Luis Leite e Márcio Sanchez apresentam repertório sul-americano na Sala Cecília Meireles, nesta terça, 19 de março

Dois grandes músicos brasileiros, Luis Leite e Márcio Sanchez apresentam nesse espetáculo um repertório marcado pela energia e intensidade da música sul-americana. Ambos são instrumentistas que se encontram estilisticamente na Terceira Corrente (Third Stream), – conceito que se define pela ideia de um caminho de abordagem que usa em suas interpretações tanto elementos da música erudita como da música popular. Apresentarão, portanto um repertório clássico-popular multifacetado, com Frevo, Choro, Baião, músicas autorais e Astor Piazzolla. Para as músicas regionais, Márcio se apresenta com uma rabeca nordestina.

Luis Leite, violão

Foto: Verônica Manevy

“Um verdadeiro virtuose do violão” (Revista Concerto, Vienna)

Vencedor de diversos concursos nacionais e internacionais de violão, formado pela Universidade de Música de Viena (Universität für Musik und darstellende Kunst Wien), com especialização na Accademia Musicale Chigiana (Siena, Itália) e doutorado (PhD) sobre improvisação musical, Luis Leite é um dos violonistas de maior destaque da cena instrumental brasileira. Possui 3 discos autorais e intensa atividade internacional, tendo já se apresentado em mais de 20 países. Viveu por uma década em Viena (Áustria), e retornou ao Brasil assumindo a cátedra de Violão da Universidade Federal de Juiz de Fora, onde é responsável pelo programa de Bacharelado em Violão. Tem se apresentado em festivais e teatros por todo o país e no exterior, em apresentações solo ou com seus variados projetos, realizando também colaborações com artistas como Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, entre outros.

Márcio Sanchez, violino

Considerado um dos mais importantes artistas da área músico-dramática, Márcio Sanchez atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e Orquestra Mercosul (Argentina) como Spalla. É violinista nas orquestras do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Petrobras Sinfônica e Johann Sebastian Rio. É detentor dos seguintes prêmios: Comenda Carlos Gomes, outorgada pela Prefeitura de Campinas; Prêmio Estímulo, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e Troféu Qualidade Brasil “Vitória Alada”; Especializou-se na Academia Franz Lizst, em Budapeste, com Ezster Perenyi e com o professor Chaim Taub de Israel. Como camerista excursionou em turnês pela Europa, EUA, México, Argentina e Brasil. Pelo projeto Sonora Brasil do SESC, apresentou-se em mais de 70 salas de concerto do Brasil.  Na área da música popular, trabalhou com os mais renomados artistas brasileiros e internacionais. É membro fundador do Quinteto Tango Jazz com quem gravou o disco de mesmo nome.

SERVIÇO:

DUO LUIS LEITE E MARCIO SANCHES

Data: 19 de março de 2019, terça-feira

Horário: 18:30h

Série: Recitais de Guiomar

ingressos · R$ 5 – R$ 10

Sala Cecília Meireles

Largo da Lapa, 47, 20021-170 Rio de Janeiro

Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala: R$ 10,00 (R$ 5 para estudantes e idosos.

Informações: (+55) 21 2332-9223; (+55) 21 2332-9224
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Ermelinda Paz resgata cancioneiro nacional utilizado na educação infantil no início do século XX

Autora de obras ícones da Academia, como “500 Canções Brasileiras” e “Pedagogia musical brasileira no século XX”, dentre outros, pesquisadora lança “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 e vol.2”, reunindo canções utilizadas por educadores brasileiros entre 1940 a 1970, nunca antes registradas no meio fonográfico 

Referência em pesquisa musical e responsável por publicações que se tornaram emblemáticas (“Pedagogia Musical brasileira no século XX: metodologias e tendências” – 2013/ “500 Canções Brasileiras” – 2015/ “Jacob do Bandolim” – 2018/ “Edino Krieger: crítico, produtor musical e compositor” Vol I e Vol. II – 2012), Ermelinda Paz apaixonou-se pela Educação Musical Infantil bem cedo, em 1967, quando começou a coletar um cancioneiro de apoio à prática, em sua maioria extraído de uma apostila produzida pela Secretaria de Educação e Cultura do Município do antigo Estado da Guanabara, e distribuída mensalmente para as coordenadorias das escolas municipais. Sua experiência com a docência com crianças na Escola Municipal Guatemala, no Rio de Janeiro, deu vez à pesquisadora e a levou para outros caminhos. Hoje, passados aproximadamente 45 anos do seu afastamento das atividades na Educação Musical Infantil, Ermelinda resgata a antiga paixão, especialmente em virtude do nascimento de seu primeiro neto José. Assim, nascem os CDs “Cantando e brincando com Vovó Linda Vol.1 e vol.2”, dois álbuns de imensa riqueza histórica e educativa, que teve como grande inspiração – no caso do Vol. 1 – o vasto trabalho de Liddy Chiaffarelli, educadora musical, musicista e pianista que teve seu auge de produção nas décadas de 30 e 40 do século XX, casada também com Francisco Mignone. Os CDs já estão disponíveis nas plataformas digitais (Deezer, Spotify, iMusic, Shazam).

