Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi, quarta, dia 12, na Candelária

Com entrada gratuita, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble e Coro Infantil farão apresentação única, comobras de Holst, Anderson, canções tradicionais natalinas e clássicos da música popular brasileira

            O Projeto Candelária irá promover, no próximo dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 18:30h, uma apresentação especial de Natal, reunindo a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Coro Brasil Ensemble UFRJ e o Coro Infantil UFRJ. Com regência de André Cardoso e entrada gratuita, o 543º concerto da série terá a participação especial de Danilo Caymmie apresentará um programa com obras de Gusttav Holst, Leroy Anderson, canções tradicionais natalinas e grandes clássicos da música popular brasileira, como “Andança”, do próprio Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós; “Alguém no Céu” de Danilo Caymmi e Dudu Falcão, e “Acalanto”, de Dorival Caymmi.

Objetivando participar do processo de revitalização do centro histórico da cidade, a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária criou, em 1992, o Projeto Candelária, inicialmente promovendo exposições fotográficas e de cartofilia. Entrou, a seguir, na área musical, passando, a apresentar, regularmente, concertos de música erudita com entrada franca, idealizados pelo Provedor Jubilado Dr. José Gomes da Silva. O primeiro concerto ocorreu em 16 de agosto de 1995, quarta-feira, às 18:30 h, apresentando o Coro Sinfônico Comunitário Moacyr Bastos, sob a regência de Ueslei Banus. Hoje, na XXIV Temporada ininterrupta, já apresentou 543 concertos com artistas oriundos de 48 países dos 5 continentes. Com o objetivo de divulgar o Projeto e atrair artistas do exterior, a série produziu um álbum (1995-2012) apresentando os concertos com fotos, programas e textos, que vem sendo enviado aos embaixadores dos países que se apresentaram na Igreja da Candelária. Os concertos são gravados e transmitidos em cadeia nacional pela Rede Vida de Televisão.

Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ) é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira, já tendo executado mais de uma centena de obras em estreia mundial.

Criado em setembro de 1999 por Maria José Chevitarese o coral Brasil Ensemble-UFRJ recebeu em 2000 o Diploma de Prata na categoria de coros de câmara, vozes mistas, na Choir Olympics 2000, em Linz, Áustria. O conjunto já atuou junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e Orquestra Sinfônica Nacional, em salas de concerto com Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a Orquestra Sinfônica da UFRJ gravou o Réquiem e o Te Deum do Padre José Mauricio Nunes Garcia como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Gravou ainda os Cds “Imagens do Brasil século XX”, “Imagens do Brasil – séculos XX e XXI” com obras dos compositores brasileiros e o Cd Alberto Nepomuceno – 150 anos, totalmente dedicado a esse compositor. O grupo tem como proposta a divulgação da música brasileira contemporânea, tendo participado da XVII, XVIII, XIX e XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea e do XXIV Panorama da Música Brasileira da Atualidade.

Criado em 1989, o Coral Infantil da UFRJ é hoje um grupo consolidado, já tendo se apresentado junto às

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principais orquestras brasileiras. Com mais de 450 apresentações em seu curriculum o grupo já participou das montagens de Tourandot, La Bohème e Tosca de Puccini, Carmem de Bizet, Hansel und Gretelde Engelbert Humperdinck, Mefistófoles de Arrigo Boito, Flauta Mágica de Mozart, Macbeth de Verdi, Billy Budd e War Requiem de Benjamin Britten, Mandu Çarará, Magdalena e Magnificat Alleluia de Villa-Lobos, cantata O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar, Carmina Burana de Carl Orff, 3ª Sinfonia de Mahler, Te Deum de Berlioz e On the Transfigurations of Souls de John Adams no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou nas comemorações do Bi-centenário da Independência da Argentina, realizando concertos em Buenos Aires. Em 2017 participou de Carmina Burana de Carl Orff e de Tosca de Puccini no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 2018 de Coração Concreto de Ronaldo Miranda, na Sala Cecilia Meireles.

