Duo Santoro faz o concerto de estreia da programação #saladigital da Sala Cecília Meireles, sábado, dia 1/8

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Foto: Stefano Aguiar

Uma das mais tradicionais salas de concertos de país, reconhecida por sua acústica impecável, a Sala Cecília Meireles retoma sua consagrada agenda de concertos, tão aguardada desde a interrupção das atividades por conta do novo corona vírus, estreando a programação #saladigital. Inicialmente sem a presença de público, os concertos serão veiculados no canal no YouTube da instituição, assim como divulgados em todas as suas mídias sociais (Facebook, Instagram e Twitter). Para garantir a segurança dos músicos, técnicos e funcionários, a Sala Cecília Meireles seguirá o Protocolo de Segurança Sanitária da FUNARJ. Abrindo a Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom, no sábado, dia 1 de agosto, às 12h, o prestigiado Duo Santoro fará a estreia também com transmissão ao vivo pela Rádio MEC FM (93,3) – através do programa Blim-Blem-Blom, com apresentação de Tim Rescala e Betina Fonseca. A apresentação poderá ser assistida através do site https://radios.ebc.com.br/mecfmrio.

Sem a presença de público, mas com transmissão ao vivo, às 12h, pelo YouTube da Sala e pela Rádio MEC FM (93,3), no programa Blim-Blem-Blom, gêmeos violoncelistas reunirão, no mesmo palco, o patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, seus filhos violinistas Marcela e Pedro, e a percussionista Ana Letícia Barros

Família Santoro

Os irmãos Paulo e Ricardo Santoro subirão ao palco, inicialmente, para executar obras escritas exclusivamente para o duo: “Sandrino no Choro” (Adriano Giffoni), “A bênção Sandrino” (Leandro Braga), e “Cantiga Pedro e Marcela” (Dimitri Cervo). Em seguida, Paulo Santoro e Marcela, sua filha de seis anos, ao violino, apresentam “Andantino”, de S. Suzuki. Pedro, de sete anos, filho de Ricardo Santoro e também violinista, sobe ao palco junto com pai para tocar “Bourrée”, de G. F. Handel. A reunião familiar se estende em consagração com a participação do patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, que, ao lado dos violoncelistas Paulo e Ricardo, apresentam “Sarabanda da Sexta Suíte para violoncelo”, de Bach. A percussionista Ana Letícia Barros, mãe de Marcela e esposa de Paulo Santoro, se junta aos gêmeos na última parte do concerto e, reunidos, promovem uma requintada releitura de inesquecíveis obras populares: “Tico-tico no fubá” (Zequinha de Abreu), “O Trenzinho do Caipira” (Heitor Villa-Lobos) e “Brasileirinho” (Waldir Azevedo).

Ao longo de toda a programação #saladigital, serão arrecadadas doações para o Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos do Rio de Janeiro, SATED-RJ, que auxilia profissionais de teatro e música duramente atingidos pela interrupção de concertos, óperas e peças teatrais durante a pandemia.

Duo Santoro

Foto: Stefano Aguiar

Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada. Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país e também no Carnegie Hall de Nova York, na Argentina e na República Dominicana. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como Edino Krieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Tim Rescala, André Mehmari, entre outros.

Em 2013, lançaram seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, e em 2017, lançaram o segundo CD, “Paisagens Cariocas”, sendo eleito um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” pela Revista Bravo! de São Paulo. Em 2018, gravaram o CD “Retratos de Brasil en Córdoba”, como solistas da Orquesta Académica del Teatro del Libertador.

SERVIÇO:

1/8, sábado – Duo Santoro faz concerto de estreia da programação #saladigital da Sala Cecília Meireles

Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom

Horário: 12h

*Transmissão ao vivo

Sala Cecília Meireles

Transmissão pelo YouTube – https://www.youtube.com/c/SalaCecíliaMeireles/

Rádio MEC FM – (93,3) – Programa Blim-Blem-Blom

Site – https://radios.ebc.com.br/mecfmrio

Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos)

Duo Santorinho (Pedro e Marcela Santoro, violinos)

Sandrino Santoro, contrabaixo

Ana Letícia Barros, percussão

Tim Rescala e Betina Fonseca, apresentadores

PROGRAMA

Adriano Giffoni                                 –                      Sandrino no Choro

Leandro Braga                                   –                      A Bênção Sandrino

Dimitri Cervo                                     –                      Cantiga Pedro e                                                                                           Marcela

S. Susuki                                            –                      Andantino

G. F. Haendel                                    –                       Bourrée

J.S. Bach                                            –                      Sarabanda da                                                                                           Sexta Suíte

Zequinha De Abreu                           –                      Tico-Tico no Fubá

Heitor Villa-Lobos                             –                      O Trenzinho do                                                                                           Caipira

Waldir Azevedo                                –                      Brasileirinho

Fábio CezanneCezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145www.cezannecomunicacao.com.br

Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi apresentam o show “Mojave”, dia 12 de setembro, quarta-feira, na Sala Cecília Meireles

O novo repertório traz composições do gaitista e de integrantes da orquestra em arranjos originais, além de releituras de obras de Tom Jobim

 

Foto: Andrea Nestrea

Foto: Andrea Nestrea

A Orquestra de Sopros Pro Arte e o gaitista Gabriel Grossi voltam a abraçar a obra do maestro Tom Jobim, mas agora incorporando novidades autorais ao repertório que se esculpe a cada apresentação. Desta vez apresentarão o show Mojave na Sala Cecília Meireles no dia 12 de setembro, quarta-feira, com foco nas composições de Gabriel Grossi ( “Em Movimento” e “Botero” ), e dos integrantes e diretores da Orquestra, como Lourenço Vasconcellos ( “Olhar da Raposa” e “Chorinho pro gente”), Raimundo Nicioli ( “Baião pro Hermeto”, “Salsa” e “Morena” ), Thiago Pires (“Coisa de Moacir”) e Luiz Potter (“Ojoubá”). O show resgata ainda pérolas de Tom Jobim, como “Tema Jazz”, “Sue Ann” e “Mojave”, escolhidas por serem menos conhecidas e com elementos mais jazzísticos, agora arranjadas especialmente para a formação de orquestra.