CD “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1”

      O Vol. 1 do CD Cantando e brincando com Vovó Linda foi finalizado em 2017, mas lançado apenas em meados de 2018, em função das pendências envolvendo autores.  Essas músicas fizeram parte do repertório de vários educadores musicais, como Regina Márcia Simão Santos (com quem Ermelinda intercambiava a descoberta de novas músicas para inseri-las nos cadernos de apoio) e Helena Rosa Trope, bem como dos educadores musicais do Instituto Bennett nos anos 50, 60 e parte de 70. Além disso, um extenso trabalho de pesquisa foi realizado, seja através de pessoas-fonte (como o pesquisador Flávio Silva, da FUNARTE, e Cesar Borges Barbosa, filho de Cacilda Barbosa, herdeiro e autor de “A janelinha”, composta quando ele tinha 8 anos de idade) seja de importantes centros de documentação e pesquisa, como o Museu Villa-Lobos, Arquivo Público do Estado do RJ, o Centro Brasileiro de Memória – ISERJ,  a AMAR/SOMBRÁS, Escola de Música da UFRJ, dentre outros.

“Como pesquisadora, entendi que devia oferecer ao meu neto – a motivação real para a realização desse trabalho – esse repertório esquecido, trazendo-o de volta ao século XXI. Inicialmente, era somente para ele, mas à medida que outras pessoas tomavam ciência de meu fazer, surgiram indagações como: ‘mas porque não disponibilizar para todas as outras crianças e, ainda, para os educadores musicais da atualidade?’ Bem, deu no que deu”, brinca Ermelinda.

As músicas que integram o CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 trazem, em geral, uma movimentação autoexplicativa e sua aplicação fica à critério da criatividade dos educadores musicais, acrescidas da espontaneidade e expressividade que as crianças naturalmente agregam às canções. A canção “Senhor caçador” é um jogo com dupla função, que implica em percepção tímbrica (reconhecimento das vozes dos colegas quando se conhecem) ou percepção da direção da fonte sonora. Já “Vamos viajar“ era utilizada, segundo Ermelinda, formando vários pequenos trens, com um mínimo de três e uma máximo de cinco crianças, que se prendiam uma as outras através de ambas as mãos nos ombros do colega da frente. Com essa música eram trabalhadas as diferentes alterações de andamento, pois as crianças andavam no pulso da música. “Passarinho” e “Galopando”, além da questão da expressividade, eram utilizadas onomatopeias, indicando o pio do passarinho ou o trotar do cavalo. A única canção que foge à essa época é “Acalanto para José”, de autoria da própria pesquisador, feita para ninar o neto.

CD duplo “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2”

Trata-se de uma coletânea de canções brasileiras, lançada em formato duplo: um CD completo com 27 faixas e outro com os playbacks, para utilização dos educadores em aula, somando um total de 54 faixas. Na sua grande maioria, as letras falam de animais, ajudam os adultos a lidar com as crianças de forma amorosa e divertida. Muitas canções podem funcionar como acalanto, jogos musicais, brincadeiras, cantiga de roda. Não faltam ritmos de balanço, gostosos para se dançar, melodias cômicas e poéticas, letras que ambientam situações de fábulas e histórias infantis.

Na seleção, a autora limitou-se à música folclórica, notória pela simplicidade, clareza e sobriedade.  A voz aguda da Vovó-Linda aproxima-se do registro vocal infantil, incentivando a identificação e imitação do netinho, enquanto o canto a meia voz assegura aproximação e intimidade. Por outro lado, as melodias de maior enlevo poético inspiram o fôlego de um voo vocal mais amplo, compatível com a densidade lírica do todo. Mas em tudo está presente uma doce leveza, inclusive nos arranjos, que além de vestir as melodias com delicadeza de mestre, intensificam sua brasilidade com os timbres de viola sertaneja, cavaquinho e violão.