SERVIÇO:

12/12, quarta-feira – CONCERTO ESPECIAL DE NATAL – Orquestra Sinfônica da UFRJCoro Brasil Ensemble UFRJ e Coro Infantil da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi

Local: Igreja da Candelária

Endereço: Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro

Horário: 18:30h

Entrada gratuita

Classificação livre

Informações: 3211-7000 e 99938-5538 (Rildo Costa)

Visite o site:

www.candelariario.org.br

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“A Criação”, de Joseph Haydn, será apresentada no Theatro Municipal, domingo, 9/12

Obra-prima do considerado “pai” da sinfonia e um dos mais famosos do Classicismo, oratório que conta a criação do mundo ganha interpretação da Orquestra Sinfônica da UFRJ e do Coro Brasil Ensemble, com regência de André Cardoso

Na série Domingo no Municipal, no dia 9 de dezembro, às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coro Brasil Ensemble-UFRJ apresentam um programa especial, ouvido pela última vez no Rio de Janeiro em 2012: o oratório A Criação, de Franz Joseph Haydn. O texto em inglês, que tem como base o Gênesis e traz ainda trechos do Livro de Salmos e do poema “O Paraíso Perdido”, de John Milton, conta a criação do mundo. A música é considerada uma das mais importantes e carismáticas de toda a história.

A inspiração de Haydn para compor seu primeiro oratório surgiu sob a influência dos famosos oratórios de Handel, que o compositor assistiu alguns anos antes, como O Messias. Ele o compôs em Viena entre 1796 e 1798, afirmando, ao final, ter investido tempo nele “porque queria que durasse”. Assim, A Criação acabou se tornando a obra-prima daquele que é considerado o “pai” da sinfonia e um dos principais e mais famosos (inclusive, à época) compositores do Classicismo, época de Mozart e que se encerra com Beethoven.

A obra é escrita para orquestra, coro e três solistas que interpretam os anjos Gabriel (soprano), Uriel (tenor) e Rafael (baixo) na primeira parte, e Adão (baixo) e Eva (soprano) na segunda. Michele Menezes (soprano), Licio Bruno (baixo-barítono) e Anibal Mancini (tenor) são os solistas do concerto, que tem a regência do maestro André Cardoso.

O evento encerra as comemorações dos 170 anos da Escola de Música da UFRJ durante o ano de 2018 e tem apoio cultural do Consulado da Áustria, celebrando ainda os 100 anos da República austríaca.

Serviço:

09 de dezembro de 2018 – Domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano S/N – Telefone: 2332-9191

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

 

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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ABSTRAI ensemble faz apresentação com estreia mundial e peças do CD “Experiência”, na Cidade das Artes, sábado, 24 de novembro

Lançamento da A CASA Discos, “EXPERIÊNCIA” reúne peças de compositores nacionais e internacionais

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble é um grupo de música de câmara contemporânea, integrado por instrumentistas e compositores de renomada carreira, todos residentes no Rio de Janeiro. O grupo trabalha principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros). Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista).

Foto: Jackeline Nigri

O grupo também realiza atividades pedagógicas como encontros de composição e práticas interpretativas, oficinas e master-classes, além de concertos comentados para a formação de público. O ABSTRAI ensemble lançou o seu primeiro CD “Experiência” em 2018 pelo selo A Casa, e tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras. O ABSTRAI ensemble apresenta no Teatro de Câmara da Cidade das Artes uma estreia mundial do premiado compositor brasileiro residente em Nova Iorque Arthur Kampela, além de uma seleção especial do seu repertório, com obras dos compositores brasileiros Silvio Ferraz, Pauxy Gentil-Nunes, Martin Herraiz e do francês Phillipe Leroux.

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble pode ser visto como um instrumento não só de difusão de cultura, mas também da sua produção, contribuindo pela diversidade musical no Brasil.

O ABSTRAI ensemble faz música do século XXI para quem vive no século XXI!

