“A Criação”, de Joseph Haydn, será apresentada no Theatro Municipal, domingo, 9/12

Obra-prima do considerado “pai” da sinfonia e um dos mais famosos do Classicismo, oratório que conta a criação do mundo ganha interpretação da Orquestra Sinfônica da UFRJ e do Coro Brasil Ensemble, com regência de André Cardoso

Na série Domingo no Municipal, no dia 9 de dezembro, às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coro Brasil Ensemble-UFRJ apresentam um programa especial, ouvido pela última vez no Rio de Janeiro em 2012: o oratório A Criação, de Franz Joseph Haydn. O texto em inglês, que tem como base o Gênesis e traz ainda trechos do Livro de Salmos e do poema “O Paraíso Perdido”, de John Milton, conta a criação do mundo. A música é considerada uma das mais importantes e carismáticas de toda a história.

A inspiração de Haydn para compor seu primeiro oratório surgiu sob a influência dos famosos oratórios de Handel, que o compositor assistiu alguns anos antes, como O Messias. Ele o compôs em Viena entre 1796 e 1798, afirmando, ao final, ter investido tempo nele “porque queria que durasse”. Assim, A Criação acabou se tornando a obra-prima daquele que é considerado o “pai” da sinfonia e um dos principais e mais famosos (inclusive, à época) compositores do Classicismo, época de Mozart e que se encerra com Beethoven.

A obra é escrita para orquestra, coro e três solistas que interpretam os anjos Gabriel (soprano), Uriel (tenor) e Rafael (baixo) na primeira parte, e Adão (baixo) e Eva (soprano) na segunda. Michele Menezes (soprano), Licio Bruno (baixo-barítono) e Anibal Mancini (tenor) são os solistas do concerto, que tem a regência do maestro André Cardoso.

O evento encerra as comemorações dos 170 anos da Escola de Música da UFRJ durante o ano de 2018 e tem apoio cultural do Consulado da Áustria, celebrando ainda os 100 anos da República austríaca.

Serviço:

09 de dezembro de 2018 – Domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano S/N – Telefone: 2332-9191

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Daniela Spielmann lança seu primeiro CD autoral em 20 anos de carreira, quinta, 18 de outubro, no BLUE NOTE

Há 15 anos sem lançar álbum solo, desde o bem sucedido “Brazilian Breath”, de 2003, saxofonista lança “Afinidades”, inspirado na amizade e nos afetos, com participações especiais de Aurea Martins, Sheila Zagury , Silvério Pontes, Alexandre Romanazzi, Beto Cazes, e muitos outros

 

Lá vem ela de novo com sua luz e musicalidade. Depois de dois anos de ensaios, arranjos e gravações, a saxofonista e flautista Daniela Spielmann está lançando o CD “Afinidades”, o primeiro disco autoral em 20 anos de carreira, a contar do álbum de estreia do grupo Rabo de Lagartixa, lançado em 1998. O novo disco terá show de lançamento no dia 18 de outubro, quinta-feira, às 20h, no Blue note, na Lagoa.

Foto: Clau Pomp

 Instrumentista virtuose, reconhecida por seus pares e por onde passa, nesse CD, Dani também se mostra como exímia arranjadora e compositora. Gravado com o seu Quarteto com Xande Figueiredo na bateria, Domingos Teixeira no violão e Rodrigo Villa no contrabaixo, todos amigos e parceiros de projetos musicais–o novo disco ganhou ainda diversas participações especiais, como Sheila Zagury (piano), Anat Cohen (clarinete), Silvério Pontes (trompete e flugel), Alexandre Romanazzi (flauta), Dudu Maia (bandolim), IdrissBoudrioua (sax alto), Beto Cazes (percussão), Nando Duarte (violão de 7; Cordas), viola (DhyanToffolo), violoncello (Matheus Ceccato) e nos violinos Oswaldo Carvalho, Rogério Rosa, Glauco Fernandes, William Doyle.

A atmosfera de sintonia, amizade e afeto é o que permeia todo o trabalho e se reflete em seu próprio nome: “Afinidades”. “A afinidade ocorre quando há encontros verdadeiros, quando a gente se sintoniza com ideias, gostos e sentimentos de outra pessoa. Todas as músicas do álbum são dedicadas a pessoas e situações onde a afinidade aconteceu”, explica Dani Spielmann.  O CD contém faixas para estudo musical, sem os solos, e partituras em PDF para vários instrumentos.

Foto: Clau Pomp

A saxofonista compôs, arranjou e produziu um repertório com composições inspiradas em situações e afetos que vivenciou. Estudiosa da música brasileira, musicalmente, o CD abraça diversos gêneros brasileiros e hibridações como: maracatu, samba-choro de gafieira, afoxé, baião, samba-latino e bossa-nova, um reflexo também da pluralidade musical do quarteto. Fortemente marcado pela brasilidade, seja pelo repertório ou pela maneira de tocar, o quarteto se inspira na premissa jazzística de criação coletiva, ao vivo, primando por sutilezas de comunicação que só o tempo e o conhecimento profundo da alma musical permitem.