O maestro, pesquisador, compositor e professor Hélio Sena, que assina a apresentação do Vol.2, conclui da melhor forma sobre a importância dos CDs: ”essa coletânea chega na hora certa. No momento em que a neurociência ressalta de modo enfático a importância do canto para o desenvolvimento da criança, esse ato de amor da Vovó-Linda mostra o prosseguimento da tradição oral fora do ensino formal da música e traz, com o enriquecimento do repertório infantil do país, uma contribuição cultural e educativa”.

PARA OUVIR ONLINE:

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2

COMPRA DOS CDS FÍSICOS – cdvovolinda@gmail.com

Ermelinda A. Paz – http://ermelinda-a-paz.mus.brFábio CezanneCezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Rodrigo Marconi lança seu primeiro CD, totalmente autoral e inspirado na literatura universal

Em “Correspondência”, compositor e educador carioca apresenta peças contemporáneas que se comunicam com a arte literaria de Roland Barthes, Fernando Pessoa e Berthold Brecht, além de referências a Villa-Lobos e Bach

                   “Corresponder. Corresponder a, corresponder ao, corresponder à, corresponder com, corresponder-se, co-responder… Correspondência”. Assim nasce e começa a definição do CD de estreia do compositor e professor Rodrigo Marconi, que reuniu em “Correspondência” algumas de suas dezenas de composições, presentes nos principais festivais e bienais de música contemporânea do país. De produção independente, gravado e mixado na A Casa Estúdio (RJ) e com distribuição nacional pela Tratore, o álbum reúne 6 obras, divididas em 15 faixas, considerando seus movimentos.

                   O título do disco solo registra, mais do que tudo, o diálogo de sua obra com as mais variadas expressões artísticas. “No campo das artes, correspondência significa, acima de tudo, diálogo. Diálogo que nas minhas composições atravessa o fantástico universo do poeta português Fernando Pessoa e seus heterônimos, a leitura de mundo do semiólogo francês Roland Barthes, a postura política e artística do teatrólogo e poeta Berthold Brecht e uma infinidade de outras referências que interferem, contaminam e potencializam a minha música”, ressalta Marconi e ainda complementa: “Nesse sentido, a pintura, o cinema, a fotografia e, principalmente, o teatro, a literatura e a própria música fornecem um campo fértil de intercâmbio e de inspiração para as composições no CD apresentadas, onde a intertextualidade é a motivação, o ponto de partida e de chegada. Tem sido a forma que encontrei de me corresponder com o mundo”.

                   Escrita para flauta, clarinete e vibrafone, “Golpes de Pequenas Solidões” é inspirada pela percepção e leitura de mundo de Roland Barthes (1915-1980), afinal, segundo o próprio, ¨a vida é assim, feita a golpes de pequenas solidões¨. Nela, os três instrumentos ora são apresentados só, introspectivos e reflexivos, cada um com sua essência e discurso, ora tocando em conjunto, dialogando, “ (con)vivendo, (co)existindo, (co)habitando, construindo, afetando e sendo afetado pelo outro. Solidões… solidão… só… ou como preferia Guimarães Rosa, Solistência, a solidão da existência de tudo que está vivo”, define o compositor. 

                   Em “Impropérios”, escrita para vibrafone, brilha a execução de Joaquim “Zito” Abreu, em cinco pequenas peças. A música busca ressaltar uma dicotomia intrínseca na palavra “Impropérios”: ao mesmo tempo que significa um discurso ofensivo, injurioso, desrespeitoso… é também uma antífona da liturgia católica cantado durante a semana santa (hinos de louvor). Toda sua inspiração para a sua criação se baseia no extremo dessa dicotomia, onde o profano e o sagrado, o conflito e a comunhão, o terrestre e o divino se conectam através da mais corriqueira e cotidiana forma de expressão: a palavra.