 

Abstrai Ensemble

Saxes e direção – Pedro Bittencourt

Voz – Doriana Mendes

Flautas – Andrea Ernest Dias

Violino – Mariana Salles

Violoncelo – Marcus Ribeiro

Violão e guitarra– Fabio Adour

Percussão – Zeca Lacerda

Produção executiva – José Schiller

SERVIÇO:

24/11, sábado – ABSTRAI ensemble na Cidade das Artes

Local: Sala de Câmara

Horário: 20h

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA – Livre

Ingressos: Meia: R$ 20,00 / Inteira: R$ 40,00

Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Informações: (21) 3325-0102

PROGRAMA

– Un lieu verdoyant (1999) – 6min

Philippe Leroux (França, 1959)

soprano e sax soprano

– Trio náutico (2012) – 14min

Pauxy Gentil-Nunes (Brasil, 1963)

flauta, cello, violão

– Waste variations (2018) – 15min

Martin Herraiz (Brasil, 1980)

violino, flauta, sax tenor, guitarra

– Quiescendo (2018) – estreia carioca – 8min

Silvio Ferraz (Brasil, 1959)

voz microfonada, flauta baixo, sax tenor, violino, cello

– Entre dedos e bocas (2018) – estreia mundial – 7min

Arthur Kampela (Brasil, 1960)

flauta, sax (sop, bar), violino, violão, vibrafone

TOTAL : 49 min de música

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Prelúdio 21 promove concerto gratuito neste sábado, 24/11, na Cinelândia

O grupo de compositores Prelúdio 21 retorna ao palco do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, neste sábado, dia 24 de novembro, às 15h, desta vez para apresentar o programa Federal com o programa “De Volta às Origens”. Nele, cada obra é apresentada por músicos diferentes, em diversas formações instrumentais. O grupo é composto pelos compositores Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro. O concerto também será dedicado à memória de Sergio Roberto de Oliveira.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

24 de novembro, sábado – Prelúdio 21 – Concerto “De volta às origens”

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Intermitências IV | J. Orlando Alves

Piano: Ingrid Barancoski

Peça para flauta e piano | Sergio Roberto de Oliveira

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

As Quatro Estações | Marcos Lucas

Scherzo Trio

Piano: Ingrid barancoski

Flauta: Erick Soares

Viola: Jessé Máximo Pereira

Les nourritures terrestres | Caio Senna

Piano: Caio Senna

Orquídea | Alexandre Schubert

Flauta: Lincoln Sena

Piano: Thalyson Rodrigues

Passos | Neder Nassaro

Vídeo-música

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Piano e trio de cordas levam peças de Mozart e Schumann à série de Concertos 2018 na Casa Firjan na quinta, 8 de novembro

Especialmente reunido para esse concerto, o quarteto tem Jean Louis Steurman (piano), Felipe Prazeres (violino), Marco Catto (viola) e Marcus Ribeiro (violoncelo)

Felipe Prazeres

 É o terceiro dos cinco concertos da programação musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

Duas preciosidades da música de câmara estão no programa deste terceiro

concerto da programação musical 2018 da Casa Firjan. O Quarteto n°1 para Cordas e Piano de Mozart (1756–179) e o Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47, de Robert Schumann (1810–1856), escritos para piano e trio de cordas, ganham a interpretação de

Jean Louis Steuerman

um grupo especialmente formado para a ocasião. Ao piano, Jean Louis Steuerman, u

m dos brasileiros mais conhecidos e festejados na música clássica; o violino fica a cargo de Felipe Prazeres, a viola com Marcos Catto e o violoncelo com Marcus Ribeiro, três jovens expoentes

das estantes cariocas.

O concerto, na quinta, 8 de novembro, 19h30, é o terceiro da programação 2018 da Casa Firjan, que tem curadoria de João Guilherme Ripper. Os ingressos

Marcus Ribeiro

custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada).

“O quarteto de Schumann é talvez um dos maios belas da música. De toda a música”, declara Steuerman. “É emoção profunda, uma floresta magnífica de sons. E Mozart é uma espécie de paraíso, que na maturidade a gente compreende melhor”.

