Opereta “A Peste” ganha primeira montagem, com transmissão de Niterói, de 28 a 30 de março

Inspirada na pandemia mundial do coronavírus, obra composta por Cyro Delvizio, cantada em Português e acessível a todos os públicos, será encenada no palco do Teatro Popular Oscar Niemeyer e transmitida online em seis sessões

            Produzida durante a pandemia da Covid-19 que assolou a humanidade ao longo de 2020 – e que ainda nos acomete quase um ano desde sua eclosão no Brasil – a opereta “A Peste”, escrita com música e libreto de Cyro Delvizio, um dos mais destacados violonistas, compositores e pesquisadores de sua geração, irá ganhar sua primeira montagem em palco, com estreia confirmada em seis sessões de 28 a 30 de março,  às 18h e 21h, em Niterói, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. No ano passado, por conta do rigoroso distanciamento social que uma doença desconhecida impôs ao convívio social, a peça foi lançada em duas partes no YouTube, quando, por iniciativa própria, seis músicos (três cantores e três instrumentistas) se uniram fazer uma montagem completamente remota de uma opereta inédita, cantada em português e com linguagem e estética acessíveis ao grande público. Com realização do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, a ópera, agora, será encenada em palco, sem a presença do público, com transmissão online e contribuição voluntária (os ingressos variam entre R$0, R$5,00 e R$10,00, e poderão ser adquiridos através do site da Sympla). Previamente às sessões, haverá uma breve explicação do compositor sobre a obra, que, no final, também estará disponível no chat para conversar com os espectadores. Posteriormente, a opereta “A Peste” será divulgada exclusivamente nas redes sociais do projeto.

Reunindo no palco além do próprio Cyro Delvizio (violão), a soprano Manuelai Camargo, o tenor Guilherme Moreira, David Monteiro (narrador e baixo-voz), a flautista Clarissa Bomfim e o violoncelista Paulo Santoro, a narrativa traça paralelos com o momento atual da humanidade, porém ambientada na Síria. Um Príncipe está retornando a Damasco após viagem diplomática, cantando sobre sua futura glória quando for coroado Sultão. Porém, logo enfrentará um grande dilema: após dar carona a uma velha senhora, ele descobre que ela é a Peste em pessoa justamente quando chegam aos portões de Damasco. A partir daí, o Príncipe se vê dividido entre seu instinto de autoproteção e seu sonho de ser o futuro Sultão, refletindo também sobre sua consideração por seu povo e sua cidade.

            Inspirada na pandemia do coronavírus ainda vigente, o músico e compositor Cyro Delvizio realizou esforço pessoal não só para concretizar essa “transposição” entre as diferentes épocas, mas para criar uma obra metalinguística que fomentasse reflexões sobre este difícil e singular momento da civilização, atentasse para o zelo sanitário e ainda aproximasse o público leigo da ópera ao tratar de um tema atual e afeito a sua realidade: “em 2020, a montagem on-line autoproduzida –  também graças a vaquinha virtual –  foi pensada inicialmente para esta realidade remota e um pouco para colocar para fora os meus sentimentos durante o isolamento”, aponta Cyro Delvízio. “Agora, com o apoio da Lei Aldir Blanc, conseguiremos não somente colocar a opereta em palco, mas fazer isso com toda a segurança que o momento exige: a equipe enxuta, poucos ensaios, curta duração do espetáculo (45 minutos) e teatro espaços. Até o palco grande propiciará o distanciamento dos físicos dos músicos e cantores, que também farão testes de COVID. Temos que nos reinventar e até reinventar o processo habitual de uma montagem desse tipo, com a responsabilidade de mostrar que é possível um retorno gradual de espetáculos como o nosso, mantendo a segurança em primeiro lugar”, conclui.

SERVIÇO:

OPERETA “A PESTE” – TRANSMISSÃO ON LINE EM 6 SESSÕES

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer – Niterói/RJ

DIAS 28 (domingo), 29 (segunda) e 30/03 (terça)

HORÁRIO: às 18h e 21h de cada dia

Informações: Facebook/operetaapeste   /   Instagram @operetaapeste

Duração do espetáculo: 45 min

Classificação 12 anos

INGRESSOS: https://linktr.ee/operetaapeste

Os ingressos serão comercializados com os seguintes valores:

R$0,00 / R$5,00 / R$10,00. A contribuição é voluntária. 