O quarteto começou a se apresentar em 2001, período de lançamento do primeiro CD da saxofonista,“Brazilian Breath”, indicado ao Grammy Latino em 2002. Ao longo do tempo, os shows contaram com as participações de Aurea Martins, Sivuca, Ricardo Silveira, Zé Menezes, Anat Cohen, Nicolas Krassic , Silvério Pontes e Zé da Velha, Zélia Duncan, entre muitos artistas. Desde então, o quarteto vem participando de inúmeros festivais nacionais e internacionais.

Daniela Spielmann

 

Dá pra contar nos dedos a quantidade de saxofonistas brasileiras em atividade. Daniela Spielmann é uma delas e nome obrigatório entre os craques do saxofone. Seus grandes trunfos são a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos. Sua trajetória é longa e farta de projetos importantes. Em 2001, lançou seu primeiro CD solo – BRAZILIAN BREATH, trabalho que foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez parte da banda “Altas Horas” do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 a 2014, na TV Globo elaborando arranjos semanais de acordo com o repertório do programa. É integrante também do grupo Rabo de Lagartixa, duo Spielmann- Zagury, Mulheres em Pixinguinha, Choro na Rua  e Cordão do Boitatá. Já se apresentou com grandes nomes do cenário da MPB Instrumental como: Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, cantores como: Aurea Martins, Moyseis Marques, Zélia Duncan, entre outros.

Daniela participa anualmente como solista convidada desde 1998 no Clube do Choro de Brasília e em vários festivais como líder, no Brasil e no mundo em países como: USA, Argentina, Chile, Colômbia, France, Suíça, Portugal, Israel, Paraguai. Em 2017 foi convidada a dar aulas no Choro Camp em PortTownsend – Seattle, junto ao trio brasileiro e Anat Cohen. Ao longo do período em que trabalhou na TV se apresentou com inúmeros artistas de variados estilos como, Sidney Magal, Fafá de Belém, Paula Lavigne, Elza Soares, Jota Quest entre outros. Em 2014 começa a integrar o grupo de palco do Cordão do Boitatá tendo se apresentado e contribuído com arranjos nos palcos carnavalescos nos shows de 8 horas de duração com artistas renomados, internacionais e nacionais de diversos estilos e gêneros, como Kezya Jones, Graça Cunha, João Donato, Pedro Miranda. Em 2016 se junta ao trompetista Silvério Pontes e iniciam uma parceria no projeto Gafierando e Choro na rua.

 

SERVIÇO:

 

18/10 , quinta-feira – Daniela Spielmann lança o CD “Afinidades” no BLUE NOTE

Horário: 20h

Endereço: Av. Borges de Medeiros, 1424, Lagoa, Rio de Janeiro

Classificação LIVRE

Duração: entre 1 hora e 1 hora e quinze minutos

Gênero: música instrumental e vocal brasileira

 

VALORES:
Preço único para todos os setores.

R$ 90,00 | inteira
R$ 45,00 | meia

ATENÇÃO PARA AS INFORMAÇÕES ABAIXO:

Setor único: adotamos o modelo “first come, first served”. Assim, chegue cedo para garantir o seu lugar. Mesas marcadas apenas para Membros do Blue Note Rio Club pelo canal de relacionamentos.
Horários de entrada e saída do Club conforme padrão internacional do Blue Note:
Primeiro set: abertura do clube às 19h. Após o término, o público deverá deixar o salão em até 30 minutos.

Bilheteria: (21) 3799-2500

 

Participações especiais:

Silvério Pontes flugel e trompete

Alexandre Romanazzi – Flauta

Sheila Zagury,- piano

Beto Cazes – percussão

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Quinteto Villa-Lobos traz a música de câmara com sabor brasileiro ao segundo Concerto 2018 na Casa Firjan

Cinco concertos integram a programação musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

 Mais longevo grupo de câmara do Brasil toca um programa com obras de Villa-Lobos, Gnattali e Krieger, entre outros

A brasilidade é a tônica do Segundo concerto 2018 na Casa Firjan, que abriu um novo espaço para a música no Rio de Janeiro. O Quinteto Villa-Lobos, grupo de sopros fundado em 1962, apresenta na quinta, 18 de outubro, às 19h30, um concerto com obras de Radamés Gnattali, Mário Tavares, Ronaldo Miranda, Edino Krieger e, claro, Heitor Villa-Lobos. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

Com 56 anos de atividade ininterrupta, o multipremiado Quinteto – hoje formado por Rubem Schuenk (flauta), Luís Carlos Justi (oboé), Paulo Sérgio Santos (clarineta), Philip Doyle (trompa) e Aloysio Fagerlande (fagote) – representa a alta qualidade do gênero do país. Seu repertório é formado, em grande parte, por peças dedicadas ao grupo ou a seus integrantes.

O programa homenageia datas redondas desses compositores”, aponta Fagerlande, há mais de duas décadas no Quinteto. “São os 90 anos de Edino Krieger, 70 de Ronaldo Miranda, e seriam os 90 de Mário Tavares também, além dos 30 anos de morte de Gnattali”. Os arranjos das peças de Villa-Lobos são de Caio Márcio (Ária da Bachiana n° 4), Paulo Sérgio Santos (Ária da Bachiana n°5) e Nelson Ayres (Martelo da Bachiana n° 5).