Foto: Andrea Nestrea

Este encontro especial da Orquestra de Sopros Pro Arte com o gaitista Gabriel Grossi se deu pela primeira vez em dezembro de 2017 no palco do Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, em homenagem ao maestro por ocasião dos seus 90 anos. A partir de então, a parceria vem ganhando solidez e desenvoltura, abrindo espaço para obras autorais que fazem brilhar o diálogo entre a gaita e os diferentes instrumentais orquestrais, trazendo cada vez mais resultados musicais surpreendentes.Com direção musical de Claudia Ernest Dias, Raimundo Nicioli e Lourenço Vasconcelos, a Orquestra de Sopros da Pro Arte vem realizando importantes apresentações e homenagens, ao longo de quase três décadas de existência.

Serviço

Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi
Local: Sala Cecília Meireles

Data: 12 de setembro, quarta-feira
Horário: 20h

Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

Vídeos:

SALSA:

MOJAVE: 

Orquestra de Sopros Pro Arte – Gabriel Grossi

Regência – Lourenço Vasconcellos
Direção – Claudia Ernest Dias, Lourenço Vasconcelos, Raimundo Nicioli
Gaita – Gabriel Grossi

Participação especial: Guilherme Pimenta (violino)

 

PROGRAMA

1- Ojoubá - Luiz Potter/arr. Luiz Potter 
2 - Olhar da Raposa - Lourenço Vasconcellos/arr Lourenço Vasconcellos 
3 - Espontaneidade - Rafael Ribeiro/ arr Rafael Ribeiro 
4- Coisa de Moacir - Thiago Pires / arr Thiago Pires
5 - Cabeludo - Guilherme Pimenta /arr Guilherme Pimenta 
6 - O Rei e o Sol - Miguel Dias / arr Miguel Dias
7- Baião pro Hermeto - Raimundo Nicioli /arr Raimundo Nicioli 
8 - Morena - Raimundo Nicioli/ arr Raimundo Nicioli 
9 - Mojave - Tom Jobim /  arr Thiago Chatak 
10 - Sue Ann - Tom Jobim / arr Raimundo Nicioli 
11-  Tema Jazz - Tom Jobim/arr Jovino Santos  Neto
12 - Salsa - Raimundo Nicioli/ arr Raimundo Nicioli
13- Chorinho pra gente - Lourenço Vasconcellos/ arr Lourenço Vasconcellos 
14- Sou sim, soul sim - Carlos Malta/arr Carlos Malta 
15 - Em Movimento - Gabriel Grossi/ arr Gabriel Grossi e Eduardo Farias
16- Botero - Gabriel Grossi/ arr Gabriel Grossi 
17- Cabaceira Mon amour - Sivuca / arr Fabio Luna

Ayran Nicodemo apresenta composições do Prelúdio 21 neste sábado, 25, na Cinelândia, com entrada gratuita

Foto: Ariel Subirá

Foto: Marcos Lucas

Foto: Ariel Subirá

No próximo sábado, dia 25, às 15h, o Centro Cultural da Justiça Federal receberá mais um convidado dentro da série Música do Presente, promovida pelo grupo de compositores Prelúdio 21. Desta vez, o jovem violonista Ayran Nicodemo subirá ao palco da Cinelândia para interpretar as peças compostas por seus integrantes Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro – uma obra Sergio Roberto de Oliveira também será tocada, em sua memória. O concerto tem entrada gratuita.

Músico atuante no cenário brasileiro e antigo parceiro em toda a história do Prelúdio 21, Ayran Nicodemo iniciou seus estudos aos 13 anos, estudando na UFMG logo em seguida. Em 2010 e 2011 integrou como spalla e chefe de naipe a OSB Jovem, como também foi spalla e solista da Camerata Sinfônica do Rio de Janeiro em 2011 e 2012. Frequentemente colabora com as principais orquestras do Rio de Janeiro (Orquestra Petrobrás Sinfônica, OSB Ópera & Repertório e Orquestra Sinfônica Nacional).

 

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:

25/08 – Sábado – Prelúdio 21 convida Ayran Nicodemo
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
Programa:

Neder Nassaro -  “Contra o tempo”

Alexandre Schubert - “Três Micropeças”

Marcos Lucas - “Ricercare”

José Orlando Alves - “Memorie II”

Caio Senna - “A escala espiral”

Sergio Roberto de Oliveira - “Enxergando Cores”

Chico Amaral faz show inédito com Leo Gandelman

Foto: Cynthia C Santos https://www.flickr.com/photos/137661929@N06/sets/72157699726526195

Chico Amaral faz show inédito com Leo Gandelman em série que recebe convidados Saxofonista carioca é o segundo convidado do projeto Chico Amaral convida Parceiros

Depois de receber Ed Motta na estreia do projeto em que fará shows com artistas convidados, é a vez de Chico Amaral subir ao palco com o carioca Leo Gandelman no dia 15 de agosto, as 21h, no Centro Cultural Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2224 – Belo Horizonte/MG).

O segundo espetáculo da série Chico Amaral Convida Parceiros apresenta um repertório que valoriza o saxofone e a identidade dos artistas na música instrumental. Além das composições próprias de cada músico, o público também poderá curtir versões de importantes compositores da música brasileira, como Baden Powell, Ary Barroso e Carlos Lyra.

Foto: Cynthia C Santos

Apesar da grande afinidade musical, esta será a primeira vez que Chico e Leo dividem os palcos. Os músicos se conheceram por admirarem o trabalho um do outro e ao longo de suas carreiras, estiveram sempre trocando ideias e elogios – Leo Gandelman é quem assina a apresentação do primeiro disco solo de Chico.