FICHA TÉCNICA – A PESTE

Concepção e Compositor: Cyro Delvizio

Direção Artística e Musical: Cyro Delvizio

Direção Geral e de Arte: Joana Lebreiro e Brunna Napoleão

Figurinista e Cenógrafa: Marieta Spada

Intérpretes

A Peste (soprano): Manuelai Camargo

Príncipe (tenor): Guilherme Moreira

Narrador e Sultão (baixo): David Monteiro

Flauta: Clarissa Bomfim

Violoncelo: Paulo Santoro

Violão: Cyro DelvizioFábio CezanneCezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Ana de Oliveira lança CD e livro dedicados ao violino solo

Com longa carreira como camerista e spalla em orquestras nacionais e internacionais, violinista paulistana, radicada no Rio, lança o álbum “Dragão dos Olhos Amarelos”, com participação de André Mehmari, e o livro “O Violino na Música Contemporânea Brasileira”, marcando sua estreia com CD solo e como autora na literatura musical

“Há artistas que não dão um passo atrás quando um grande desafio se impõe, seja ele um improviso,  uma sonata ou um flamejante dragão de olhos amarelos que traz dilemas  e questões profundas ao baile da vida. Ana de Oliveira se propõe (e vive) aqui simplesmente  o encontro mais profundo consigo própria em sua brilhante carreira, até o momento. Sem filtro!”

 André Mehmari

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“A destacada violinista Ana de Oliveira demonstra, e já por longo tempo, o que teoriza no papel. Esta sua obra (livro), fruto de conhecimento teórico e prático, constitui um verdadeiro tesouro para todos nós, violinistas e os que tocam outros instrumentos de cordas. Ela nos fornece bases sólidas para compreender e executar projetos sonoros de compositores contemporâneos, como também proporciona o caminho inverso – o deles vivenciarem nossas possibilidades e se adequarem ao nosso instrumento. Um grande e vitorioso tento!”

Paulo Bosísio

Radicada no Rio de Janeiro, a violinista paulistana Ana de Oliveiraspalla da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF e integrante do renomado Trio Puelli, lançou-se um desafio no ano mais assustador e incógnito da história recente da Humanidade e, especialmente, da classe artística e musical: estrear seu projeto solo, o primeiro de uma carreira com mais de três décadas a serviço da música brasileira e internacional. Tendo sido solista com diversas orquestras na Europa e no Brasil – por uma década foi spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira – Ana de Oliveira lança, simultaneamente, seu primeiro CD de violino solo, “Dragão dos Olhos Amarelos”, e o livro “O Violino na Música Contemporânea Brasileira – um manual de técnica estendidas”, ambos no formato físico e digital, uma ousadia muito bem vinda em tempos pandêmicos, revelando-se, musicalmente, como compositora e exímia improvisadora, com igual importância literária na Educação Musical.  

CD “Dragão dos Olhos Amarelos”

Com produção, direção e concepção da própria autora, dez das quinze faixas que compõe CD foram criadas instantaneamente, em fevereiro último, no Estúdio Monteverdi, onde foi gravado, mixado e masterizado por André Mehmari. Além destas autorais inéditas, compõe ainda o repertório Dodecafoniana I e II para violino solo,  obra de Sérgio Ferraz dedicada à violinista; Cadenza, composição da violinista para a música “Eterna” de Egberto Gismonti em sua versão para solista e orquestra; Malinconia da segunda Sonata para violino Solo, de E. Ysaÿe, e Posso Chorar, com André Mehmari ao piano, uma faixa bônus inédita escrita por Hermeto Pascoal nos anos 80 e dedicada à violinista quando a conheceu na estreia de sua “Sinfonia em Quadrinhos” – na época, a artista tocava como spalla da Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo.

“Este registro é a realização de um sonho de liberdade, uma viagem autobiográfica…As composições instantâneas que integram este trabalho são inspiradas em momentos, memórias, sentimentos de minha vida, que foram retratadas sob forma de Música… uma catarse e um ato de coragem de me expor visceralmente”, revela Ana de Oliveira. Tais sentimentos e revelações são ratificados por André Mehmari, para quem este projeto é, além de tudo, “um testemunho potente da resistência do artista brasileiro em meio ao mais desafiador cenário em tempos recentes e provavelmente de todos os tempos em alguns aspectos”. Para o consagrado produtor, compositor, arranjador, pianista e multi-instrumentista, a artista não se esquiva e “empunha corajosamente seu arco e lança a flecha sonora certeira na direção do ouvinte apto a viajar com ela por veredas que vão muito além do conforto estético e formal: a fascinante imperfeição do ser humano em constante estado de mutação”.