                   O duo de flauta (Reinaldo Pacheco) e clarinete (Moisés Santos) dá cor a “Canções para os dias de Sol ou de Chuva”, escrita em três movimentos especialmente para os próprios intérpretes, amigos de Marconi. “A peça tem como objetivo contemplar o dia-a-dia, as pequenas coisas, a simplicidade de ser e estar vivo”, define o autor. A partir do violão de Fábio Adour, os três movimentos de “Brechtianas” representam uma singela homenagem a um dos mais importantes artistas do século XX, o poeta, dramaturgo e encenador alemão Berthold Brecht (1898 – 1956), que com sua produção e postura perante a arte e a vida influenciou o teatro contemporâneo, tornando-se imprescindível. Ao mesmo tempo, faz referência às “Bachianas”, a obra-prima escrita por Villa-Lobos em homenagem e devoção a Johann Sebastian Bach.

                   O piano de Ronal Silveira nos dois movimentos de ‘No Bosque dos Espelhos” realça oconvite do ouvinte a um passeio nos labirintos do seu próprio ser. A “egotrip”, como bem conceitua Marconi, busca mostrar que é exatamente” dentro desse bosque que se esconde vários mistérios, perigos, desafios, segredos, nossas expectativas mais íntimas, experiências e os conhecimentos mais profundos”. É no bosque dos espelhos que nos colocamos em contato com o mundo interior, onde Narciso se auto-contemplava ou onde Alice, através da pena de Lewis Carroll, se questionava: “Este deve ser o bosque”, disse pensativamente, “em que as coisas não têm nomes. O que será que vai ser do meu nome quando eu entrar nele?”

            O disco chega ao final reunindo flauta (Reinaldo Pacheco), clarinete (Cesar Bonan), violino (Angelo Martins), violoncelo (Luciano Corrêa) e piano (Mateus Araujo) em “Às Várias Pessoas de Fernando, uma referência ao célebre poeta português Fernando Pessoa. “O que sempre me fascinou na vida e na obra do poeta português Fernando Pessoa foi sua relação com seus diversos heterônimos. Muito mais que um pseudônimo, os heterônimos vivem, carregam consigo suas experiências, seus dilemas, sua história. E todos eles, repletos de significações e significados, de desejos e realizações explodiam (ou implodiam, quem sabe) dentro do limite de apenas um corpo físico”. Nessa composição, o autor imaginou todos esses seres (con)vivendo dentro de um só ser, com suas relações e conflitos, seus diálogos prováveis e improváveis, suas limitações espaciais e mentais.

Rodrigo Marconi

Compositor, musicólogo e professor carioca, Rodrigo Marconi iniciou-se na música aos 12 e, aos 18, já trabalhava em composições para teatro e cinema. Seu ingresso na música de concerto aconteceu em 2008, com sua primeira participação no Panorama da Música Brasileira Atual da Escola de Música da UFRJ. Bacharel em composição musical pela Universidade Estácio de Sá (UNESA), teve a oportunidade de estudar com os compositores Guilherme Bauer, João Guilherme Ripper e Tato Taborda. Licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM-CEU) é mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Suas obras foram tocadas em importantes festivais como a XVIII e XXII ´Bienal de Música Brasileira Contemporânea’, os ‘Panoramas da Música Brasileira Atual’ (UFRJ), o ‘Festival Babel’ (Porto Alegre), nas séries ‘MUSIMAC’ (USP), ‘CBM Experimental’, ‘Festival Compositores de Hoje’, “Série Tendências” (UFRJ) ‘Série Compositores’ (UNI-RIO) entre outras.

Foi um dos compositores contemplados com o ‘Prêmio FUNARTE de Música Clássica 2016’ com o trio “O Despertar da Intratável Realidade” para violino, violoncelo e piano, obra que teve sua estreia na XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea (2017). Atualmente, leciona na Escola Estadual de Teatro Martins Penna (FAETEC-RJ) e na graduação do Conservatório Brasileiro de Música (CBM-CEU).

www.rodrigomarconi.com

CD “CORRESPONDÊNCIAS”

Gravadora: Independente / Distribuição: Tratore

Preço Médio: R$30,00

PARA OUVIR E/OU COMPRAR ONLINE

https://www.deezer.com/br/album/79897172
https://itunes.apple.com/br/album/correspond%C3%AAncias/1444486633?app=music&ign-mpt=uo%3D4

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Jorge Pescara lança seu terceiro CD solo, “Grooves in the Eden”

Produzido por Arnaldo DeSouteiro, lançado internacionalmente pela Jazz Station Records (Los Angeles), novo disco combina elementos do jazz, rock, pop, funk, r&b e música brasileira, com participações de Cláudio Infante e André Sachs, dentre outros

Depois dos mundialmente aclamados “Grooves In The Temple” e “Knight Without Armour”, Jorge Pescara chega ao seu terceiro CD, “Grooves In The Eden”, produzido por Arnaldo DeSouteiro e lançado internacionalmente pela gravadora Jazz Station Records, de Los Angeles, em parceria com Fabio Golfetti da Music Magick e com distribuição no Brasil via Tratore. O virtuoso baixista inicia, assim, um novo capítulo em sua brilhante trajetória, desta vez inspirado na combinação de elementos de jazz, rock, pop, funk, r&b e música brasileira, transcendendo rótulos e estilos, para se afirmar como uma fusão única e inovadora.