“Além de termos o saxofone em comum, Leo e eu temos uma trajetória dentro da música instrumental, que faz parte da minha história. Nunca compomos juntos, mas já tive a oportunidade de abrir alguns de seus shows. Nos anos 80, Leo trouxe um novo padrão para a música instrumental brasileira”, elogia Chico Amaral.

O show traz músicas das carreiras de Chico Amaral e de Leo Gandelman, além de outros artistas que os músicos admiram e possuem afinidade.

“Nosso encontro inédito é uma chance para o público apreciar e conhecer mais um pouco da música instrumental. Leo toca música brasileira com classe, bom gosto e balanço. Certamente será um grande show”, comenta Chico.

O Projeto É impossível pensar a carreira do multifacetado Chico Amaral sem relembrar importantes encontros com compositores, intérpretes e instrumentistas ao longo de sua trajetória.

É celebrando esse percurso que o artista concebeu o projeto patrocinado pela Claro “Chico Amaral Convida Seus Parceiros”, onde receberá músicos e amigos em shows inéditos no Teatro do Centro Cultural do Minas Tênis Clube, entre julho e outubro de 2018.

Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas.

Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows, contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro. “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Erik Fernandes, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço: 

Chico Amaral Convida Seus Parceiros – Leo Gandelman 

Data: 15 de agosto – quarta-feira Horário: 21h 
Local: Centro Cultural Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2224 – Belo Horizonte/MG) 
Classificação Etária: Livre 
Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC e pelo link: http://bit.ly/chicoeleo
Press Comunicação – 31 3245-3778 

Nina Rocha – nina.rocha@presscomunicacao.com.br – 98735-8080 

Cláudia Tanure – claudia@presscomunicacao.com.br – 99956-6452

Daniela Spielmann lança seu primeiro CD autoral em 20 anos de carreira, sábado, 11 de agosto, na Sala Baden Powell

Foto: Clau Pomp

Foto: Clau Pomp

Há 15 anos sem lançar álbum solo, desde o bem sucedido “Brazilian Breath”, de 2003, saxofonista lança “Afinidades”, inspirado na amizade e nos afetos, com participações especiais de Aurea Martins, Sheila Zagury , Silvério Pontes, Alexandre Romanazzi, Beto Cazes, e muitos outros

 

Foto: Clau Pomp

Lá vem ela de novo com sua luz e musicalidade. Depois de dois anos de ensaios, arranjos e gravações, a saxofonista e flautista Daniela Spielmann está lançando o CD “Afinidades”, o primeiro disco autoral em 20 anos de carreira, a contar do álbum de estreia do grupo Rabo de Lagartixa, lançado em 1998. O novo disco terá show de lançamento no dia 11 de agosto, sábado, na Sala Baden Powell, em Copacabana. Instrumentista virtuose, reconhecida por seus pares e por onde passa, nesse CD, Dani também se mostra como exímia arranjadora e compositora.Gravado com o seu Quarteto com Xande Figueiredo na bateria, Domingos Teixeira no violão e Rodrigo Villa no contrabaixo, todos amigos e parceiros de projetos musicais–o novo disco ganhou ainda diversas participações especiais, como Sheila Zagury (piano), Anat Cohen (clarinete), Silvério Pontes (trompete e flugel), Alexandre Romanazzi (flauta), Dudu Maia (bandolim), IdrissBoudrioua (sax alto), Beto Cazes (percussão), Nando Duarte (violão de 7; Cordas), viola (DhyanToffolo), violoncello (Matheus Ceccato) e nos violinos Oswaldo Carvalho, Rogério Rosa, Glauco Fernandes, William Doyle.

A atmosfera de sintonia, amizade e afeto é o que permeia todo o trabalho e se reflete em seu próprio nome: “Afinidades”. “A afinidade ocorre quando há encontros verdadeiros, quando a gente se sintoniza com ideias, gostos e sentimentos de outra pessoa. Todas as músicas do álbum são dedicadas a pessoas e situações onde a afinidade aconteceu”, explica Dani Spielmann.  O CD contém faixas para estudo musical, sem os solos, e partituras em PDF para vários instrumentos.

A saxofonista compôs, arranjou e produziu um repertório com composições inspiradas em situações e afetos que vivenciou. Estudiosa da música brasileira, musicalmente, o CD abraça diversos gêneros brasileiros e hibridações como: maracatu, samba-choro de gafieira, afoxé, baião, samba-latino e bossa-nova, um reflexo também da pluralidade musical do quarteto. Fortemente marcado pela brasilidade, seja pelo repertório ou pela maneira de tocar, o quarteto se inspira na premissa jazzística de criação coletiva, ao vivo, primando por sutilezas de comunicação que só o tempo e o conhecimento profundo da alma musical permitem.

Foto: Clau Pomp

O quarteto começou a se apresentar em 2001, período de lançamento do primeiro CD da saxofonista,“Brazilian Breath”, indicado ao Grammy Latino em 2002. Ao longo do tempo, os shows contaram com as participações de Aurea Martins, Sivuca, Ricardo Silveira, Zé Menezes, Anat Cohen, Nicolas Krassic , Silvério Pontes e Zé da Velha, Zélia Duncan, entre muitos artistas. Desde então, o quarteto vem participando de inúmeros festivais nacionais e internacionais.

 

 Daniela Spielmann

 Dá pra contar nos dedos a quantidade de saxofonistas brasileiras em atividade. Daniela Spielmann é uma delas e nome obrigatório entre os craques do saxofone. Seus grandes trunfos são a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos. Sua trajetória é longa e farta de projetos importantes. Em 2001, lançou seu primeiro CD solo – BRAZILIAN BREATH, trabalho que foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez parte da banda “Altas Horas” do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 a 2014, na TV Globo elaborando arranjos semanais de acordo com o repertório do programa. É integrante também do grupo Rabo de Lagartixa, duo Spielmann- Zagury, Mulheres em Pixinguinha, Choro na Rua  e Cordão do Boitatá. Já se apresentou com grandes nomes do cenário da MPB Instrumental como: Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, cantores como: Aurea Martins, Moyseis Marques, Zélia Duncan, entre outros.