Livro “O Violino na Música Contemporânea Brasileira – um manual de técnicas estendidas”

Fruto do seu mestrado profissional concluído em dezembro de 2018, no Instituto Villa-Lobos, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), sob orientação de Mariana I. Salles, o livro, com prefácio do violinista Paulo Bosísio, oferece subsídios técnicos e teóricos sobre o assunto – carente de referências – e pode ser utilizado como um manual para estudantes de violino e composição. O termo “técnicas estendidas” define todos os meios técnicos instrumentais não tradicionais e não convencionais para a performance de obras musicais contemporâneas. “No Brasil não há muitas referências técnicas e bibliográficas sobre o tema, embora haja um crescente interesse pela música produzida hoje”, destaca a autora e complementa: “mas foi devido à minha dedicação na execução do repertório para violino dos séculos XX e XXI e, naturalmente, a partir de minhas próprias dificuldades na busca por soluções para a execução de determinadas passagens, assim como em interpretar novas notações musicais, que surgiu a necessidade de elaborar um manual sobre técnicas estendidas para o violino”.

https://tratore.ffm.to/dragao

“O Violino na Música Contemporânea Brasileira – um manual de técnicas estendidas”

Fábio Cezanne

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Parte Final de “A Peste”, ópera composta durante a pandemia de COVID-19 por Cyro Delvizio, chega ao YouTube

O segundo e último capítulo de opereta gravada por seis músicos em suas residências será lançado no Sábado, dia 28 de novembro, às 17h

Imagine se um vírus fosse uma pessoa. Agora imagine que essa pessoa é uma velha senhora à caminho de sua cidade. O que você faria? Esse é o argumento inicial da opereta “A Peste” com música e libreto de Cyro Delvizio – um dos mais destacados violonistas, compositores e pesquisadores de sua geração – composta durante a pandemia e diretamente relacionada ao momento atual da humanidade. Com a primeira parte já disponível desde setembro no YouTube, o seu desfecho será lançado no dia 28 de novembro, sábado, no YouTube (www.youtube.com/cyrodel) e no Facebook (www.facebook.com/paginacyrodelvizio) do autor. Sobre o final da história, o autor prefere evitar spoilers: “a segunda parte fala das atitudes do Príncipe frente a este terrível impasse, quais medidas tomou, mas prefiro deixar o público descobrir por si só. Basta dizer que a história tem várias reviravoltas e que foi concebida e executada com muito empenho para oferecer uma experiência impactante e inesquecível”, antecipa.

            A primeira parte apresentou as personagens e o enredo inicial, como no primeiro capítulo de uma série de TV: o príncipe sírio Abdul-Aziz está retornando a Damasco após viagem diplomática quando decide oferecer carona a uma velha senhora, descobrindo, em seguida e ao chegar aos portões da cidade, que ela é a Peste em pessoa. Após o lançamento da primeira parte, seguiu-se período para campanha de financiamento coletivo, que conseguiu o apoio financeiro para a execução da sua conclusão. “É um projeto pequeno, com equipe enxuta, mas ao mesmo tempo grandioso. Ele foi possível graças ao enorme esforço de todos os envolvidos. Um estímulo ainda maior foi o sucesso da primeira parte e do financiamento coletivo”, aponta Cyro e complementa: “foram meses de escrita, composição e confecção das partituras. Depois cada músico teve árduo estudo e foi seu próprio técnico de gravação em sua residência, com seus equipamentos (às vezes somente um celular). Finalmente veio a edição de áudio e vídeo que tentou juntar todos os músicos da maneira mais orgânica possível e atenuar a distância”.

            Mas se criar uma opereta on-line em tempos de pandemia já era um desafio, “A Peste” oferece um passo à frente aos vídeos com tela dividida, adicionando pequenas animações entre cada cena “para criar uma dinâmica interessante ao expectador e para dar ideia do cenário, já que estávamos limitados ao ambiente residencial”, explica o autor. Cada parte tem cerca de 20 minutos e poucos participantes (três cantores, três instrumentistas). Além do próprio Cyro Delvizio no violão, participam da montagem a soprano Manuelai Camargo, o tenor Guilherme Moreira, Leonardo Thieze como narrador e baixo (voz), o flautista Lincoln Sena e o violoncelista Paulo Santoro.

“A Peste” – Primeira Parte – https://youtu.be/0Gk3CCFwdFQ

Segunda Parte: dia 28 de novembro, sábado, às 17h em www.youtube.com/cyrodel e www.facebook.com/paginacyrodelvizio)

TEASER DE DIVULGAÇÃO DA SEGUNDA PARTE – https://youtu.be/gQ8xYAnvODs

FICHA TÉCNICA – A PESTE

Libreto/Composição Cyro Delvizio

Intérpretes

A Peste (soprano): Manuelai Camargo

Príncipe (tenor): Guilherme Moreira

Narrador: Leonardo Thieze

Sultão (baixo): Leonardo Thieze

Flauta: Lincoln Sena

Violoncelo: Paulo Santoro

Violão: Cyro Delvizio

Técnica

Captado por: cada um em sua casa

Edição de áudio e vídeo: Cyro Delvizio

Setembro de 2020
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Prelúdio 21 segue com sua temporada PRELÚDIO 21 – MÚSICA DO PRESENTE, via internet, pelo canal do YouTube do Centro Cultural Justiça Federal, neste sábado, 29 de agosto