O repertório inclui inspiradas recriações de sucessos de Freddie Hubbard (“Povo”), Deep Purple (“Smoke On The Water”), Beatles (“Come Together”), Earth Wind & Fire (“Brazilian Rhyme”) e Brecker Brothers (“Song For Barry”), além de temas compostos especialmente para o disco por Jorge Pescara em parcerias com Laudir de Oliveira (“MacumBass”) e Gaudencio Thiago de Mello (“Plato’s Dialogues: Timaeus & Critias”).

A faixa-título “Grooves In The Eden”, luxuriante homenagem ao maestro Bob James, é assinada pelo tecladista Glauton Campello. “Azymuth Men” homenageia os integrantes do fantástico trio Azymuth, em especial a seu saudoso fundador José Roberto Bertrami, com quem Pescara tocou por mais de 10 anos. O disco conta ainda com as participações de André Sachs, João Paulo Mendonça, Roberto Sallaberry, Claudio Infante, Cesar Machado e Paulinho Black, além do celista italiano Davide Zaccaria e o baterista franco/português David Jeronimè, dentre outros.

Um dos baixistas brasileiros de maior expressividade no cenário contemporâneo do jazz e do rock progressivo, Jorge Pescara integra atualmente o grupo da cantora Ithamara Koorax, com quem já gravou diversos discos (“Brazilian Butterfly”, “Got To Be Real”, “Love Dance”) e excursionou pelo mundo, da Finlândia à Portugal, da França à Coréia do Sul, além de liderar a Knight Progband. Também gravou com Dom Um Romão, Luiz Bonfá, Paulo Moura, Eumir Deodato, José Roberto Bertrami, Celso Fonseca, Sergio Vid, Carlos Pingarilho, Mario Castro Neves, Lord K, João Palma, Laura Finocchiaro, o guitarrista japones Mamoru Morishita, os compositores portugueses Fernando Girão e Paco Bandeira, além da banda prog metal norte-americana The Unified One, dentre varios outros. Integrou as bandas ZERØ (“Eletroacustico”, “Quinto Elemento”), Dialeto (“The Last Tribe”) e JSR All Stars (“Friends From Brazil”, “Rio Strut”) em trabalhos de grande repercussão.

COMPRAR ONLINE

https://www.tratore.com.br/um_cd.php?id=14527

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Prelúdio 21 encerra temporada convidando o Quarteto Atlântico, dia 15/12, sábado, no CCJF

Com entrada gratuita, grupo de compositores cariocas faz último concerto do ano e comemora 20 anos de sua fundação

Foto: Marcos Lucas

Encerrando a temporada de concertos gratuitos, os compositores do Prelúdio 21 convidam para interpretar suas obras, no próximo dia 15 de dezembro, sábado, o Quarteto Atlântico. Com entrada gratuita, o último concerto da série, no Centro Cultural Justiça Federal, vai apresentar obras compostas por seus integrantes Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro. (concerto dedicado à memória de Sergio Roberto de Oliveira). Os concertos do grupo retornarão ao palco do CCJF no ano que vem a partir de abril.

Foto: Luciana Garrido

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

15/12 – sábado – Prelúdio 21 convida Quarteto Atlântico

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Quarteto Brasileiro nº1 – Sergio Roberto de Oliveira

Miscelânea – J. Orlando Alves

Atlântico sul – Marcos Lucas

Quarteto – Caio Senna

Quarteto nº

 2 – Alexandre Schubert

Atmosfera – Neder Nassaro

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Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi, quarta, dia 12, na Candelária

Com entrada gratuita, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble e Coro Infantil farão apresentação única, comobras de Holst, Anderson, canções tradicionais natalinas e clássicos da música popular brasileira

            O Projeto Candelária irá promover, no próximo dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 18:30h, uma apresentação especial de Natal, reunindo a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Coro Brasil Ensemble UFRJ e o Coro Infantil UFRJ. Com regência de André Cardoso e entrada gratuita, o 543º concerto da série terá a participação especial de Danilo Caymmie apresentará um programa com obras de Gusttav Holst, Leroy Anderson, canções tradicionais natalinas e grandes clássicos da música popular brasileira, como “Andança”, do próprio Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós; “Alguém no Céu” de Danilo Caymmi e Dudu Falcão, e “Acalanto”, de Dorival Caymmi.

