarius tem como um de seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de todas as épocas.  Para tanto, já gravou dois CDs, com obras de Nestor de Hollanda Cavalcanti, Villani-Côrtes, Henrique Oswald, Guerra-Peixe e Francisco Braga.

Foto: André Pinnola

Na Alemanha, o Trio Aquarius se apresentou em Hannover – representando o setor cultural do Brasil na EXPO-2000 – e na “Haus Der Kulturen Der Welt”, em Berlim, em concertos com transmissão ao vivo para vários países da Europa pela televisão. Nos Estados Unidos, participou de uma turnê por quatro cidades, levando a música brasileira a Nova York, Washington, Denver e Selinsgrove.

Em 2009, o Trio Aquarius foi o trio escolhido pela direção do Museu VillaLobos para fazer a inédita integral no Brasil dos trios de Heitor Villa-Lobos, dentro das comemorações oficiais do 50º aniversário de morte do maestro, na Sala Cecília Meireles.

Em 2011, o compositor Edino Krieger dedicou a sua obra “Trio Tocata” ao Trio Aquarius, que fez a estreia mundial na 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea do mesmo ano

 

08/09, sábado – Trio Aquarius

Local: Centro da Música Carioca
Horário: 17h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

 

 

Programa:

HAYDN    - TRIO EM SOL MAIOR, Hob. XV: 25       EDINO KRIEGER  - SONATINA*      
EDINO KRIEGER   - TRIO TOCATA**
VILLANI-CÔRTES  - CINCO MINIATURAS BRASILEIRAS       
PIAZZOLLA   - PRIMAVERA PORTENHA 

*Transcrição para trio de Flávio Augusto **Música dedicada ao Trio Aquarius

 

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Trio Mignone comemora 16 anos de carreira e homenageia seu patrono, neste sábado, 1 de setembro, na Cidade das Artes

Foto: Priscila Bonfim

Comemorando 16 anos de atividades ininterruptas em 2018, o Trio Mignone (Afonso de Oliveira, flauta. Ricardo Santoro, violoncelo. Miriam Grosman, piano) homenageará o seu grande patrono, o maestro Francisco Mignone, com a apresentação de seu Trio nº 1, cuja gravação do CD lançado em 2006 pelo selo UFRJ Música obteve a condecoração máxima de 5 diapasons pela renomada revista francesa “Diapason”. Na segunda parte do programa, serão apresentados dois dos mais importantes trios do repertório camerístico internacional, o Trio WoO 37 de L. van Beethoven e o Trio op. 63 de C. M. von Weber.

O Trio Mignone foi criado em 2002 com o objetivo de promover o registro inédito em CD de duas belíssimas obras do Maestro Mignone: os Trios para flauta, violoncelo e piano. Lançado em 2006 na Sala Cecília Meireles, o CD obteve a condecoração máxima de 5 diapasons da prestigiosa Revista “Diapason”.

Devido à grande afinidade entre os músicos, todos profissionais da Escola de Música da UFRJ, o Trio Mignone vem mantendo ao longo desses anos, uma trajetória constante de apresentações nas principais salas de concertos do Brasil. Com grande receptividade do público e da crítica especializada, o Trio tem como um dos seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de concerto, em especial a de Francisco Mignone.

 

AFONSO OLIVEIRA (flauta)

Foto: Priscila Bonfim

Graduou-se em flauta na Escola de Música da UFRJ e concluiu o mestrado na mesma instituição, onde leciona desde 1999. Estudou flauta e interpretação musical com grandes professores do cenário musical brasileiro como Eduardo Monteiro, Celso Woltzenlogel e Noel Devos. Atuou em diversas formações instrumentais, dentre elas a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Dedicou-se à performance da música barroca com participação em diversas apresentações com o grupo “Brasil Barroco – coro e orquestra”, com o conjunto instrumental “Núcleo XVIII”, dirigido pelo cravista Marcelo Fagerlande, além de ter se apresentado como solista da Suíte nº2 – BWV 1067 – de J. S. Bach com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. É integrante do Trio Mignone, grupo que já recebeu diversos artigos elogiosos da crítica especializada, com o qual gravou o CD “Francisco Mignone – obras para flauta, violoncelo e piano. Apresenta-se com regularidade em importantes salas de concertos do Rio de Janeiro.

 

RICARDO SANTORO (violoncelo)

Foto: Augusto Burle

Iniciou seus estudos musicais com seu pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. É Mestre pela UFRJ e violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Como solista, se apresentou à frente de várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfônica Brasileira por quatro vezes. Faz parte dos conjuntos: Duo Santoro (violoncelos), Trio Aquarius (piano, violino e violoncelo), Trio Mignone (piano, flauta e violoncelo), e Harmonitango (piano, gaita e violoncelo), com os quais se apresenta regularmente por todo o Brasil. Com o prestigiado Duo Santoro, já se apresentou no famoso Carnegie Hall de Nova York e lançou o CDs “Bem Brasileiro” e “Paisagens Cariocas”. Gravou também os CDs “Trios Brasileiros” e “Peace to thecity”, com o Trio Aquarius; “Francisco Mignone – Obras para flauta, violoncelo e piano”, com o Trio Mignone; e “Harmonitango”, com o Harmonitango. É responsável pela primeira audição mundial de obras de alguns dos maiores compositores brasileiros, tais como Edino Krieger, João Guilherme Ripper, Ronaldo Miranda, Villani-Côrtes, Ricardo Tacuchian, entre outros.