Já a peça de Mozart pede fôlego às cordas. Felipe Prazeres, que além de violinista é regente da Petrobras Sinfônica e diretor musical da orquestra Johann Sebastian Rio, considera a obra de Mozart uma das mais desafiadoras para seu instrumento:

Marco Catto

“A precisão é absolutamente necessária para alcançar a grandiosidade de Mozart”, avalia. “Mas as duas peças são extraordinárias na beleza”.

Jean Louis, responsável pela reunião dos músicos para o concerto do dia 8,  define o sentimento do evento de câmara: “Somos muito amigos. E ali, seremos quatro amigos tocando para outros amigos”.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos.

 

Quinta - 1/11 – 19h30
Piano: Jean Louis Steuerman; Violino: Felipe Prazeres; Viola: Marco Catto;
Violoncelo: Marcus Ribeiro

 

Programa:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Quarteto nº 1 para piano e cordas
-Allegro / -Andante Rondo (Allegro)

Robert Schumann (1810 – 1856)
Quarteto para cordas e piano em mi bemol maior, op.47
- Sostenuto assai – Allegro ma non tropo / - Scherzo: molto vivace
- Andante cantábile -- Vivace


SERVIÇO
Data: 8/11, quinta-feira
Horário: 19h30 

Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no estado do Rio)

4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan
PROGRAMAÇÃO 2018:

13/9 – Cristian Budu (piano)
18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

Música & Texto - imprensa:Fabio CezanneCezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte21-99197-7465 / 21-3439-0145cezannedivulgacao@gmail.com
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Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado

Casa Firjan

com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

Mais informações
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Daniela Spielmann lança seu primeiro CD autoral em 20 anos de carreira, quinta, 18 de outubro, no BLUE NOTE

Há 15 anos sem lançar álbum solo, desde o bem sucedido “Brazilian Breath”, de 2003, saxofonista lança “Afinidades”, inspirado na amizade e nos afetos, com participações especiais de Aurea Martins, Sheila Zagury , Silvério Pontes, Alexandre Romanazzi, Beto Cazes, e muitos outros

 

Lá vem ela de novo com sua luz e musicalidade. Depois de dois anos de ensaios, arranjos e gravações, a saxofonista e flautista Daniela Spielmann está lançando o CD “Afinidades”, o primeiro disco autoral em 20 anos de carreira, a contar do álbum de estreia do grupo Rabo de Lagartixa, lançado em 1998. O novo disco terá show de lançamento no dia 18 de outubro, quinta-feira, às 20h, no Blue note, na Lagoa.

Foto: Clau Pomp

 Instrumentista virtuose, reconhecida por seus pares e por onde passa, nesse CD, Dani também se mostra como exímia arranjadora e compositora. Gravado com o seu Quarteto com Xande Figueiredo na bateria, Domingos Teixeira no violão e Rodrigo Villa no contrabaixo, todos amigos e parceiros de projetos musicais–o novo disco ganhou ainda diversas participações especiais, como Sheila Zagury (piano), Anat Cohen (clarinete), Silvério Pontes (trompete e flugel), Alexandre Romanazzi (flauta), Dudu Maia (bandolim), IdrissBoudrioua (sax alto), Beto Cazes (percussão), Nando Duarte (violão de 7; Cordas), viola (DhyanToffolo), violoncello (Matheus Ceccato) e nos violinos Oswaldo Carvalho, Rogério Rosa, Glauco Fernandes, William Doyle.

A atmosfera de sintonia, amizade e afeto é o que permeia todo o trabalho e se reflete em seu próprio nome: “Afinidades”. “A afinidade ocorre quando há encontros verdadeiros, quando a gente se sintoniza com ideias, gostos e sentimentos de outra pessoa. Todas as músicas do álbum são dedicadas a pessoas e situações onde a afinidade aconteceu”, explica Dani Spielmann.  O CD contém faixas para estudo musical, sem os solos, e partituras em PDF para vários instrumentos.