Neste mês, grupo carioca de compositores resgata apresentações realizadas não apenas na capital fluminense, bem como em Londrina, João Pessoa e em Illinois (EUA)

A música de câmara volta aos poucos a respirar no Rio de Janeiro. Única série de concertos permanente de música contemporânea na cidade, considerada uma das mais importantes do país, a programação da PRELÚDIO 21 – MÚSICA DO PRESENTE segue com sua temporada 2020, via internet, pelo canal YouTube do Centro Cultural Justiça Federal com o programa “Prelúdio 21 em conversa”. Neste sábado, 29 de agosto, às 15h, serão transmitidas obras dos compositores do PRELÚDIO 21 para diferentes formações. O grupo é formado por Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro e Pauxy Gentil-Nunes.

Foto: Prelúdio 21

Estreada em 2018, na Universidade Federal da Paraíba, por Ravi Shankar (oboé), Robson Gomes (trompa) e Marcilio Onofre (piano), “Fantasia”, de José Orlando Alves, é um dos resgates que serão apresentados. De Alexandre Schubert, “Três Micropeças” foi interpretada, em violino solo, por Ayran Nicodemo, há dois anos, dentro da própria série, no CCJF. “Trio (saxofones, guitarra elétrica e percussão múltipla)”, de Pauxy Gentil Nunes, ganhou leitura do Abstrai Ensemble, com Pedro Bittencourt, Fabio Adour e Daniel Serale, em uma gravação realizada na Cidade das Artes (RJ) durante a VI Semana Internacional de Música de Câmara do Rio de Janeiro. O compositor e pianista Caio Senna apresenta ao piano sua composição “Aquilo que importa”, enquanto “Meteoritos”, obra de Neder Nassaro para voz, flauta, piano e sons eletrônicos, pelo grupo GNU, na época formado por Diana Maron (voz), Rudi Garrido (flauta) e Antônio Ziviani (piano), em gravação ao vivo, de 2014, no Teatro Crystal, em Londrina (PR). Sergio Barrenechea (flauta) e Lúcia Barrenechea (piano) apresentam “Aforismos”, de Marcos Lucas, em gravação realizada no Recital Hall School of Music – Northern Illinois University, em setembro de 2012, pela Tournèe Brasileiríssimo.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de concertos e palestras e incluindo convidados brasileiros e estrangeiros. De lá pra cá, o grupo tem se estabelecido como um dos mais sólidos grupos de música contemporânea do país. Desde 2008, o Prelúdio 21 tem realizado sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, contribuindo assim para a vida cultural do Rio de Janeiro. O grupo tem se apresentado ainda em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e espaço Oi Futuro. O Prelúdio 21 tem sido objeto de investigação acadêmica figurando em artigos e dissertações recentes. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

SERVIÇO:

29 de agosto (sábado), às 15h – Série PRELÚDIO 21 – MÚSICA DO PRESENTE

Canal YouTube do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

www.youtube.com/c/CentroCulturalJustiçaFederal

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Duo Santoro faz o concerto de estreia da programação #saladigital da Sala Cecília Meireles, sábado, dia 1/8

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Foto: Stefano Aguiar

Uma das mais tradicionais salas de concertos de país, reconhecida por sua acústica impecável, a Sala Cecília Meireles retoma sua consagrada agenda de concertos, tão aguardada desde a interrupção das atividades por conta do novo corona vírus, estreando a programação #saladigital. Inicialmente sem a presença de público, os concertos serão veiculados no canal no YouTube da instituição, assim como divulgados em todas as suas mídias sociais (Facebook, Instagram e Twitter). Para garantir a segurança dos músicos, técnicos e funcionários, a Sala Cecília Meireles seguirá o Protocolo de Segurança Sanitária da FUNARJ. Abrindo a Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom, no sábado, dia 1 de agosto, às 12h, o prestigiado Duo Santoro fará a estreia também com transmissão ao vivo pela Rádio MEC FM (93,3) – através do programa Blim-Blem-Blom, com apresentação de Tim Rescala e Betina Fonseca. A apresentação poderá ser assistida através do site https://radios.ebc.com.br/mecfmrio.