Objetivando participar do processo de revitalização do centro histórico da cidade, a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária criou, em 1992, o Projeto Candelária, inicialmente promovendo exposições fotográficas e de cartofilia. Entrou, a seguir, na área musical, passando, a apresentar, regularmente, concertos de música erudita com entrada franca, idealizados pelo Provedor Jubilado Dr. José Gomes da Silva. O primeiro concerto ocorreu em 16 de agosto de 1995, quarta-feira, às 18:30 h, apresentando o Coro Sinfônico Comunitário Moacyr Bastos, sob a regência de Ueslei Banus. Hoje, na XXIV Temporada ininterrupta, já apresentou 543 concertos com artistas oriundos de 48 países dos 5 continentes. Com o objetivo de divulgar o Projeto e atrair artistas do exterior, a série produziu um álbum (1995-2012) apresentando os concertos com fotos, programas e textos, que vem sendo enviado aos embaixadores dos países que se apresentaram na Igreja da Candelária. Os concertos são gravados e transmitidos em cadeia nacional pela Rede Vida de Televisão.

Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ) é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira, já tendo executado mais de uma centena de obras em estreia mundial.

Criado em setembro de 1999 por Maria José Chevitarese o coral Brasil Ensemble-UFRJ recebeu em 2000 o Diploma de Prata na categoria de coros de câmara, vozes mistas, na Choir Olympics 2000, em Linz, Áustria. O conjunto já atuou junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e Orquestra Sinfônica Nacional, em salas de concerto com Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a Orquestra Sinfônica da UFRJ gravou o Réquiem e o Te Deum do Padre José Mauricio Nunes Garcia como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Gravou ainda os Cds “Imagens do Brasil século XX”, “Imagens do Brasil – séculos XX e XXI” com obras dos compositores brasileiros e o Cd Alberto Nepomuceno – 150 anos, totalmente dedicado a esse compositor. O grupo tem como proposta a divulgação da música brasileira contemporânea, tendo participado da XVII, XVIII, XIX e XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea e do XXIV Panorama da Música Brasileira da Atualidade.

Criado em 1989, o Coral Infantil da UFRJ é hoje um grupo consolidado, já tendo se apresentado junto às

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principais orquestras brasileiras. Com mais de 450 apresentações em seu curriculum o grupo já participou das montagens de Tourandot, La Bohème e Tosca de Puccini, Carmem de Bizet, Hansel und Gretelde Engelbert Humperdinck, Mefistófoles de Arrigo Boito, Flauta Mágica de Mozart, Macbeth de Verdi, Billy Budd e War Requiem de Benjamin Britten, Mandu Çarará, Magdalena e Magnificat Alleluia de Villa-Lobos, cantata O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar, Carmina Burana de Carl Orff, 3ª Sinfonia de Mahler, Te Deum de Berlioz e On the Transfigurations of Souls de John Adams no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou nas comemorações do Bi-centenário da Independência da Argentina, realizando concertos em Buenos Aires. Em 2017 participou de Carmina Burana de Carl Orff e de Tosca de Puccini no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 2018 de Coração Concreto de Ronaldo Miranda, na Sala Cecilia Meireles.

SERVIÇO:

12/12, quarta-feira – CONCERTO ESPECIAL DE NATAL – Orquestra Sinfônica da UFRJCoro Brasil Ensemble UFRJ e Coro Infantil da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi

Local: Igreja da Candelária

Endereço: Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro

Horário: 18:30h

Entrada gratuita

Classificação livre

Informações: 3211-7000 e 99938-5538 (Rildo Costa)

Visite o site:

www.candelariario.org.br

 Assessoria de Imprensa – Cezanne Comunicação

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“A Criação”, de Joseph Haydn, será apresentada no Theatro Municipal, domingo, 9/12

Obra-prima do considerado “pai” da sinfonia e um dos mais famosos do Classicismo, oratório que conta a criação do mundo ganha interpretação da Orquestra Sinfônica da UFRJ e do Coro Brasil Ensemble, com regência de André Cardoso

Na série Domingo no Municipal, no dia 9 de dezembro, às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coro Brasil Ensemble-UFRJ apresentam um programa especial, ouvido pela última vez no Rio de Janeiro em 2012: o oratório A Criação, de Franz Joseph Haydn. O texto em inglês, que tem como base o Gênesis e traz ainda trechos do Livro de Salmos e do poema “O Paraíso Perdido”, de John Milton, conta a criação do mundo. A música é considerada uma das mais importantes e carismáticas de toda a história.