O Quinteto, consagrado como grupo de grande precisão e elegância, está em casa num ambiente como o do palacete – a relação público-artistas num concerto de câmara como esse está no cerne do trabalho, apesar de numerosos palcos de grande porte que também sempre ocupa, na programação dos grandes teatros e festivais.

“A gente continua tocando porque gosta muito, acredita muito”, prossegue o fagotista. “É extremamente louvável a iniciativa como a da Casa Firjan, um espaço deslumbrante, com uma curadoria de alta expertise”.

Com uma discografia robusta nos 56 anos de carreira, o Quinteto Villa-Lobos estará lançando em breve o CD com o Concerto a Cinco, de J.G.Ripper, gravação ao vivo no Festival Villa-Lobos em 2012, Theatro Municipal do RJ, com a OSUFRJ, reg. Roberto Duarte.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos.

 

 

Quinta - 18/10 – 19h30 - Quinteto Villa-Lobos

Programa:

:Mario Tavares (1928-2003) - Quinteto para Instrumentos de Sopros 
Edino Krieger (1928) - Serenata a Cinco
Radamés Gnattali (1906-1988) - Suite para flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa
Ronaldo Miranda (1948) - Variações Sérias sobre um tema de Anacleto de Medeiros
Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Bachianas Brasileiras n.4 (Aria) e Bachianas Brasileiras n.5 (Aria e Martelo)

 

SERVIÇO
Concerto Quinteto Villa-Lobos 
Data: Dia 18/10, quinta-feira
Horário: 19h30 

Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no estado do Rio)

4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan

 

PROGRAMAÇÃO 2018:

13/9 – Cristian Budu (piano)

18/10 – Quinteto Villa-Lobos

8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo

22/11 – Leo Gandelman Quarteto

6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

 

Música & Texto - imprensa:

Fabio Cezanne
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Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

Mais informações
Firjan - Assessoria de Imprensa
(21) 2563-4577
imprensa@firjan.com.br
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Fábio Cezanne

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Samuel Rosa é o último convidado da série Chico Amaral Convida Parceiros

Shows celebraram as amizades e parcerias da trajetória do músico mineiro

Fechando a série de shows em que convida artistas para celebrar os encontros da sua carreira, Chico Amaral recebe, no dia 18 de outubro, uma das parceiras mais notórias de sua trajetória: Samuel Rosa. O encontro realizado no Centro Cultural do Minas Tênis Clube, com apoio da Claro e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, celebra uma importante fase da jornada musical de Chico, o letrista que assina diversos hits do Skank ao lado de Samuel.

A parceira com a banda mineira começou em 1992 e originou grandes hits da música brasileira, como Jackie Tequila, Esmola, Garota Nacional e inúmeras outras canções. Foi em turnês e gravações com o Skank que Chico projetou-se como um artista com reconhecimento nacional e também conheceu outros parceiros importantes. “Além de ser meu primeiro parceiro, foi o Affonsinho quem me apresentou ao Skank. Ele já conhecia o empresário da banda, Fernando Furtado, e quando comentaram que estavam em busca de um letrista, disse que sabia onde encontrar. Ao longo dos anos, compomos juntos mais de 70 músicas”, comenta Chico.

O repertório definido para o show reflete bem a prosperidade da parceria: todas as canções escolhidas são de autoria dos dois artistas, incluindo a primeira composição de Samuel e Chico, Réu e Rei, e a versão concebida por eles para a canção I Want You, de Bob Dylan (Tanto). “Não dá para recontar a minha história sem relembrar da fase do Skank. Naquela época já tocava saxofone, mas não almejava a música instrumental que é hoje um dos meus grandes focos. Foi ali que descobri o prazer do instrumento e me consolidei como letrista. Sou muito grato por essa etapa da minha carreira”, finaliza Amaral.

O Projeto

Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas. Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro.  “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Carlos Valle, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço:
Chico Amaral Convida seus Parceiros – Samuel Rosa

Data: 18 de outubro - 21h 
Local: Centro Cultural do Minas Tênis Clube 
Classificação Etária: Livre

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC e pelo link http://bit.ly/ChicoAmaralConvidaSamuelRosa
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ABSTRAI ensemble lança seu primeiro CD apostando na contemporaneidade, sexta-feira, 28 de setembro, na Sala Cecília Meireles

Lançamento da A CASA Discos, “EXPERIÊNCIA” reúne peças de compositores nacionais e internacionais

Foto: Daniel Valentim

 Apostando no lema “O ABSTRAI ensemble faz música do século XXI para quem vive no século XXI!”, o grupo carioca de música de câmara de renome lança seu primeiro CD, “Experiência”, com direção do saxofonista, professor e pesquisador Pedro Bittencourt. Gravado entre julho de 2017 e junho de 2018 n’A Casa Estudio (Rio de Janeiro), o CD traz com exclusividade obras recentes dos compositores brasileiros Roberto Victorio, Rodrigo Lima, Michelle Agnes, Pauxy Gentil-Nunes, além do português João Pedro Oliveira, do grego Phivos Angelos-Kollias e do francês Didier Marc Garin. Dedicadas ao ABSTRAI ensemble, as peças foram gravadas pela primeira vez pelo grupo. O CD é uma produção independente do ABSTRAI ensemble, disponibilizada em CD físico e nas principais plataformas digitais pelo selo A Casa Estúdio.