Daniela participa anualmente como solista convidada desde 1998 no Clube do Choro de Brasília e em vários festivais como líder, no Brasil e no mundo em países como: USA, Argentina, Chile, Colômbia, France, Suíça, Portugal, Israel, Paraguai. Em 2017 foi convidada a dar aulas no Choro Camp em PortTownsend – Seattle, junto ao trio brasileiro e Anat Cohen. Ao longo do período em que trabalhou na TV se apresentou com inúmeros artistas de variados estilos como, Sidney Magal, Fafá de Belém, Paula Lavigne, Elza Soares, Jota Quest entre outros. Em 2014 começa a integrar o grupo de palco do Cordão do Boitatá tendo se apresentado e contribuído com arranjos nos palcos carnavalescos nos shows de 8 horas de duração com artistas renomados, internacionais e nacionais de diversos estilos e gêneros, como Kezya Jones, Graça Cunha, João Donato, Pedro Miranda. Em 2016 se junta ao trompetista Silvério Pontes e iniciam uma parceria no projeto Gafierando e Choro na rua.

 

SERVIÇO:

 11/08 , sábado – Daniela Spielmann lança o CD “Afinidades” na Sala Baden Powell

Horário: 19h

Endereço: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360

Ingresso: 20,00 inteira e 10,00 meia-entrada

Informações: 2547-9147 / 98675-4222

Classificação LIVRE

Duração: entre 1 hora e 1 hora e quinze minutos

Gênero: música instrumental e vocal brasileira

 

Ficha técnica do Show

Produção musical: Daniela Spielmann

Composições, arranjos, flauta, sax soprano e sax tenor: Daniela Spielmann

Bateria: Xande Figueiredo

Violão e guitarra: Domingos Teixeira

Contrabaixo elétrico e acústico: Rodrigo Villa

 

Participações especiais:

Silvério Pontes flugel e trompete

Alexandre Romanazzi – Flauta

Sheila Zagury,- piano

Aurea Martins – voz

Beto Cazes – percussão

 

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145
www.cezannecomunicacao.com.br

 

Lançamento do Cd “O piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, dia 07 de julho, sábado, às 16h no Espaço Guiomar Novaes (Sala Cecília Meireles)

Em memória ao compositor e produtor carioca falecido há um ano, novo disco reúne obras suas e do maestro Ricardo Tacuchian, com interpretação de excelência das pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski. Disco será gratuito para quem comprar ingresso no dia do recital

 

 

            Comprovando a imortalidade da arte, sua transcendência e legado, chega às lojas físicas e virtuais o CD “O piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, reunindo obras do saudoso músico tijucano, falecido há quase um ano, e do consagrado maestro e compositor, todas interpretadas pelas pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski. O disco é um lançamento da gravadora carioca A Casa Discos, que tinha Oliveira como proprietário e gestor, e agora se renova, determinada na manutenção da memória do seu criador e também no desenvolvimento de novos projetos eruditos e instrumentais, tendo à frente seu amigo e renomado clarinetista Cristiano Alves.

Resultado de uma recente parceria e amizade entre os compositores, o CD começou a ser concebido em 2015, quando Tacuchian procurou a gravadora para produzir o disco “Água-forte: duo Grosman-Barancoski interpreta Tacuchian”. Segundo o próprio Tacuchian, “o processo de gravação em estúdio nos aproximou, eu, ele e as duas pianistas, Miriam e Ingrid. Assim tive a oportunidade de conhecer melhor sua personalidade sempre gentil, sua capacidade de trabalho e liderança e, acima de tudo, sua musicalidade. Ao concluirmos o projeto que nos deu tanto prazer, não só pela realização artística mas também pelo contato humano que desfrutamos, Sérgio me procurou para consultar se eu concordaria em realizar outro CD, agora em parceria com ele, com as mesmas pianistas, por quem ele passou a ter grande apreço pelo talento e arte, e pela integridade e seriedade de ambas”.

A produção do CD foi, de certa forma, interrompida por conta da doença fatal do compositor e produtor, diagnosticada em 2016. Todavia, neste mesmo ano, Sergio Roberto de Oliveira não abdicou de muitos de seus planos. Viveu um intenso processo interno de reformulação de valores e da vida. Na rede social ele escreveu sobre 2016: “Foi um ano bem diferente do que eu poderia imaginar. Os votos de saúde acabaram não sendo muito efetivos, mas um outro, que ninguém desejou, fez a diferença: sabedoria. Sim, foi um ano de aprendizado, autoconhecimento, fé. Quem me conhecia e ficou, digamos, 10 meses sem me ver, não me reconheceria. E não falo da magreza, mas das mudanças profundas em tudo dentro de mim”.  O músico veio a falecer no dia 11 de julho de 2017 e, praticamente em seu leito de morte, concluiu sua obra-prima, a ópera “Na Boca do Cão” e terminou, já doente, seu último CD Paineiras, com uma obra sua de mesmo nome.

O CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian” nasce, segundo o maestro, com um novo significado: “uma homenagem ao compositor que, apesar de partir tão cedo, deixou fortes marcas no panorama musical brasileiro de sua geração. Seu legado continua produzindo frutos”. A primeira parte do disco reúne peças de Oliveira para piano: “Brasileiro”, “Prelúdios Tijucanos” (em três movimentos) e “Atonas”. As composições de Tacuchian ocupam a segunda parte do CD, com as obras “Ernesto Nazareth no Cinema Odeon”, “A Bailarina” (com dez movimentos) e se encerra com “Le Tombeau de Alejadinho”.