 

MIRIAM GROSMAN (piano)

Doutora em Artes Musicais (DMA), título concedido pela Catholic University of América, em Washington DC, é também Mestre em Música pela UFRJ. Professora Titular da UFRJ, realiza Master Classes e Cursos voltados para aspectos didáticos e interpretativos. Vários de seus ex-alunos vêm se destacando como intérpretes e professores, no cenário musical nacional e internacional. Paralelamente à docência, desenvolve atividade artística relevante como solista e camerista, com apresentações no Brasil, Portugal, Espanha, Áustria, Itália e Estados Unidos, onde o repertório apresentado no exterior, assim como o de alguns de seus CDs, contempla em especial a música brasileira para piano. Integra o Trio Francisco Mignone com o violoncelista Ricardo Santoro e o flautista Afonso Oliveira, com gravações que incluem os dois trios inéditos do compositor para esta formação. Sobre a interpretação dos 6 Estudos Transcendentais de Francisco Mignone, Carlos Dantas declara: “a pianista Miriam Grosman nos dá uma versão que prima pela dinâmica filigranada, pela conduta técnica dominada senhorilmente. Performance nota 10”. (Tribuna da Imprensa, 3 de maio de 2006).

 

 

SERVIÇO:

01/09, Sábado – Trio Mignone na Cidade das Artes – Teatro de Câmara
Horário: 20h

Ingressos: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada)

Endereço: Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 3325-0102
Capacidade: 450 pessoas
Classificação: livre

 

PROGRAMA:

FRANCISCO MIGNONE   -  TRIO nº 1
van BEETHOVEN    -  TRIO WoO 37 EM SOL MAIOR
M. von WEBER   - TRIO Op. 63 EM SOL MENOR
Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Duo Bretas-Kevorkian apresenta obras para piano, em concerto gratuito do Prelúdio 21, neste sábado, 28 de julho, na Cinelândia

Dentro de sua temporada 2018, no Centro Cultural Justiça Federal, o coletivo de compositores Prelúdio 21 programou para o mês de julho um concerto gratuito com o duo Bretas-Kevorkian (piano a quatro mãos). Integrado por Patrícia Bretas e Josiane Kevorkian e com a proposta de divulgar a música de concerto brasileira para essa formação, o duo irá apresentar as obras “Abstratas” (Alexandre Schubert), “Impressões (J. Orlando Alves), “Jogos” (Caio Senna), “Baobá” (Sergio Roberto de Oliveira),“Ninfas” (Marcos Lucas) e “Perturbações” (Neder Nassaro)

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:

28/07 – sábado – Prelúdio 21 convida Duo Bretas-Kevorkian
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
PROGRAMA

Abstratas  Schubert

Impressões . Orlando Alves

Jogos      Senna

Baobá      Roberto de Oliveira

Ninfas     Lucas

Perturbações Nassaro

 

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Prelúdio 21 promove concerto gratuito dedicado ao piano, neste sábado, 30/06, na Cinelândia

Foto: Marcos Lucas

O concerto deste mês do grupo de compositores Prelúdio 21 será dedicado ao piano, somente com obras escritas para o instrumento. Em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, o concerto com entrada gratuita será neste sábado, dia 30 de junho, às 15h, convidando com o intérpretes os pianistas Ingrid Barancoski, Thalysson Rodrigues e Rachel Paixão. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês. No programa, as obras “Massas” (Neder Nassaro; pianista Rachel Paixão), “October 8” (Caio Senna; pianista Caio Senna), “Atonas” (Sergio Roberto de Oliveira; pianista Ingrid Barancoski), ” As Quatro Estações” (Marcos Lucas) e “Intermitências IV” (José Orlando Alves) e ” Tocata” (Alexandre Schubert; pianista Thalysson Rodrigues).

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea

Foto: Julia Ronai

em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

 

SERVIÇO:
30/06 – sábado – Prelúdio 21 promove concerto com obras para piano
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
Programa:

Tocata Alexandre Schubert
piano, Thalyson Rodrigues
October 8 Caio Senna
piano, Caio Senna
Intermitências IV J. Orlando Alves
As Quatro Estações Marcos Lucas
Atonas Sergio Roberto de Oliveira
piano, Ingrid Barankoski
Massas Neder Nassaro
piano, Rachel Paixão

 

Fábio Cezanne
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