O grupo é conhecido por se dedicar ao repertório dos séculos XX e XXI, principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros). Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e diversas atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista). O grupo se dedica também a atividades pedagógicas como oficinas, master-classes, encontros de interpretação musical/composição, além de concertos comentados, contribuindo pela formação de público de música de concerto no Brasil.

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras, além de uma turnê pelo México. Participou do 55° Festival Villa Lobos (RJ) em 2017, da VI Semana Internacional de Música de Câmara em 2017 na Cidade das Artes (RJ), das Bienais de Música Contemporânea Brasileira em 2013 e 2015 (RJ), do Festival Música Estranha na histórica Sala do Conservatório (SP), da série Partituras do Sesc Pompéia (SP), do Festival de Inverno de Ouro Preto (MG), do Festival de Música de Londrina (PN), do Panorama da Música Contemporânea Brasileira (RJ), do Festival Internacional de Música de Câmara (RJ) das temporadas do CCBB (RJ), da Sala Cecília Meirelles (RJ), do Espaço Guiomar Novaes (RJ), da Cidade das Artes (RJ), do Parque Lage (RJ) e do Instituto Cervantes (RJ). Realizou concertos e participou de programas de rádio no México em 2014 com apoio do Ibermúsicas.

Foto: Jackeline Nigri

Também apresentou o seu repertório e suas propostas musicais em programas nacionais de TV, como o programa “Partituras” e o “Estúdio Móvel”, ambos da TV Brasil (EBC). O ABSTRAI ensemble pode ser visto como um instrumento não só de difusão de cultura, mas também da sua produção, contribuindo pela diversidade musical.

 

SERVIÇO :

28/09/2018 - Sexta - ABSTRAI ensemble lança o CD “Experiência”

Horário: 20h
Local: Sala Cecília Meirelles
Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

 

PROGRAMA

ABSTRAI ensemble
Experiência

 
  1. Experiência(2011 rev. 2018) 12:49
    Phivos-Angelos Kollias (Grécia, 1982)
    voz, flauta (ut, baixo), sax (soprano, barítono), piano, percussão, sons eletrônicos e a percepção ativa
  2. Vento Noroeste (2012 rev. 2015) 7:25
    Michelle Agnes Magalhães (Brasil, 1979)
    violino, cello, clarone
  3. Sopro de câmara(2009) 7:54
    Rodrigo Lima (Brasil, 1976 - )
    flauta, sax alto e clarone
  4. Da Caccia X(2016) 6:39
    Didier Marc Garin (França, 1963)
    viola e sax alto
  5. Trio(2012) 13:09
    Pauxy Gentil-Nunes (Brasil, 1963)
    sax (soprano, tenor), guitarra e percussão
  6. Quatro mundos II(2008) 5:55
    Roberto Victorio (Brasil, 1959)
    voz, flauta em sol, piano
  7. Angel Rock(2011) 10:44
    João Pedro Oliveira (Portugal, 1959)
    sax barítono, marimba e sons eletrônicos

 

 

FICHA TÉCNICA

ABSTRAI ensemble

Saxes -  Pedro Bittencourt (1, 3, 4, 5, 7)

Voz - Doriana Mendes (1, 6)

Flautas - Pauxy Gentil-Nunes (1, 6) e Andrea Ernest Dias (3)

Clarineta e clarone - Batista Jr. (2, 3)

Regência e guitarra - Fabio Adour (1, 5)

Violino e viola – Mariana Salles (2, 4)

Violoncelo – Marcus Ribeiro (2)

Piano – Marina Spoladore (1, 6)

Percussão – Daniel Serale (1, 5) e Zeca Lacerda (7)

 

 

ABSTRAI ensemble

Saxes e direção — Pedro Bittencourt

Voz – Doriana Mendes

Flautas- Pauxy Gentil-Nunes, Andrea Ernest Dias

Clarineta, clarone – Batista Jr.

Guitarra, violão, regência – Fabio Adour

Violino e viola – Mariana Salles

Violoncelo – Marcus Ribeiro

Piano – Marina Spoladore

Percussão – Zeca Lacerda

Eletrônica – Pauxy Gentil-

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Chico Amaral recebe os parceiros Affonsinho e Marina Machado para show que celebra sua carreira

Affonsinho já subiu ao palco com Marina Machado, que já gravou canções de Chico Amaral, que já escreveu letras para Affonsinho. Compartilhar letras, arranjos e experiências pode parecer trama de poemas drummondianos, mas é parte importante da trajetória dos músicos cujo encontro será celebrado no terceiro show da série Chico Amaral Convida Parceiros.