 

O Repertório:

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA

 Brasileiro   (Miriam Grosman)

Obra escrita em 2014 “em homenagem ao mestre César Guerra-Peixe, no ano de seu centenário”.  A música é dedicada à pianista Midori Maeshiro. A brasilidade velada da peça, sugerida pelo título e pela homenagem a Guerra-Peixe que seguia um credo nacionalista, evita, no entanto, recursos nativos óbvios. Sua construção é inovadora, começando com uma textura bastante transparente que vai se adensando, à medida que a obra progride para o final quando o piano é tratado percussivamente. Uma pequena coda, com acordes arpejados e de duração longa, retoma a transparência inicial da música.

Prelúdios Tijucanos    (Miriam Grosman)

Os Prelúdios Tijucanos, obras com uma fluência livre, escritas em 2015, são evocativas do bairro onde o compositor nasceu e sempre viveu. A Tijuca é o trecho urbano da zona onde floresce uma parte da Mata Atlântica, chamada Floresta da Tijuca. O compositor compõe um painel que lembra a sua infância e, para isso, usa indicações expressivas mais poéticas do que as convencionais. O Prelúdio nº 1 é Alto da Boa Vista, com a indicação “Fluid” (sic). É “dedicado ao Maestro Beetholven Cunha, com sinceridade e admiração”. O segundo Prelúdio, Amendoeiras, tem a indicação “Fluindo, como a vida” e é “para a querida Erika Ribeiro, que há tanto tempo eu queria dedicar uma música, um pedacinho da minha infância”.  O terceiro Prelúdio, O Céu e o Balão Azul, oferece a indicação “Sonhando” e é dedicado “para o Serginho”.

 

Atonas    (Ingrid Barancoski)

O compositor se inspirou na Sonata op. 1 de Alban Berg, optando por uma estrutura ternária com reexposição da primeira ideia, trabalhando todo o tempo com um cromatismo sem uma tonalidade definida e, como a op. 1 de Berg, escrita em apenas um movimento. Aliás, Atonas é um anagrama de Sonata. Na partitura, no local destinado ao autor, vem escrito GERB NABLA, também um anagrama de Alban Berg. Não há indicação de data da composição.

 

RICARDO TACUCHIAN

 Ernesto Nazareth no Cinema Odeon   (Miriam Grosman)

Obra encomendada e estreada pelo pianista Alexandre Dias e a ele dedicada, em 2014, evoca a figura do compositor brasileiro Ernesto Nazareth que morreu num hospício devido a distúrbios mentais que apareceram no final de sua vida. Tacuchian imaginou a volta de Nazareth, depois de morto, ao Cinema Odeon, onde ele lançou a maioria de seus sucessos. A célula Sol-Fá#, repetida várias vezes, representa uma força que o atrai de volta para o Além. No meio de seu delírio ele tem a impressão de ouvir algumas de suas valsas ou de seus tangos brasileiros. Tacuchian não usou temas de Nazareth para compor esta música.

 

A Bailarina    (Ingrid Barancoski)

As dez pequenas peças da Série A Bailarina foram escritas quando nasceu o primeiro neto do compositor, Felipe Lamy Tacuchian, em 2007. Várias profissões são citadas e só no último movimento aparece o nome do Felipe com a bailarina. A obra foi concebida para ser tocada de dois modos: por pianistas iniciantes ou por concertistas. A primeira audição da Série foi feita por José Wellington, no Rio de Janeiro, no mesmo ano de sua criação.

 

Le Tombeau de Aleijadinho   (Ingrid Barancoski)

Obra de 2011, inspirada pelo autor quando visitou o túmulo de Aleijadinho, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antonio Dias, em Ouro Preto. O compositor concebeu a ideia de escrever um Tombeau, em homenagem ao grande mestre da arquitetura e escultura barroca brasileira (Antonio Francisco Lisboa, Vila-Rica, hoje Ouro Preto, 1738-1814). A obra é constituída por uma introdução, com sugestões de sinos de igreja, seguida de uma melodia nostálgica em estilo antigo. A primeira audição para piano (existe a versão sinfônica) foi realizada no Rio de Janeiro por Miriam Grosman, em 2013.

 SÉRGIO ROBERTO DE OLIVEIRA

 Sérgio Roberto de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro em 1970, falecendo na mesma cidade em 2017, com 47 anos incompletos. Graduado em Composição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), na classe de Dawid Korenchendler, teve, também uma orientação informal com Guerra Peixe. Sua carreira de compositor foi vertiginosa, principalmente depois que ele fundou um coletivo de compositores, intitulado Prelúdio 21, e que apresentava, mensalmente, uma estreia contemporânea de cada compositor, durante os últimos 10 anos de sua vida. Sua produção cobriu desde peças para instrumentos solistas, conjuntos de câmara, música coral, música sinfônica e ópera. Importantes grupos camerísticos gravaram sua obra como o Quarteto Radamés Gnattali, Quinteto Lorenzo Fernandez, Trio Capitu, Trio Paineiras, Duo Santoro, Duo Bretas-Kevorkian, GNU, entre outros. Sua obra Phoenix, para clarineta e orquestra, foi gravada pelo clarinetista Cristiano Alves, com a Orquestra Sinfônica Nacional, sob a regência do maestro Tobias Volkmann. Sua ópera de câmara, Na Boca do Cão, em parte escrita em seu leito de morte, teve uma vitoriosa temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, apresentando a soprano Gabriela Geluda.

Paralelamente à sua carreira de compositor, Sérgio Roberto desenvolveu em seu curto período de vida, uma intensa liderança musical, promovendo festivais como a Bienal Música Hoje, proferindo palestras, inclusive no exterior, como nas universidades inglesas e americanas, ensaiando uma digressão no mundo do cinema com a direção do curta Ao Mar, em 2014,  ou criando a música para os filmes A dívida, que teve uma indicação no Festival Internacional de Cinema de Madri, na categoria de Melhor Música para Filme e no Filmmaker Festival of World, em Milão na categoria de trilha sonora. Obteve reconhecimento por seu trabalho com as duas indicações do Grammy Latino, respectivamente em 2011 e 2012, e a posição conquistada de Artist-in-Residence, na Duke University in North Caroline.