A inspiração de Haydn para compor seu primeiro oratório surgiu sob a influência dos famosos oratórios de Handel, que o compositor assistiu alguns anos antes, como O Messias. Ele o compôs em Viena entre 1796 e 1798, afirmando, ao final, ter investido tempo nele “porque queria que durasse”. Assim, A Criação acabou se tornando a obra-prima daquele que é considerado o “pai” da sinfonia e um dos principais e mais famosos (inclusive, à época) compositores do Classicismo, época de Mozart e que se encerra com Beethoven.

A obra é escrita para orquestra, coro e três solistas que interpretam os anjos Gabriel (soprano), Uriel (tenor) e Rafael (baixo) na primeira parte, e Adão (baixo) e Eva (soprano) na segunda. Michele Menezes (soprano), Licio Bruno (baixo-barítono) e Anibal Mancini (tenor) são os solistas do concerto, que tem a regência do maestro André Cardoso.

O evento encerra as comemorações dos 170 anos da Escola de Música da UFRJ durante o ano de 2018 e tem apoio cultural do Consulado da Áustria, celebrando ainda os 100 anos da República austríaca.

Serviço:

09 de dezembro de 2018 – Domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano S/N – Telefone: 2332-9191

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

21-99197-7465 / 21-3439-0145

ABSTRAI ensemble faz apresentação com estreia mundial e peças do CD “Experiência”, na Cidade das Artes, sábado, 24 de novembro

Lançamento da A CASA Discos, “EXPERIÊNCIA” reúne peças de compositores nacionais e internacionais

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble é um grupo de música de câmara contemporânea, integrado por instrumentistas e compositores de renomada carreira, todos residentes no Rio de Janeiro. O grupo trabalha principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros). Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista).

Foto: Jackeline Nigri

O grupo também realiza atividades pedagógicas como encontros de composição e práticas interpretativas, oficinas e master-classes, além de concertos comentados para a formação de público. O ABSTRAI ensemble lançou o seu primeiro CD “Experiência” em 2018 pelo selo A Casa, e tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras. O ABSTRAI ensemble apresenta no Teatro de Câmara da Cidade das Artes uma estreia mundial do premiado compositor brasileiro residente em Nova Iorque Arthur Kampela, além de uma seleção especial do seu repertório, com obras dos compositores brasileiros Silvio Ferraz, Pauxy Gentil-Nunes, Martin Herraiz e do francês Phillipe Leroux.

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble pode ser visto como um instrumento não só de difusão de cultura, mas também da sua produção, contribuindo pela diversidade musical no Brasil.

O ABSTRAI ensemble faz música do século XXI para quem vive no século XXI!

 

Abstrai Ensemble

Saxes e direção – Pedro Bittencourt

Voz – Doriana Mendes

Flautas – Andrea Ernest Dias

Violino – Mariana Salles

Violoncelo – Marcus Ribeiro

Violão e guitarra– Fabio Adour

Percussão – Zeca Lacerda

Produção executiva – José Schiller

SERVIÇO:

24/11, sábado – ABSTRAI ensemble na Cidade das Artes

Local: Sala de Câmara

Horário: 20h

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA – Livre

Ingressos: Meia: R$ 20,00 / Inteira: R$ 40,00

Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 3325-0102

PROGRAMA

– Un lieu verdoyant (1999) – 6min

Philippe Leroux (França, 1959)

soprano e sax soprano

– Trio náutico (2012) – 14min

Pauxy Gentil-Nunes (Brasil, 1963)

flauta, cello, violão

– Waste variations (2018) – 15min

Martin Herraiz (Brasil, 1980)

violino, flauta, sax tenor, guitarra

– Quiescendo (2018) – estreia carioca – 8min

Silvio Ferraz (Brasil, 1959)

voz microfonada, flauta baixo, sax tenor, violino, cello

– Entre dedos e bocas (2018) – estreia mundial – 7min

Arthur Kampela (Brasil, 1960)

flauta, sax (sop, bar), violino, violão, vibrafone

TOTAL : 49 min de música

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Prelúdio 21 promove concerto gratuito neste sábado, 24/11, na Cinelândia