Além de conterrâneos e contemporâneos, Chico, Marina e Affonsinho construíram uma grande amizade ao longo dos anos dentro e fora dos palcos, e tem participações significativas nas carreiras  um do outro. As canções de Chico Amaral estão presentes em todos os álbuns de Marina Machado. E foi Affonsinho, primeiro parceiro musical de Chico, que o apresentou ao Skank, aonde viria a se consolidar como um importante letrista da música brasileira. Sobre a pluralidade desse encontro, Chico comenta que, “além de grandes amigos, são pessoas fundamentais em meus diferentes caminhos musicais, seja como compositor ou instrumentista”.

Para o show que acontece no dia 27 de setembro, no Centro Cultural do Minas Tênis Clube, os artistas interpretarão músicas que compuseram juntos e com outros parceiros, como Lô Borges e Flávio Henrique. O repertório conta com Gentil Loucura, Vagalumes lá no Breu do Céu, Bagaceira e outras canções compartilhadas entre os músicos. “É inevitável falar desses parceiros quando estamos pensando na minha carreira, não tem como desatrelar nossas  trajetórias. Esse show será um encontro delicioso que irá comemorar nossa música e nossa amizade”, avalia Chico. Apesar de já ter feito apresentações com Affonsinho e Marina separadamente, essa será a primeira vez que os três parceiros se reúnem juntos em um palco para celebrar essa união musical.

O projeto
Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas. Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro.  “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Erik Fernandes, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço:
Chico Amaral Convida seus Parceiros - Affonsinho e Marina Machado
Data: 27 de setembro - 21h 

Local: Centro Cultural do Minas Tênis Clube 
Classificação Etária: Livre

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC
Informações à Imprensa: Press Comunicação – 31 3245-3778

Nina Rocha – nina.rocha@presscomunicacao.com.br – 98735-8080
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Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi apresentam o show “Mojave”, dia 12 de setembro, quarta-feira, na Sala Cecília Meireles

O novo repertório traz composições do gaitista e de integrantes da orquestra em arranjos originais, além de releituras de obras de Tom Jobim

 

Foto: Andrea Nestrea
Foto: Andrea Nestrea

A Orquestra de Sopros Pro Arte e o gaitista Gabriel Grossi voltam a abraçar a obra do maestro Tom Jobim, mas agora incorporando novidades autorais ao repertório que se esculpe a cada apresentação. Desta vez apresentarão o show Mojave na Sala Cecília Meireles no dia 12 de setembro, quarta-feira, com foco nas composições de Gabriel Grossi ( “Em Movimento” e “Botero” ), e dos integrantes e diretores da Orquestra, como Lourenço Vasconcellos ( “Olhar da Raposa” e “Chorinho pro gente”), Raimundo Nicioli ( “Baião pro Hermeto”, “Salsa” e “Morena” ), Thiago Pires (“Coisa de Moacir”) e Luiz Potter (“Ojoubá”). O show resgata ainda pérolas de Tom Jobim, como “Tema Jazz”, “Sue Ann” e “Mojave”, escolhidas por serem menos conhecidas e com elementos mais jazzísticos, agora arranjadas especialmente para a formação de orquestra.

Foto: Andrea Nestrea

Este encontro especial da Orquestra de Sopros Pro Arte com o gaitista Gabriel Grossi se deu pela primeira vez em dezembro de 2017 no palco do Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, em homenagem ao maestro por ocasião dos seus 90 anos. A partir de então, a parceria vem ganhando solidez e desenvoltura, abrindo espaço para obras autorais que fazem brilhar o diálogo entre a gaita e os diferentes instrumentais orquestrais, trazendo cada vez mais resultados musicais surpreendentes.Com direção musical de Claudia Ernest Dias, Raimundo Nicioli e Lourenço Vasconcelos, a Orquestra de Sopros da Pro Arte vem realizando importantes apresentações e homenagens, ao longo de quase três décadas de existência.

Serviço

Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi
Local: Sala Cecília Meireles

Data: 12 de setembro, quarta-feira
Horário: 20h

Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

Vídeos:

SALSA:

MOJAVE: 

Orquestra de Sopros Pro Arte – Gabriel Grossi

Regência – Lourenço Vasconcellos
Direção – Claudia Ernest Dias, Lourenço Vasconcelos, Raimundo Nicioli
Gaita – Gabriel Grossi

Participação especial: Guilherme Pimenta (violino)

 

PROGRAMA

1- Ojoubá - Luiz Potter/arr. Luiz Potter 
2 - Olhar da Raposa - Lourenço Vasconcellos/arr Lourenço Vasconcellos 
3 - Espontaneidade - Rafael Ribeiro/ arr Rafael Ribeiro 
4- Coisa de Moacir - Thiago Pires / arr Thiago Pires
5 - Cabeludo - Guilherme Pimenta /arr Guilherme Pimenta 
6 - O Rei e o Sol - Miguel Dias / arr Miguel Dias
7- Baião pro Hermeto - Raimundo Nicioli /arr Raimundo Nicioli 
8 - Morena - Raimundo Nicioli/ arr Raimundo Nicioli 
9 - Mojave - Tom Jobim /  arr Thiago Chatak 
10 - Sue Ann - Tom Jobim / arr Raimundo Nicioli 
11-  Tema Jazz - Tom Jobim/arr Jovino Santos  Neto
12 - Salsa - Raimundo Nicioli/ arr Raimundo Nicioli
13- Chorinho pra gente - Lourenço Vasconcellos/ arr Lourenço Vasconcellos 
14- Sou sim, soul sim - Carlos Malta/arr Carlos Malta 
15 - Em Movimento - Gabriel Grossi/ arr Gabriel Grossi e Eduardo Farias
16- Botero - Gabriel Grossi/ arr Gabriel Grossi 
17- Cabaceira Mon amour - Sivuca / arr Fabio Luna