Outra audaciosa e vitoriosa realização de Sérgio Roberto foi a fundação de A Casa Estúdio, em 1998, que já produziu cerca de 30 CDs dedicados à música brasileira contemporânea. Sua morte foi sentida por toda a comunidade musical brasileira e pela imprensa e várias homenagens foram realizadas em sua memória, na cidade onde nasceu e desenvolveu sua meteórica liderança e arte.

RICARDO TACUCHIAN

Ricardo Tacuchian é regente e compositor. Graduado em Piano, Composição e Regência pela UFRJ e Doutor em Composição pela University of Southern California. Sua obra (com mais de 250 títulos) já foi tocada no Brasil e em praticamente todos os países da Europa e das Américas, em cerca de duas mil apresentações ao vivo, além de programas radiofônicos, no Brasil, Estados Unidos e Europa. As principais orquestras brasileiras incluem sua obra em seus programas. A Bibliografia geral sobre ele abrange inúmeros itens entre Livros, Dicionários, Livros de Referência, Artigos em Revistas Especializadas, Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado, de várias partes do mundo. Seu nome é verbete do Grove Music Dictionary II (2001), do Baker’s Biographical Dictionary of Musicians, 9th edition (2000) e do Die Musik in Geschichte und GegenwartMGG(2007), entre outras obras internacionais. Nas comemorações pela passagem de seus 75 anos, a Biblioteca Nacional e a Academia Brasileira de Música lançaram, respectivamente, os livros Ricardo Tacuchian e sua Obra, Catálogos e notas biográficas (E. Higino e V. R. Peixoto, organizadoras. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2014), e Ricardo Tacuchian e o Violão (Humberto Amorim, Rio de Janeiro: ABM, 2014). Sua Discografia alcança mais de 100 fonogramas em cerca de 50 diferentes CDs, inclusive gravações lançadas nos Estados Unidos, além das antigas gravações em LP (vinil). Dentre as posições que já exerceu destacam-se as de Professor Titular da UFRJ e da UNIRIO, Professor Visitante da State University of New York at Albany e da Universidade Nova de Lisboa, Consejero del Centro de Estudios Brasileños de la Universidad de Salamanca,  bolsista da Capes, CNPq, Other MindsAppolon Stiftung, Fulbright Commission e da Rockefeller Foundation. Tacuchian regeu o maior conjunto instrumental de toda a história da música brasileira: uma banda com dois mil instrumentistas (Rio de Janeiro: Praça da Apoteose, 15/12/1985). Foi Regente Titular da Orquestra da UNIRIO (2002-4) e, em 2004, regeu, na cidade do Porto, um concerto coral sinfônico, todo ele dedicado à sua própria obra.

Tacuchian foi eleito, em 1981, membro da Academia Brasileira de Música, da qual foi Presidente em duas ocasiões. É também membro da Academia Brasileira de Arte.

 

SERVIÇO:

Dia 7 de julho, sábado – Lançamento do CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”
Local: Espaço Guiomar Novaes - Sala Cecília Meireles

Intérpretes: pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski

Horário: 16 HORAS
Ingressos: R$10.00 e R$ 5.00

Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro
Informações:  (21) 2332-9223

Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site www.ingressorapido.com.br

 

Programa:

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA
BRASILEIRO                                                                                              
PRELÚDIOS TIJUCANOS                       
Alto da Boa Vista
Amendoeiras   
III. O Céu e o Balão Azul
ATONAS
RICARDO TACUCHIAN  
ERNESTO NAZARETH NO CINEMA ODEON
A BAILARINA
A bailarina e o jardineiro  
A bailarina e o motorista 
III. A bailarina e o mendigo
A bailarina e o médico
A bailarina e o mágico   
A bailarina e o poeta
VII. A bailarina e o pescador
VIII. A bailarina e o alpinista
A bailarina e o pintor
Felipe e a bailarina
LE TOMBEAU DE ALEIJADINHO

 

 

CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”
Gravadora: A Casa Discos
Distribuição nacional: Tratore
Preço médio: R$30,00

 

 

Fábio Cezanne
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Duo Santoro, José Staneck e Ana Letícia Barros apresentam “Do Clássico à Bossa Nova”, na Cidade das Artes, neste sábado, 5 de maio

Concerto faz parte da série Música de Câmara na Cidade das Artes e também fará homenagem aos 70 anos do compositor Ronaldo Miranda

Foto: Aguiar

Heitor Villa-Lobos é, sem dúvida, um dos maiores compositores do século XX. Com sua genialidade e patriotismo, o compositor rompeu grandes barreiras na música de concerto, colocando a cultura e o folclore brasileiros em evidência no mundo através de suas obras. Sendo violoncelista, Villa-Lobos sabia como poucos escrever para o instrumento. Seu principal ciclo de obras, as Bachianas Brasileiras, possui grande destaque para o violoncelo. As Bachianas de números 1 e 5, por exemplo, foram escritas somente para grupos de violoncelos. Paralelamente à ‘era Villa-Lobos’, a música popular brasileira também se desenvolve grandemente no século XX, com o surgimento da modinha, do choro, do samba, tendo seu auge na bossa nova.

Foto: Aguiar

No projeto “Do clássico à bossa nova”, o Duo Santoro pretende mostrar, através da fusão incomum entre violoncelos, harmônica e percussão, esses dois lados da música brasileira: o erudito, com destaque à homenagem os 70 anos do grande compositor Ronaldo Miranda; e o popular, com a sofisticação do samba e da bossa nova.

Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro, formado pelos irmãos gêmeos Paulo e Ricardo Santoro, completa 28 anos de existência em 2018, com dois CDs lançados dedicados à música brasileira erudita e popular, já tendo realizado concertos por todo o Brasil, na República Dominicana e no Carnegie Hall de Nova York, com obras compostas especialmente para o Duo pelos mais importantes compositores brasileiros.