Sem a presença de público, mas com transmissão ao vivo, às 12h, pelo YouTube da Sala e pela Rádio MEC FM (93,3), no programa Blim-Blem-Blom, gêmeos violoncelistas reunirão, no mesmo palco, o patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, seus filhos violinistas Marcela e Pedro, e a percussionista Ana Letícia Barros

Família Santoro

Os irmãos Paulo e Ricardo Santoro subirão ao palco, inicialmente, para executar obras escritas exclusivamente para o duo: “Sandrino no Choro” (Adriano Giffoni), “A bênção Sandrino” (Leandro Braga), e “Cantiga Pedro e Marcela” (Dimitri Cervo). Em seguida, Paulo Santoro e Marcela, sua filha de seis anos, ao violino, apresentam “Andantino”, de S. Suzuki. Pedro, de sete anos, filho de Ricardo Santoro e também violinista, sobe ao palco junto com pai para tocar “Bourrée”, de G. F. Handel. A reunião familiar se estende em consagração com a participação do patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, que, ao lado dos violoncelistas Paulo e Ricardo, apresentam “Sarabanda da Sexta Suíte para violoncelo”, de Bach. A percussionista Ana Letícia Barros, mãe de Marcela e esposa de Paulo Santoro, se junta aos gêmeos na última parte do concerto e, reunidos, promovem uma requintada releitura de inesquecíveis obras populares: “Tico-tico no fubá” (Zequinha de Abreu), “O Trenzinho do Caipira” (Heitor Villa-Lobos) e “Brasileirinho” (Waldir Azevedo).

Ao longo de toda a programação #saladigital, serão arrecadadas doações para o Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos do Rio de Janeiro, SATED-RJ, que auxilia profissionais de teatro e música duramente atingidos pela interrupção de concertos, óperas e peças teatrais durante a pandemia.

Duo Santoro

Foto: Stefano Aguiar

Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada. Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país e também no Carnegie Hall de Nova York, na Argentina e na República Dominicana. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como Edino Krieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Tim Rescala, André Mehmari, entre outros.

Em 2013, lançaram seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, e em 2017, lançaram o segundo CD, “Paisagens Cariocas”, sendo eleito um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” pela Revista Bravo! de São Paulo. Em 2018, gravaram o CD “Retratos de Brasil en Córdoba”, como solistas da Orquesta Académica del Teatro del Libertador.

SERVIÇO:

1/8, sábado – Duo Santoro faz concerto de estreia da programação #saladigital da Sala Cecília Meireles

Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom

Horário: 12h

*Transmissão ao vivo

Sala Cecília Meireles

Transmissão pelo YouTube – https://www.youtube.com/c/SalaCecíliaMeireles/

Rádio MEC FM – (93,3) – Programa Blim-Blem-Blom

Site – https://radios.ebc.com.br/mecfmrio

Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos)

Duo Santorinho (Pedro e Marcela Santoro, violinos)

Sandrino Santoro, contrabaixo

Ana Letícia Barros, percussão

Tim Rescala e Betina Fonseca, apresentadores

PROGRAMA

Adriano Giffoni                                 –                      Sandrino no Choro

Leandro Braga                                   –                      A Bênção Sandrino

Dimitri Cervo                                     –                      Cantiga Pedro e                                                                                           Marcela

S. Susuki                                            –                      Andantino

G. F. Haendel                                    –                       Bourrée

J.S. Bach                                            –                      Sarabanda da                                                                                           Sexta Suíte

Zequinha De Abreu                           –                      Tico-Tico no Fubá

Heitor Villa-Lobos                             –                      O Trenzinho do                                                                                           Caipira

Waldir Azevedo                                –                      Brasileirinho

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Dimitri Cervo lança o seu segundo CD autoral, gravado em Caracas, com a Orquestra Sinfônica da Venezuela

Com interpretações e qualidade sonora de excelência, “Música Sinfônica” reúne cinco obras do compositor e regente, gravadas em julho de 2018 em meio à delicada situação social e política do país vizinho.

“Há na música de Dimitri Cervo um território de imaginação, de intensidades dos sons, de realização poética, e de fluência de um espírito musical generoso, lírico, amigo do encanto. Há também a expressão de uma identidade brasileira exuberante, bem desenhada em jardins sonoros que vão e vêm de Villa-Lobos e Burle Marx, da Amazônia e de nosso lastro indígena, da vitalidade telúrica de árvores imensas, que se erguem como sinais daquele vigor cósmico ambicionado pela Arte. Eis aqui a força da grande música na obra de um mestre em seu apogeu artístico.” Francisco Marshall

Não existem barreiras, limites e fronteiras para a música, sejam culturais, políticas ou geográficas. Resultado dos trabalhos para um concerto autoral na série internacional da Orquesta Sinfónica de Venezuela, em Caracas, o compositor e regente Dimitri Cervo lança o seu segundo CD, Música Sinfônica, reunindo obras compostas entre 1998 e 2012. Sob condições políticas e sociais delicadas, o disco foi magistralmente gravado por Danilo Alvarez, engenheiro de som vencedor do Grammy Latino em 2017, pelo disco Fiesta, com o maestro venezuelano Gustavo Dudamel. O CD Música Sinfônica já se encontra nas plataformas digitais, e em duas semanas recebeu mais de 12 mil audições no Spotify.