CaRIOca ProgFest promove o rock progressivo do Rio, reunindo expoentes do gênero em diferentes palcos da cidade

Centro Cultural Justiça Federal, Centro da Música Carioca e Casa de Pedra receberão, de 28 de agosto a 27 de setembro, Victor Biglione Trio, Caravela Escarlate, Sleepwalker Sun, Únitri, Arcpelago e Laranja Boreal

 

A cidade do Rio de Janeiro voltará a reverberar os acordes complexos e o virtuosismo dos compassos compostos do rock progressivo, dentre 28 de agosto e 27 de setembro, em palcos de diferentes bairros. Com realização da Vértice Cultural e da BeProg – feliz parceria que vem promovendo com sucesso a cena progressiva no Rio – o CaRIOca ProgFest levará ao Centro Cultural Justiça Federal (Centro), Centro da Música Carioca (Tijuca) e Casa da Pedra (Ipanema) uma seleta programação em conformidade com o elevado padrão técnico e artístico, característicos do estilo.

Foto: Carlos Vaz

Abrindo o festival, o Caravela Escarlate se apresenta na terça-feira, dia 28 de agosto, às 19h, no Centro Cultural Justiça Federal, lançando seu CD homônimo. O grupo é uma concepção do multi-instrumentista e compositor David Caravelle, formado no Rio de Janeiro no início da década de 1990.  A base do som do grupo é a confluência da musicalidade do rock progressivo europeu com o lirismo da música brasileira. Com formações inconstantes em seus primeiros anos, a banda surge de forma fixa a partir da parceria com o tecladista Ronaldo Rodrigues (ex-Massahara, ex-Módulo 1000, atual Arcpelago), em 2011. Com o veterano baterista Élcio Cáfaro (já tocou com Cássia Eller, Chico Buarque, MPB-4, Boca Livre, Edu Lobo e muitos outros), a banda apresenta músicas do novo CD, que contou com a parceria na produção executiva da produtora carioca Vértice Cultural. O disco vem ganhando fortes elogios da crítica especializada no Brasil e no exterior, lançado internacionalmente pelo selo europeu Karisma Records, da Noruega. Uma das poucas bandas brasileiras com um importante selo europeu dando suporte ao trabalho da banda.

O Centro da Música Carioca, na Tijuca, receberá grande parte da programação do festival, em todas as quintas-feiras de setembro, às 20h. No dia 06, será a vez do consagrado guitarrista Victor Biglione realizar seu aclamado Tributo a Jimi Hendrix, acompanhado por Jorge Pescara (baixo) e Fábio Cezanne (bateria). Biglione apresentará sua releitura peculiar da obra do icônico guitarrista, agora arranjadas com o extremo virtuosismo, complexidade e riqueza rítmica do trio. Além das clássicas “Little Wing”, “Foxy Lady” e “Voodoo Child”, fazem parte ainda as soturnas “Pali gap”, “Jam back at the house” e “We Gotta live Together”. Composições do próprio Biglione e de Billly Cobham fazem também parte do repertório. Arranjador, compositor e virtuose das “seis cordas”, Victor Biglione é um dos músicos com a maior número de participações em gravações e shows, na MPB. O curriculum internacional é invejável, com dois Grammys – Manhattan Transfer, em 1989, e com Milton Nascimento, em 2000. Dois CDs, com o guitarrista do The Police, Andy Summers, além da participação em álbuns de Stanley Jordan, Lee Konitz, John Patittucci, Sergio Mendes, Steve Hackett (Genesis), John Hiseman (Colosseum) entre outros.

No dia 13, a banda de Niterói, Sleepwalker Sun, com forte influência do rock progressivo setentista e contemporâneo, vai apresentar seu segundo álbum, após o bem sucedido CD de estreia, que recebeu diversos prêmios de crítica e público – em 2005, foi premiado pelo site Rock Progressivo Brasil nas categorias melhor banda brasileira, melhor arte, melhor músico, melhor baterista, melhor guitarrista, melhor vocalista, melhor novidade. Na época, também foi indicada para o prêmio dos melhores do ano na revista Rock Brigade e recentemente ficou em 3° lugar no Prêmio Toddy de Música Independente, atrás apenas de Sepultura e Angra, e com cerca de 50% de votos a mais do que o 4º colocado. Neste show, o grupo vai apresentar também músicas do novo CD, com forte presença de pianos e instrumentos analógicos como mellotronhammondmini moog, solos de guitarras dignos dos medalhões do rock progressivo, e os vocais preciosos de Giana Araújo.