Foto: Aguiar

Na percussão, o Duo Santoro conta com o sotaque brasileiro de Ana Letícia Barros, professora de percussão e de música de câmara da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, já tendo ministrado aulas em diversas universidades nacionais e internacionais, tais como University of Georgia, Eastman School of Music e New York University.

Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Oliver Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação no desenvolvimento e divulgação de seu instrumento pelo crítico Luiz Paulo Horta, José Staneck tem um estilo próprio onde elementos tanto da música de concerto quanto da música popular brasileira e do jazz se fundem a serviço de uma sonoridade e expressividade marcantes.

A busca do novo a cada dia, a procura de diferentes sonoridades e de novas formas de expressão: esta é razão para a formação deste inusitado quarteto. É exatamente esta fusão de estilos que aproxima os quatro artistas, numa verdadeira conversa musical valorizada pela riqueza tímbrica que resulta dos sons dos violoncelos com a harmônica e com a percussão, em concertos sempre com lotação máxima de público.

 

SERVIÇO:

 

05/05, sábado – Duo Santoro, José Staneck e Ana Letícia Barros na Cidade das Artes

Local: Teatro de Câmara

Horário: 20 horas

Endereço: Avenida Ayrton Senna, 5300 - Barra

Informações: 3328-5300

Ingresso: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia-entrada)

Duração: 90 minutos em média

Classificação: Livre

 

Programa:



RONALDO MIRANDA – Diálogos*



JOÃO GUILHERME RIPPER - Cantiga e Desafio*



ADRIANO GIFFONI - Ladeiras de Olinda



HEITOR VILLA-LOBOS - Bachianas Brasileiras nº 4 (Prelúdio)

                                           - Bachianas Brasileiras nº 5 (Ária)

                                           - Bachianas Brasileiras nº 2 - (O Trenzinho do Caipira)



CHIQUINHA GONZAGA - Lua Branca e Gaúcho



TOM JOBIM - Luiza

                       - Dindi

                       - Chega de Saudade

  1. GONZAGA e H. TEIXEIRA - Asa Branca e Baião

WALDIR AZEVEDO - Brasileirinho





*musicas dedicadas ao Duo Santoro

 

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HARMONITANGO FAZ SHOW NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES

Foto: Cicero Rodrigues

Trio formado por José Staneck (gaita), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) executa clássicos do movimento Tango Novo, que comemora, junto com a Bossa Nova, seus 60 anos

 O Harmonitango fará três apresentações no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2018 (sexta, sábado e domingo), às 19h. No programa das apresentações, o repertório do CD lançado em 2017, em homenagem a Astor Piazzolla, que é o primeiro do trio, além de outras obras-primas do músico argentino,como as Quatro Estações Portenhas. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Foto: Cicero Rodrigues

De formação inusitada, o grupo é composto por músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica de seus instrumentos e criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante.

A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.

“Tanto o bandoneon quanto a harmônica tem origem no mesmo instrumento oriental chamado sheng – voz sublime. Trazer o repertório do grande mestre Piazzolla para a harmônica explorando suas similitudes, torna-o ainda mais intimista e emotivo”, explica José Staneck.

Com produção de Sérgio Roberto de Oliveira, o CD de estreia do Harmonitango inclui duas das maiores criações de Piazzolla: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, na gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, NovitangoUndertangoAmelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.

Harmonitango

Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada. O grupo tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e dos grandes compositores brasileiros, tudo com arranjos feitos pelos próprios músicos.

Ficha técnica:

Gaita: José Staneck
Piano: Sheila Zagury
Violoncelo: Ricardo Santoro

Produção executiva: Kryka Pujol
Direção Artistica: Jose Staneck 
Realização: Aplauso Conexão Musical
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 

Serviço:

Harmonitango faz show na CAIXA Cultural
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues  
Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3509-9600/ (21) 3980-3815  

Lotação: 400 lugares (08 para cadeirantes). 

Datas: 13, 14 e 15 abril de 2018 (sexta, sábado e domingo)
Horário: 19h
Duração: 70 min

Ingressos: Plateia - R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)/ Balcão: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 10, na bilheteria do Teatro).

Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

 

Assessoria de imprensa:
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
Fábio Cezanne – (21) 99197-7465 | (21) 3439-0145
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Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ)
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Duo Santoro faz concerto gratuito na quinta-feira, 5 de abril, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro

Com transmissão ao vivo pela internet, concerto faz parte da série “Música de Primeira”, há dez anos ininterrupta na cidade

Foto: Stefano Aguiar

            Os gêmeos violoncelistas Paulo e Ricardo Santoro farão, na quinta-feira, 5 de abril, às 19h30min, um notável concerto na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, no Estácio, comemorando os 10 anos da série “Música de Primeira”. No programa, uma estreia mundial: “Pizicato Music nº 1 e nº 2”, do compositor paraibano Siqueira de Sá, além de peças escritas por Boccherini (Sonata em Dó Maior), Couperin (Concerto), Nestor de Hollanda (Jovem Guarda) e Villa-Lobos (O Trenzinho do Caipira). Do CD “Paisagens Cariocas”, lançado em 2017 e eleito pela Revista Bravo! de São Paulo como um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” do ano, composições de Leandro Braga (A Bênção, Sandrino), Dimitri Cervo (Pedro e Marcela) e Waldir Azevedo (Brasileirinho). O concerto tem entrada gratuita e será transmitido ao vivo no site, no Youtube e no Facebook oficias da Primeira Igreja Batista.

Foto: Stefano Aguiar

            Os violoncelistas Paulo e Ricardo Santoro iniciaram os estudos musicais com o pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. Em 1989, graduaram-se pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude, e hoje são mestres pela UFRJ e pela UNIRIO. Pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde já se apresentaram várias vezes como solistas, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como trios, quartetos e outros duos.

            Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada. Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como Edino Krieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda etc.