Foto: Clau Pomp

A saxofonista compôs, arranjou e produziu um repertório com composições inspiradas em situações e afetos que vivenciou. Estudiosa da música brasileira, musicalmente, o CD abraça diversos gêneros brasileiros e hibridações como: maracatu, samba-choro de gafieira, afoxé, baião, samba-latino e bossa-nova, um reflexo também da pluralidade musical do quarteto. Fortemente marcado pela brasilidade, seja pelo repertório ou pela maneira de tocar, o quarteto se inspira na premissa jazzística de criação coletiva, ao vivo, primando por sutilezas de comunicação que só o tempo e o conhecimento profundo da alma musical permitem.

O quarteto começou a se apresentar em 2001, período de lançamento do primeiro CD da saxofonista,“Brazilian Breath”, indicado ao Grammy Latino em 2002. Ao longo do tempo, os shows contaram com as participações de Aurea Martins, Sivuca, Ricardo Silveira, Zé Menezes, Anat Cohen, Nicolas Krassic , Silvério Pontes e Zé da Velha, Zélia Duncan, entre muitos artistas. Desde então, o quarteto vem participando de inúmeros festivais nacionais e internacionais.

Daniela Spielmann

 

Dá pra contar nos dedos a quantidade de saxofonistas brasileiras em atividade. Daniela Spielmann é uma delas e nome obrigatório entre os craques do saxofone. Seus grandes trunfos são a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos. Sua trajetória é longa e farta de projetos importantes. Em 2001, lançou seu primeiro CD solo – BRAZILIAN BREATH, trabalho que foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez parte da banda “Altas Horas” do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 a 2014, na TV Globo elaborando arranjos semanais de acordo com o repertório do programa. É integrante também do grupo Rabo de Lagartixa, duo Spielmann- Zagury, Mulheres em Pixinguinha, Choro na Rua  e Cordão do Boitatá. Já se apresentou com grandes nomes do cenário da MPB Instrumental como: Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, cantores como: Aurea Martins, Moyseis Marques, Zélia Duncan, entre outros.

Daniela participa anualmente como solista convidada desde 1998 no Clube do Choro de Brasília e em vários festivais como líder, no Brasil e no mundo em países como: USA, Argentina, Chile, Colômbia, France, Suíça, Portugal, Israel, Paraguai. Em 2017 foi convidada a dar aulas no Choro Camp em PortTownsend – Seattle, junto ao trio brasileiro e Anat Cohen. Ao longo do período em que trabalhou na TV se apresentou com inúmeros artistas de variados estilos como, Sidney Magal, Fafá de Belém, Paula Lavigne, Elza Soares, Jota Quest entre outros. Em 2014 começa a integrar o grupo de palco do Cordão do Boitatá tendo se apresentado e contribuído com arranjos nos palcos carnavalescos nos shows de 8 horas de duração com artistas renomados, internacionais e nacionais de diversos estilos e gêneros, como Kezya Jones, Graça Cunha, João Donato, Pedro Miranda. Em 2016 se junta ao trompetista Silvério Pontes e iniciam uma parceria no projeto Gafierando e Choro na rua.

 

SERVIÇO:

 

18/10 , quinta-feira – Daniela Spielmann lança o CD “Afinidades” no BLUE NOTE

Horário: 20h

Endereço: Av. Borges de Medeiros, 1424, Lagoa, Rio de Janeiro

Classificação LIVRE

Duração: entre 1 hora e 1 hora e quinze minutos

Gênero: música instrumental e vocal brasileira

 

VALORES:
Preço único para todos os setores.

R$ 90,00 | inteira
R$ 45,00 | meia

ATENÇÃO PARA AS INFORMAÇÕES ABAIXO:

Setor único: adotamos o modelo “first come, first served”. Assim, chegue cedo para garantir o seu lugar. Mesas marcadas apenas para Membros do Blue Note Rio Club pelo canal de relacionamentos.
Horários de entrada e saída do Club conforme padrão internacional do Blue Note:
Primeiro set: abertura do clube às 19h. Após o término, o público deverá deixar o salão em até 30 minutos.