Únitri sobe ao palco do Centro da Música Carioca no dia 20 de setembro, mostrando suas influências que passam por Rush, Genesis, Pink Floyd, Yes, Jethro Tull, The Flower Kings e deságuam no Clube da Esquina, Sagrado Coração da Terra, O Terço, entre outros. Seus líderes, o baixista Rômulo Lima e o guitarrista André Zichtel, são oriundos da formação original da banda, que vem transcendendo ao longo do tempo, chegando ao segundo álbum da banda, “Libertas”, que faz parte do repertório do show, assim como o anterior “Minas, Cantos e Canções”, primeiro CD e apresentado, inclusive, no Centro da Música Carioca em novembro de 2014. Com o tecladista Raphael Montechiari e o baterista Michel Melo, o grupo retrata uma sonoridade que contempla o virtuosismo e o psicodelismo harmônico e melódico dos anos 70, sem abandonar, no entanto, as suas raízes musicais fincadas no Brasil.

Já no dia 22, sábado, a Casa de Pedra, em Ipanema, vai receber o Laranja Boreal, formado pelo músico e pesquisador musical Jorge Pescara e pela musicista Renata Puntel. O duo tem como proposta fazer releituras em arranjos acústicos, sem deixar de ser contemporâneos, através do resgate de obras consagradas. O show “FALA, Tributo aos Secos & Molhados” promove um diálogo nada convencional: viola luso-brasileira de 15 cordas (cordas triplas), acordeon, kantele (mini-harpa de 15 cordas) e vocais. Revisitando a música brasileira, com a experimentação artística durante as performances ao vivo, o duo tem a proposta de quebrar paradigmas culturais e estéticos. Os músicos residiram alguns anos em Lisboa/Portugal, dedicando-se a pesquisas musicais e folclóricas. A viagem os levou ao fundador e compositor dos Secos & Molhados, João Ricardo, português que chegou no Brasil aos 11 anos de idade para trazer sua musicalidade lusófona e criar o grupo mais icônico da música brasileira. A instrumentação utilizada pelo Laranja Boreal neste espetáculo sugere diversas ligações mais profundas com o grupo de João Ricardo, Ney Matogrosso e Gerson Conrad. A começar pela viola brasileira (conhecida erroneamente como ‘caipira’) este instrumento teve suas origens em ancestrais lusitanos, como é o caso da Viola Braguesa (com a mesma configuração de cordas e afinações da brasileira), porém ao mesmo tempo, tão adotada pelo povo do Centro Oeste brasileiro, donde coincidentemente nasceu Ney Matogrosso.

O grupo Arcpelago encerra o CaRIOca Prog Fest no dia 27 de setembro, no Centro da Música Carioca. Formada em 2011 por Ronaldo Rodrigues (teclados e vocais / ex membro da “Massahara”, “Módulo 1000”, e atual membro da “Caravela Escarlate” e “O Terço lado B”), porém com o nome de Aurah, o grupo traz hoje em sua formação o baterista Renato Navega, o baixista Jorge Carvalho e o guitarrista Diogo Albano. A banda busca uma inspiração holística do som setentista, com uma ampla musicalidade. Tendo o rock progressivo como base, o grupo recheia sua música com peso e energia, a alternância entre a introspecção e a intensidade e excitantes variações de climas e texturas. As referências vão dos recortes mais eruditos aos mais simples, trazendo uma caleidoscópica mistura da estética do rock dos anos 1970, privilegiando arranjos fortes que favorecem a presença de todos os instrumentos, a sonoridade analógica e composições autorais exploratórias.

SERVIÇO:

28/08 (terça-feira) – Caravela Escarlate
Local: Centro Cultural Justiça Federal
Horário: 19h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

06/09 (quinta-feira) – Victor Biglione Trio
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

13/09 (quinta-feira) - Sleepwalker Sun
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831


20/09 (quinta-feira) -  Únitri
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

22/09 (sábado) - Laranja Boreal
Local: Casa da Pedra
Horário: 20h
Ingressos: R$20,00 – inteira / R$10,00 meia-entrada
Endereço: Rua Redentor, 64 - Ipanema

27/09 (quinta-feira) - Arcpelago
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

 

 

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145
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Duo Croma apresenta obras para piano e percussão na Cidade das Artes neste sábado, 25 de agosto

Foto: Caso do Fotógrafo

O Duo Croma, formado por musicistas de grande atividade camerística, premiadas em diversos concursos nacionais, é o resultado da união dos talentos da percussionista Ana Letícia Barros e da pianista Marina Spoladore. Nascido no ano de 2008, o Duo Croma marca presença pela sonoridade marcante e repertório peculiar que vai desde obras clássicas até a música contemporânea. Com uma combinação instrumental peculiar, piano e vibrafone, possuem diversas obras escritas e estreadas pelas musicistas. Desenvolvem um repertório onde o contemporâneo se funde ao tradicional e ao moderno emocionando plateias por todo o Brasil.