O grupo de compositores Prelúdio 21 retorna ao palco do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, neste sábado, dia 24 de novembro, às 15h, desta vez para apresentar o programa Federal com o programa “De Volta às Origens”. Nele, cada obra é apresentada por músicos diferentes, em diversas formações instrumentais. O grupo é composto pelos compositores Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro. O concerto também será dedicado à memória de Sergio Roberto de Oliveira.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

24 de novembro, sábado – Prelúdio 21 – Concerto “De volta às origens”

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Intermitências IV | J. Orlando Alves

Piano: Ingrid Barancoski

Peça para flauta e piano | Sergio Roberto de Oliveira

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

As Quatro Estações | Marcos Lucas

Scherzo Trio

Piano: Ingrid barancoski

Flauta: Erick Soares

Viola: Jessé Máximo Pereira

Les nourritures terrestres | Caio Senna

Piano: Caio Senna

Orquídea | Alexandre Schubert

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

Passos | Neder Nassaro

Vídeo-música

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Piano e trio de cordas levam peças de Mozart e Schumann à série de Concertos 2018 na Casa Firjan na quinta, 8 de novembro

Especialmente reunido para esse concerto, o quarteto tem Jean Louis Steurman (piano), Felipe Prazeres (violino), Marco Catto (viola) e Marcus Ribeiro (violoncelo)

Felipe Prazeres

 É o terceiro dos cinco concertos da programação musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

Duas preciosidades da música de câmara estão no programa deste terceiro

concerto da programação musical 2018 da Casa Firjan. O Quarteto n°1 para Cordas e Piano de Mozart (1756–179) e o Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47, de Robert Schumann (1810–1856), escritos para piano e trio de cordas, ganham a interpretação de

Jean Louis Steuerman

um grupo especialmente formado para a ocasião. Ao piano, Jean Louis Steuerman, u

m dos brasileiros mais conhecidos e festejados na música clássica; o violino fica a cargo de Felipe Prazeres, a viola com Marcos Catto e o violoncelo com Marcus Ribeiro, três jovens expoentes

das estantes cariocas.

O concerto, na quinta, 8 de novembro, 19h30, é o terceiro da programação 2018 da Casa Firjan, que tem curadoria de João Guilherme Ripper. Os ingressos

Marcus Ribeiro

custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada).

“O quarteto de Schumann é talvez um dos maios belas da música. De toda a música”, declara Steuerman. “É emoção profunda, uma floresta magnífica de sons. E Mozart é uma espécie de paraíso, que na maturidade a gente compreende melhor”.

Já a peça de Mozart pede fôlego às cordas. Felipe Prazeres, que além de violinista é regente da Petrobras Sinfônica e diretor musical da orquestra Johann Sebastian Rio, considera a obra de Mozart uma das mais desafiadoras para seu instrumento:

Marco Catto

“A precisão é absolutamente necessária para alcançar a grandiosidade de Mozart”, avalia. “Mas as duas peças são extraordinárias na beleza”.

Jean Louis, responsável pela reunião dos músicos para o concerto do dia 8,  define o sentimento do evento de câmara: “Somos muito amigos. E ali, seremos quatro amigos tocando para outros amigos”.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos.

 

Quinta - 1/11 – 19h30
Piano: Jean Louis Steuerman; Violino: Felipe Prazeres; Viola: Marco Catto;
Violoncelo: Marcus Ribeiro

 

Programa:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Quarteto nº 1 para piano e cordas
-Allegro / -Andante Rondo (Allegro)

Robert Schumann (1810 – 1856)
Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47
- Sostenuto assai – Allegro ma non tropo / - Scherzo: molto vivace
- Andante cantábile -- Vivace


SERVIÇO
Data: 8/11, quinta-feira
Horário: 19h30 

Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no estado do Rio)

4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan
PROGRAMAÇÃO 2018:

13/9 – Cristian Budu (piano)
18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

Música & Texto - imprensa:Fabio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte21-99197-7465 / 21-3439-0145cezannedivulgacao@gmail.com
www.cezannecomunicacao.com.br

Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado

Casa Firjan

com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

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