Bilheteria: (21) 3799-2500

 

Participações especiais:

Silvério Pontes flugel e trompete

Alexandre Romanazzi – Flauta

Sheila Zagury,- piano

Beto Cazes – percussão

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

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Quinteto Villa-Lobos traz a música de câmara com sabor brasileiro ao segundo Concerto 2018 na Casa Firjan

Cinco concertos integram a programação musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

 Mais longevo grupo de câmara do Brasil toca um programa com obras de Villa-Lobos, Gnattali e Krieger, entre outros

A brasilidade é a tônica do Segundo concerto 2018 na Casa Firjan, que abriu um novo espaço para a música no Rio de Janeiro. O Quinteto Villa-Lobos, grupo de sopros fundado em 1962, apresenta na quinta, 18 de outubro, às 19h30, um concerto com obras de Radamés Gnattali, Mário Tavares, Ronaldo Miranda, Edino Krieger e, claro, Heitor Villa-Lobos. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

Com 56 anos de atividade ininterrupta, o multipremiado Quinteto – hoje formado por Rubem Schuenk (flauta), Luís Carlos Justi (oboé), Paulo Sérgio Santos (clarineta), Philip Doyle (trompa) e Aloysio Fagerlande (fagote) – representa a alta qualidade do gênero do país. Seu repertório é formado, em grande parte, por peças dedicadas ao grupo ou a seus integrantes.

O programa homenageia datas redondas desses compositores”, aponta Fagerlande, há mais de duas décadas no Quinteto. “São os 90 anos de Edino Krieger, 70 de Ronaldo Miranda, e seriam os 90 de Mário Tavares também, além dos 30 anos de morte de Gnattali”. Os arranjos das peças de Villa-Lobos são de Caio Márcio (Ária da Bachiana n° 4), Paulo Sérgio Santos (Ária da Bachiana n°5) e Nelson Ayres (Martelo da Bachiana n° 5).

O Quinteto, consagrado como grupo de grande precisão e elegância, está em casa num ambiente como o do palacete – a relação público-artistas num concerto de câmara como esse está no cerne do trabalho, apesar de numerosos palcos de grande porte que também sempre ocupa, na programação dos grandes teatros e festivais.

“A gente continua tocando porque gosta muito, acredita muito”, prossegue o fagotista. “É extremamente louvável a iniciativa como a da Casa Firjan, um espaço deslumbrante, com uma curadoria de alta expertise”.

Com uma discografia robusta nos 56 anos de carreira, o Quinteto Villa-Lobos estará lançando em breve o CD com o Concerto a Cinco, de J.G.Ripper, gravação ao vivo no Festival Villa-Lobos em 2012, Theatro Municipal do RJ, com a OSUFRJ, reg. Roberto Duarte.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos.

 

 

Quinta - 18/10 – 19h30 - Quinteto Villa-Lobos

Programa:

:Mario Tavares (1928-2003) - Quinteto para Instrumentos de Sopros 
Edino Krieger (1928) - Serenata a Cinco
Radamés Gnattali (1906-1988) - Suite para flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa
Ronaldo Miranda (1948) - Variações Sérias sobre um tema de Anacleto de Medeiros
Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Bachianas Brasileiras n.4 (Aria) e Bachianas Brasileiras n.5 (Aria e Martelo)

 

SERVIÇO
Concerto Quinteto Villa-Lobos 
Data: Dia 18/10, quinta-feira
Horário: 19h30 

Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no estado do Rio)

4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan

 

PROGRAMAÇÃO 2018:

13/9 – Cristian Budu (piano)

18/10 – Quinteto Villa-Lobos

8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo

22/11 – Leo Gandelman Quarteto

6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

 

Música & Texto - imprensa:

Fabio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

Mais informações
Firjan - Assessoria de Imprensa
(21) 2563-4577
imprensa@firjan.com.br
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Fábio Cezanne

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Samuel Rosa é o último convidado da série Chico Amaral Convida Parceiros

Shows celebraram as amizades e parcerias da trajetória do músico mineiro

Fechando a série de shows em que convida artistas para celebrar os encontros da sua carreira, Chico Amaral recebe, no dia 18 de outubro, uma das parceiras mais notórias de sua trajetória: Samuel Rosa. O encontro realizado no Centro Cultural do Minas Tênis Clube, com apoio da Claro e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, celebra uma importante fase da jornada musical de Chico, o letrista que assina diversos hits do Skank ao lado de Samuel.