            Por unanimidade, Paulo e Ricardo Santoro receberam da “União Brasileira de Escritores” os prêmios PERSONALIDADE CULTURAL do ano de 1995 e MEDALHA DO MÉRITO CULTURAL de 2014, além das condecorações “MEDALHA DE OURO” e “MEDALHA DE PRATA” conferidas pela Escola de Música da UFRJ em 1992.

            Nas comemorações dos seus vinte anos, se apresentaram em praticamente todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no famoso Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram o seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, obtendo grande repercussão na imprensa nacional e internacional. Em 2017, lançaram seu segundo CD, “Paisagens Cariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular, sendo eleito um dos “10 álbuns imperdíveis de música erudita” pela Revista Bravo! de São Paulo.

 

Programa
BOCCHERINI Sonata em Dó Maior
COUPERIN Concerto
NESTOR DE HOLLANDA Jovem Guarda*
SIQUEIRA DE SÁ Pizzicato Music nº 1 e nº 2**
DIMITRI CERVO Pedro e Marcela*
HEITOR VILLA-LOBOS O Trenzinho do Caipira
LEANDRO BRAGA A Bênção, Sandrino*
WALDIR AZEVEDO Brasileirinho
*música dedicada ao Duo Santoro
**música dedicada ao Duo Santoro e primeira audição mundial

 

SERVIÇO:

Série Música de Primeira – Temporada X, Concerto 89º
Grupo: Duo Santoro
Data: 05/04/2018, quinta-feira
Horário: 19h30min
ENTRADA FRANCA
Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro (tel: 2197-0900)
Rua Frei Caneca, 525 – Estácio (em frente ao Hospital da Polícia Militar)
De Metrô, acesso pela estação Estácio ou Praça XI
Vagas para 20 carros no pátio da Igreja, sem exclusividade
Transmissão ao vivo do concerto pela internet em: 
http://www.facebook.com/pibrjoficial
http://www.youtube.com/pibrjTV
http://www.musicadeprimeira.wordpress.com

 

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Alfredo Dias Gomes comemora 25 anos como baterista solo em seu nono CD de carreira

Tendo acompanhado, até 1993, shows e gravações de artistas como Ivan Lins e Hermeto Pascoal, dentre muitos outros, músico carioca lança “JAM”, CD totalmente autoral, dedicado ao JAZZ ROCK e masterizado por Alex Gordon no Abbey Road Studios, com lançamento exclusivo para streaming e plataformas digitais

Com longa carreira a serviço de estrelas da música brasileira, o baterista Alfredo Dias Gomes decidiu, a partir de 1993, se dedicar a sua maior aspiração: trilhar próprios rumos, compondo e gravando suas maiores influências. Foi quando deixou de integrar a banda de Ivan Lins, com quem viajou o mundo inteiro, para passar a reger de forma independente as próprias baquetas. Desde então, após noves trabalhos solos (8 álbuns e 1 single) e uma vídeo-aula (“Exercícios e Ritmos”, de 1998), o músico carioca está comemorando os 25 anos de sua proclamação com o CD “JAM”, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa,  por Thiago Kropf, e masterizado por Alex Gordon no mítico Abbey Road Studios, de Londres. O novo disco reúne toda a sinergia do jazz rock, grande influência do baterista desde a adolescência, e traz dois exímios instrumentistas: o contrabaixista Marco Bombom (da lendária Conexão Japeri, de Ed Motta) e o guitarrista Julio Maya, com quem Alfredo tocou no início de carreira, convidando-o posteriormente para participar dos seus primeiros discos solo, “Serviço Secreto” (1985), “Alfredo Dias Gomes” (1991) e “Atmosfera” (1996). Com lançamento exclusivo em plataformas digitais, o CD já se encontra disponível para download e streaming no iTunes, Spotify, Napster e CD Baby.

O CD “JAM” abre com “The Night”, faixa surgida a partir de criações do baterista no teclado e composta exclusivamente para a formação bateria, baixo, guitarra e teclado. Na sequência, “Dream Aria” exalta o acaso e a espontaneidade: nascida de um groove no teclado à espera da banda chegar, a música teve a bateria definitiva gravada antes mesmo de nascer a melodia e se gravar os outros instrumentos. Em seguida, o baterista sintetiza em “High Speed” suas grandes influências setentistas: Billy Cobham, Mahavishnu Orchestra, The Eleventh House. A faixa “Spanish” foi pensada em destacar o baixo, com a melodia e o solo de “baixolão” do Marco Bombom. Única música “pronta” do disco, “Jazzy” ganhou releitura para esta formação, já tendo sido gravada pelo baterista em 2005 no seu Cd “Groove”. A faixa-título “JAM”, primeira a ser gravada, foi concebida exatamente conforme o nome: uma jam session, composta com arranjos na hora dos takes com Maya e Bombom. A faixa solo “Experience”, também criada a partir de frases no teclado pelo baterista, termina com um solo livre de bateria utilizando afinação diferente, mais aguda do que costuma usar. Após o disco já concluído – inclusive já masterizado! – o baterista incluiu “The End”, sentindo a necessidade de uma música do trio tocando ao mesmo tempo, encerrando uma jornada concebida no improviso e no virtuosismo.

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco “Cérebro Magnético” e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival.  Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros.  Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Completam sua discografia Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

CD JAM – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming
https://open.spotify.com/album/7h8bvSNrmKr0aU0b65Gnv3
https://us.napster.com/artist/alfredo-dias-gomes/album/jam
https://itunes.apple.com/br/album/jam/1321749461 
https://store.cdbaby.com/cd/alfredodiasgomes9

 

FICHA TÉCNICA
Alfredo Dias Gomes
Bateria e Teclados
Julio Maya
Guitarra
Marco Bombom 
Baixo e Acoustic Bass Guitar
Gravado e mixado por
Thiago Kropf no ADG STUDIO
Masterizado por
Alex Gordon no ABBEY ROAD STUDIOS 
Produzido por
Alfredo Dias Gomes
Programação Visual
Rec Design 
Todas as composições são de Alfredo Dias Gomes

 

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