Ana Letícia Barros é Doutora em Música e Licenciada pela Unirio. Realizou seu Bacharel em Percussão no Conservatório Brasileiro de Música. Atuou durante treze anos como 1º Timpanista da Banda Sinfônica Civil da Cidade do Rio de Janeiro, e como coordenadora de percussão das Bienais de Música Brasileira Contemporânea por duas edições consecutivas, 2009 e 2011. Já ministrou aulas em diversas universidades nacionais e internacionais, tais como: University of Georgia, Eastman School of Music e New York University. Como solista, já atuou nas seguintes orquestras: Orquestra Latino Americana de Sopros (OLV-Yamaha), Orquestra de Sopros da Universidade da

Foto: Cícero Rodrigues

Georgia(EUA), Orquestra Brasileira de Sopros, Orquestra Bachiana BrasileiraCamerata Rio De JaneiroOrquestra Filarmônica do Espírito SantoOrquestra de Cordas da UNIRIO, Orquestra de Sopros da UFRJ, Orquestra de Cordas de Volta Redonda, Banda Sinfônica de Volta Redonda, entre outras. Atualmente é professora de Percussão e Música de Câmara da UNIRIO e Professora da Pós-Graduação Profissional – PROEMUS. Também atua como professora do Projeto do Aço ao Clássico, em Volta Redonda. Desenvolve um extenso estudo sobre a técnica de seis baquetas, com diversas obras brasileiras encomendadas e estreadas por ela.

A jovem artista paranaense Marina Spoladore vem ocupando um lugar de destaque dentre os pianistas brasileiros. Detentora de mais de 30 prêmios em concursos nacionais e internacionais, a pianista conta com uma formação de altíssimo nível no Brasil, e com aprimoramento na escola superior de Karlsruhe, Alemanha. É bacharel em piano pela UFRJ e mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Freqüentemente convidada para se apresentar nas mais importantes salas de concerto do país, Marina tem também recebido calorosos elogios da crítica especializada, principalmente por suas participações em eventos ligados à música contemporânea brasileira, como a Bienal de Música Brasileira Contemporânea do Rio de Janeiro. Além de solista, a pianista desenvolve trabalhos camerísticos ao lado de excelentes instrumentistas, como Daniel Guedes, Luiz Senise, Veruschka Mainhard, Ana Letícia Barros, Batista Jr., além dos trabalhos realizados com músicos de renome internacional, como Romain Guyot, Maureen Nelson, entre outros. Tem sido diversas vezes convidada para se apresentar à frente de importantes orquestras no Brasil, como a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, OSB Ópera e Repertório, OSB Jovem, Orquestra Sinfônica da USP, Sinfônica da Escola de Música da UFRJ e Orquestra Sinfônica de Americana, e teve nesses concertos a oportunidade de trabalhar com importantes regentes: Roberto Duarte, Lutero Rodrigues, Ligia Amadio, Luiz Petri, Ronaldo Bologna, Guilherme Bernstein, Ernani Aguiar e Carlos Lima. É integrante do grupo PianOrquestra, que explora as diversas possibilidades do piano preparado, e vem se apresentando em países como Noruega, Suécia, Holanda, Canadá, Chile e Argentina, além de percorrer todo o Brasil.

 

SERVIÇO:

25/08, Sábado – Duo Croma na Cidade das Artes – Teatro de Câmara

Horário: 20h
Ingressos: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada)
Endereço: Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 3325-0102
Capacidade: 450 pessoas
Classificação: livre

 

 

Programa:

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA          Espelhos
DIMITRI CERVO                                        Toccata
MARCOS LUCAS                                       Croma
JOHN PSATHAS                                          Fragment
NEY ROSAURO                                          Bem-Vindo
CLAUDIO SANTORO                                Ouve o silencio
CLAUDIO SANTORO                                Acalanto da Rosa
JOHN WILLIAMS                                       Lista de Schindler
MANUEL DE FALLA                                 Siete Canciones Populares

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Ayran Nicodemo apresenta composições do Prelúdio 21 neste sábado, 25, na Cinelândia, com entrada gratuita

Foto: Ariel Subirá
Foto: Marcos Lucas
Foto: Ariel Subirá

No próximo sábado, dia 25, às 15h, o Centro Cultural da Justiça Federal receberá mais um convidado dentro da série Música do Presente, promovida pelo grupo de compositores Prelúdio 21. Desta vez, o jovem violonista Ayran Nicodemo subirá ao palco da Cinelândia para interpretar as peças compostas por seus integrantes Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro – uma obra Sergio Roberto de Oliveira também será tocada, em sua memória. O concerto tem entrada gratuita.

Músico atuante no cenário brasileiro e antigo parceiro em toda a história do Prelúdio 21, Ayran Nicodemo iniciou seus estudos aos 13 anos, estudando na UFMG logo em seguida. Em 2010 e 2011 integrou como spalla e chefe de naipe a OSB Jovem, como também foi spalla e solista da Camerata Sinfônica do Rio de Janeiro em 2011 e 2012. Frequentemente colabora com as principais orquestras do Rio de Janeiro (Orquestra Petrobrás Sinfônica, OSB Ópera & Repertório e Orquestra Sinfônica Nacional).

 

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:

25/08 – Sábado – Prelúdio 21 convida Ayran Nicodemo
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
Programa:

Neder Nassaro -  “Contra o tempo”

Alexandre Schubert - “Três Micropeças”

Marcos Lucas - “Ricercare”

José Orlando Alves - “Memorie II”

Caio Senna - “A escala espiral”

Sergio Roberto de Oliveira - “Enxergando Cores”