A parceira com a banda mineira começou em 1992 e originou grandes hits da música brasileira, como Jackie Tequila, Esmola, Garota Nacional e inúmeras outras canções. Foi em turnês e gravações com o Skank que Chico projetou-se como um artista com reconhecimento nacional e também conheceu outros parceiros importantes. “Além de ser meu primeiro parceiro, foi o Affonsinho quem me apresentou ao Skank. Ele já conhecia o empresário da banda, Fernando Furtado, e quando comentaram que estavam em busca de um letrista, disse que sabia onde encontrar. Ao longo dos anos, compomos juntos mais de 70 músicas”, comenta Chico.

O repertório definido para o show reflete bem a prosperidade da parceria: todas as canções escolhidas são de autoria dos dois artistas, incluindo a primeira composição de Samuel e Chico, Réu e Rei, e a versão concebida por eles para a canção I Want You, de Bob Dylan (Tanto). “Não dá para recontar a minha história sem relembrar da fase do Skank. Naquela época já tocava saxofone, mas não almejava a música instrumental que é hoje um dos meus grandes focos. Foi ali que descobri o prazer do instrumento e me consolidei como letrista. Sou muito grato por essa etapa da minha carreira”, finaliza Amaral.

O Projeto

Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas. Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro.  “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Carlos Valle, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço:
Chico Amaral Convida seus Parceiros – Samuel Rosa

Data: 18 de outubro - 21h 
Local: Centro Cultural do Minas Tênis Clube 
Classificação Etária: Livre

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC e pelo link http://bit.ly/ChicoAmaralConvidaSamuelRosa
Informações à Imprensa: Press Comunicação – 31 3245-3778
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Prelúdio 21 convida a pianista Lúcia Barrenechea e o violoncelista Hugo Pilger, neste sábado, 29/09, na Cinelândia, com entrada gratuita

O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe, neste mês de setembro, o duo composto pela pianista Lúcia Barrenechea e o violoncelista Hugo Pilger. Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música de câmera contemporânea. Em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, o concerto com entrada gratuita será neste sábado, dia 29 de setembro, às 15h. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês.

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

 

SERVIÇO:

29/09 – sábado – Prelúdio 21 convida Lucia Barrenechea e Hugo Pilger
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre

 

 

Programa:

Águas-vivas | Caio Senna

Imagens | Alexandre Schubert

Introspecções II | J. Orlando Alves

Pares | Sergio Roberto de Oliveira

Escrito no Vento, Escrito na Pedra | Marcos Lucas

Aglomeração | Neder Nassaro

 

Fábio Cezanne
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ABSTRAI ensemble lança seu primeiro CD apostando na contemporaneidade, sexta-feira, 28 de setembro, na Sala Cecília Meireles

Lançamento da A CASA Discos, “EXPERIÊNCIA” reúne peças de compositores nacionais e internacionais

Foto: Daniel Valentim

 Apostando no lema “O ABSTRAI ensemble faz música do século XXI para quem vive no século XXI!”, o grupo carioca de música de câmara de renome lança seu primeiro CD, “Experiência”, com direção do saxofonista, professor e pesquisador Pedro Bittencourt. Gravado entre julho de 2017 e junho de 2018 n’A Casa Estudio (Rio de Janeiro), o CD traz com exclusividade obras recentes dos compositores brasileiros Roberto Victorio, Rodrigo Lima, Michelle Agnes, Pauxy Gentil-Nunes, além do português João Pedro Oliveira, do grego Phivos Angelos-Kollias e do francês Didier Marc Garin. Dedicadas ao ABSTRAI ensemble, as peças foram gravadas pela primeira vez pelo grupo. O CD é uma produção independente do ABSTRAI ensemble, disponibilizada em CD físico e nas principais plataformas digitais pelo selo A Casa Estúdio.