Foto: Junior Careca

Esse álbum é fruto da vivência de Dimitri Cervo com os músicos da orquestra e com diversos personagens da sociedade venezuelana, no contexto de um país assolado por uma crise de vasta magnitude. A importância e solidez do movimento El Sistema, projeto visionário criado pelo maestro José Antonio Abreu (1939-2018), fez os grupos orquestrais serem disseminados por toda a Venezuela,tornando-os laboratórios para o desenvolvimento de milhares de jovens, fazendo da música clássica um patrimônio de toda a sociedade. O sucesso desse projetochamou a atençãodo mundo. “Ao trabalhar com um grupo no qual os integrantes são oriundos do El Sistema pude sentir a força do legado do maestro Abreu: indivíduos imbuídosdo espírito de comunhão, interdependência e solidariedade através da arte”, revela Cervo.

O álbum inicia com Abertura Brasil 2012 Bis, obra estreada pela Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência de Leandro Carvalho, e uma das composições mais executadas do compositor. Para essa nova versão, bis, Cervo se inspirou nos aperfeiçoamentos que Beethoven realizou em sua abertura Leonora nº 3. Canauê, criada em 2007, é a nona e última obra da Série Brasil 2000, conjunto de obras para diversas forças instrumentais, na qual o compositorrealiza uma síntese estética de elementos da música brasileira e dominimalismo. O Concerto para Flauta e Cordas é a quinta obra da Série Brasil 2010, umanova série de obras dedicada a concertos solistas com orquestra de cordas, de câmara ou sinfônica, com estética hibridizada a partir de diversas influências. Ele é interpretado no CD pelo flautista James Strauss. Brasil Amazônico é a obra que inaugura a Série Brasil 2000, efoiapresentada pela primeira vez por Isaac Karabtchevsky e a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Encerrando o CD, “Toronubá”, criada no ano de 2000, foi escrita em memória aos índios brasileiros que resistiram à invasão Europeiaa partir de 1500. Foi estreada na versão para orquestra de câmara pelosmaestros Lutero Rodrigues e Guilherme Mannis, e, em 2011, Cervo realizou aversão para grande orquestra, estreada pela Orquestra Municipal deSão Paulo, com regência de Wagner Polistchuk.

Dimitri Cervo

Foto: Junior Careca

Nascido em 1968, é autor de obras multifacetadas como Toronubá, Renova-te e Abertura Brasil 2012, e um dos mais inventivos e destacados compositores da atualidade. A sua atuação abarca a composição e, como intérprete de sua obra, a regência e o piano. Em sua trajetória destacam-se estreias e reapresentações de obras como Abertura Brasil 2012 e Abertura Rio 450 Anos, pela Orquestra Sinfônica Brasileira; o Concertante para Tímpanos e a Abertura Rio 2014, obras encomendadas pela Orquestra Petrobras Sinfônica; e Toronubá, na turnê nacional da Sinfônica de Sergipe.

Em 2015 a Abertura Brasil 2012 foi apresentada no Festival de Campos de Jordão e na Sala São Paulo, sob a regência de Isaac Karabtchevsky. Em 2017, o compositor regeu Toronubá frente à Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, e realizou, ao piano solista, a estreia da Rapsódia Maracatu, para piano e orquestra, obra encomendada pela FUNARTE para a XXII Bienal do RJ. Em 2018, realizou um concerto autoral com a Orquestra Sinfônica da Venezuela, em Caracas, oportunidade na qual gravou o recém-lançado álbum Música Sinfônica. Ainda em 2018, as obras Toro-Lobiana e Abertura Brasil 2012 receberam as suas estreias norte-americanas pelo BoCoCelli, grupo de cellos do Conservatório de Boston, tendo sido também apresentadas em Viena e Seul. Em 2019, a sua obra Paisagens Brasileiras foi encomendada e apresentada no Salem Music Festival, NY.

Dimitri Cervo realizou os seus principais estudos musicais de piano, composição e regência, no Brasil (UFRGS), Itália (Accademia Chigiana) e Estados Unidos (University of Washington).  Desde 2006 é professor associado do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

CD “MÚSICA SINFÔNICA” – Dimitri Cervo

Dist. TRATORE

Preço médio: R$ 39,00

Ouvir online – https://open.spotify.com/album/3JryDxrpTBgCGy4K3zXuVq

CD físico disponível na Loja Clássicos http://www.lojaclassicos.com.br/

FICHA TÉCNICA – CD “MÚSICA SINFÔNICA”

Produzido por Dimitri Cervo e James Strauss

Engenheiro de Som – Danilo Alvarez

Masterização e Finalização – Marcos Abreu

Arte Gráfica – EROICA conteúdo – Caio Amon

Ilustração a partir do desenho – Jose Luis Salgueiro

Tradução – Aleph Cervo

Gravado entre os dias 9 e 13 de julho de 2018, em Caracas,

no Auditórium Emil Friedman
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Duo Santoro se apresenta com os filhos na Casa Museu Eva Klabin, sábado, 20 de julho, com entrada gratuita

Dentro da série “Concertinhos de Eva”, gêmeos violoncelistas e seus filhos violinistas, Pedro e Marcela Santoro, apresentarão de Mozart a Luiz Gonzaga e Villa-Lobos

Com 29 anos de atividades ininterruptas completados em 2019, já tendo se apresentado nos Estados Unidos, na Argentina e na República Dominicana, e com três CDS gravados, todos dedicados à música brasileira, o Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos) fará no dia 20 de julho, sábado, às 16h, na Casa Museu Eva Klabin, um concerto muito especial, no qual contará com as participações mais do que especiais de seus filhos ao violino: Pedro (seis anos) e Marcela (cinco anos). Na primeira parte do programa, serão apresentadas músicas clássicas conhecidas por todo o público. Na segunda parte, o Duo Santoro se junta ao Duo Santorinho para fazerem uma seleção de músicas do cancioneiro infantil de todas as épocas. Uma tarde de sábado emocionante e muito carinhosa para todos os que comparecerem à Casa Museu Eva Klabin.

DUO SANTORO

Considerado pelo jornal O Globo como “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira”, o Duo Santoro é, desde a sua estreia em 1990, o único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular, com alguns dos principais compositores brasileiros dedicando importantes obras ao Duo, tais como Edino Krieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Dimitri Cervo, Ricardo Tacuchian, Villani-Côrtes etc. São Mestres pela UFRJ e pela UNIRIO e pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ.

Nas comemorações de seus 20 anos, em 2010, se apresentaram em todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, e, em 2017, lançaram o segundo CD, “Paisagens Cariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular, sendo eleito um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” pela Revista Bravo de São Paulo. No ano passado, se apresentaram no Teatro Real de Córdoba (Argentina) e gravaram o CD “Retratos de Brasil en Córdoba”, como solistas da Orquesta Académica del Teatro del Libertador, interpretando o concerto “Duplum” de João Guilherme Ripper, dedicado ao Duo Santoro.

SERVIÇO

Sábado, 20 de julho de 2019 – Duo Santoro e Duo Santorinho na Casa Museu Eva Klabin

Horário: 16h

Distribuição de senhas: a partir das 15h

Endereço: Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa

Entrada franca

Informações: (21) 3202-8554

PROGRAMA

W. A. MOZART                                                       – Pequena Serenata Noturna

L. BEETHOVEN                                       – Fantasia sobre a 5ª Sinfonia

H. VILLA-LOBOS                                                  – O Trenzinho do Caipira

DIMITRI CERVO                                                   – Pedro e Marcela

ZEQUINHA DE ABREU                                        – Tico-Tico no Fubá

ZÉ DO NORTE/LAMPIÃO                                    – Mulher Rendeira

LUIZ GONZAGA/HUMBERTO TEIXEIRA          – Asa Branca/Baião

CANCIONEIRO INFANTIL                                              – Músicas variadas

Fábio CezanneCezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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“A Criação”, de Joseph Haydn, será apresentada no Theatro Municipal, domingo, 9/12

Obra-prima do considerado “pai” da sinfonia e um dos mais famosos do Classicismo, oratório que conta a criação do mundo ganha interpretação da Orquestra Sinfônica da UFRJ e do Coro Brasil Ensemble, com regência de André Cardoso

Na série Domingo no Municipal, no dia 9 de dezembro, às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coro Brasil Ensemble-UFRJ apresentam um programa especial, ouvido pela última vez no Rio de Janeiro em 2012: o oratório A Criação, de Franz Joseph Haydn. O texto em inglês, que tem como base o Gênesis e traz ainda trechos do Livro de Salmos e do poema “O Paraíso Perdido”, de John Milton, conta a criação do mundo. A música é considerada uma das mais importantes e carismáticas de toda a história.

A inspiração de Haydn para compor seu primeiro oratório surgiu sob a influência dos famosos oratórios de Handel, que o compositor assistiu alguns anos antes, como O Messias. Ele o compôs em Viena entre 1796 e 1798, afirmando, ao final, ter investido tempo nele “porque queria que durasse”. Assim, A Criação acabou se tornando a obra-prima daquele que é considerado o “pai” da sinfonia e um dos principais e mais famosos (inclusive, à época) compositores do Classicismo, época de Mozart e que se encerra com Beethoven.

A obra é escrita para orquestra, coro e três solistas que interpretam os anjos Gabriel (soprano), Uriel (tenor) e Rafael (baixo) na primeira parte, e Adão (baixo) e Eva (soprano) na segunda. Michele Menezes (soprano), Licio Bruno (baixo-barítono) e Anibal Mancini (tenor) são os solistas do concerto, que tem a regência do maestro André Cardoso.

O evento encerra as comemorações dos 170 anos da Escola de Música da UFRJ durante o ano de 2018 e tem apoio cultural do Consulado da Áustria, celebrando ainda os 100 anos da República austríaca.

Serviço:

09 de dezembro de 2018 – Domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano S/N – Telefone: 2332-9191

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Prelúdio 21 promove concerto gratuito neste sábado, 24/11, na Cinelândia

O grupo de compositores Prelúdio 21 retorna ao palco do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, neste sábado, dia 24 de novembro, às 15h, desta vez para apresentar o programa Federal com o programa “De Volta às Origens”. Nele, cada obra é apresentada por músicos diferentes, em diversas formações instrumentais. O grupo é composto pelos compositores Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro. O concerto também será dedicado à memória de Sergio Roberto de Oliveira.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

24 de novembro, sábado – Prelúdio 21 – Concerto “De volta às origens”

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Intermitências IV | J. Orlando Alves

Piano: Ingrid Barancoski

Peça para flauta e piano | Sergio Roberto de Oliveira

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

As Quatro Estações | Marcos Lucas

Scherzo Trio

Piano: Ingrid barancoski

Flauta: Erick Soares

Viola: Jessé Máximo Pereira

Les nourritures terrestres | Caio Senna

Piano: Caio Senna

Orquídea | Alexandre Schubert

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

Passos | Neder Nassaro

Vídeo-música

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Piano e trio de cordas levam peças de Mozart e Schumann à série de Concertos 2018 na Casa Firjan na quinta, 8 de novembro

Especialmente reunido para esse concerto, o quarteto tem Jean Louis Steurman (piano), Felipe Prazeres (violino), Marco Catto (viola) e Marcus Ribeiro (violoncelo)

Felipe Prazeres

 É o terceiro dos cinco concertos da programação musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

Duas preciosidades da música de câmara estão no programa deste terceiro

concerto da programação musical 2018 da Casa Firjan. O Quarteto n°1 para Cordas e Piano de Mozart (1756–179) e o Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47, de Robert Schumann (1810–1856), escritos para piano e trio de cordas, ganham a interpretação de

Jean Louis Steuerman

um grupo especialmente formado para a ocasião. Ao piano, Jean Louis Steuerman, u

m dos brasileiros mais conhecidos e festejados na música clássica; o violino fica a cargo de Felipe Prazeres, a viola com Marcos Catto e o violoncelo com Marcus Ribeiro, três jovens expoentes

das estantes cariocas.

O concerto, na quinta, 8 de novembro, 19h30, é o terceiro da programação 2018 da Casa Firjan, que tem curadoria de João Guilherme Ripper. Os ingressos

Marcus Ribeiro

custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada).

“O quarteto de Schumann é talvez um dos maios belas da música. De toda a música”, declara Steuerman. “É emoção profunda, uma floresta magnífica de sons. E Mozart é uma espécie de paraíso, que na maturidade a gente compreende melhor”.

Já a peça de Mozart pede fôlego às cordas. Felipe Prazeres, que além de violinista é regente da Petrobras Sinfônica e diretor musical da orquestra Johann Sebastian Rio, considera a obra de Mozart uma das mais desafiadoras para seu instrumento:

Marco Catto

“A precisão é absolutamente necessária para alcançar a grandiosidade de Mozart”, avalia. “Mas as duas peças são extraordinárias na beleza”.

Jean Louis, responsável pela reunião dos músicos para o concerto do dia 8,  define o sentimento do evento de câmara: “Somos muito amigos. E ali, seremos quatro amigos tocando para outros amigos”.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos.

 

Quinta - 1/11 – 19h30
Piano: Jean Louis Steuerman; Violino: Felipe Prazeres; Viola: Marco Catto;
Violoncelo: Marcus Ribeiro

 

Programa:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Quarteto nº 1 para piano e cordas
-Allegro / -Andante Rondo (Allegro)

Robert Schumann (1810 – 1856)
Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47
- Sostenuto assai – Allegro ma non tropo / - Scherzo: molto vivace
- Andante cantábile -- Vivace


SERVIÇO
Data: 8/11, quinta-feira
Horário: 19h30 

Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no estado do Rio)

4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan
PROGRAMAÇÃO 2018:

13/9 – Cristian Budu (piano)
18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

Música & Texto - imprensa:Fabio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte21-99197-7465 / 21-3439-0145cezannedivulgacao@gmail.com
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Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado

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com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

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