O grupo é conhecido por se dedicar ao repertório dos séculos XX e XXI, principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros). Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e diversas atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista). O grupo se dedica também a atividades pedagógicas como oficinas, master-classes, encontros de interpretação musical/composição, além de concertos comentados, contribuindo pela formação de público de música de concerto no Brasil.

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras, além de uma turnê pelo México. Participou do 55° Festival Villa Lobos (RJ) em 2017, da VI Semana Internacional de Música de Câmara em 2017 na Cidade das Artes (RJ), das Bienais de Música Contemporânea Brasileira em 2013 e 2015 (RJ), do Festival Música Estranha na histórica Sala do Conservatório (SP), da série Partituras do Sesc Pompéia (SP), do Festival de Inverno de Ouro Preto (MG), do Festival de Música de Londrina (PN), do Panorama da Música Contemporânea Brasileira (RJ), do Festival Internacional de Música de Câmara (RJ) das temporadas do CCBB (RJ), da Sala Cecília Meirelles (RJ), do Espaço Guiomar Novaes (RJ), da Cidade das Artes (RJ), do Parque Lage (RJ) e do Instituto Cervantes (RJ). Realizou concertos e participou de programas de rádio no México em 2014 com apoio do Ibermúsicas.

Foto: Jackeline Nigri

Também apresentou o seu repertório e suas propostas musicais em programas nacionais de TV, como o programa “Partituras” e o “Estúdio Móvel”, ambos da TV Brasil (EBC). O ABSTRAI ensemble pode ser visto como um instrumento não só de difusão de cultura, mas também da sua produção, contribuindo pela diversidade musical.

 

SERVIÇO :

28/09/2018 - Sexta - ABSTRAI ensemble lança o CD “Experiência”

Horário: 20h
Local: Sala Cecília Meirelles
Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

 

PROGRAMA

ABSTRAI ensemble
Experiência

 
  1. Experiência(2011 rev. 2018) 12:49
    Phivos-Angelos Kollias (Grécia, 1982)
    voz, flauta (ut, baixo), sax (soprano, barítono), piano, percussão, sons eletrônicos e a percepção ativa
  2. Vento Noroeste (2012 rev. 2015) 7:25
    Michelle Agnes Magalhães (Brasil, 1979)
    violino, cello, clarone
  3. Sopro de câmara(2009) 7:54
    Rodrigo Lima (Brasil, 1976 - )
    flauta, sax alto e clarone
  4. Da Caccia X(2016) 6:39
    Didier Marc Garin (França, 1963)
    viola e sax alto
  5. Trio(2012) 13:09
    Pauxy Gentil-Nunes (Brasil, 1963)
    sax (soprano, tenor), guitarra e percussão
  6. Quatro mundos II(2008) 5:55
    Roberto Victorio (Brasil, 1959)
    voz, flauta em sol, piano
  7. Angel Rock(2011) 10:44
    João Pedro Oliveira (Portugal, 1959)
    sax barítono, marimba e sons eletrônicos

 

 

FICHA TÉCNICA

ABSTRAI ensemble

Saxes -  Pedro Bittencourt (1, 3, 4, 5, 7)

Voz - Doriana Mendes (1, 6)

Flautas - Pauxy Gentil-Nunes (1, 6) e Andrea Ernest Dias (3)

Clarineta e clarone - Batista Jr. (2, 3)

Regência e guitarra - Fabio Adour (1, 5)

Violino e viola – Mariana Salles (2, 4)

Violoncelo – Marcus Ribeiro (2)

Piano – Marina Spoladore (1, 6)

Percussão – Daniel Serale (1, 5) e Zeca Lacerda (7)

 

 

ABSTRAI ensemble

Saxes e direção — Pedro Bittencourt

Voz – Doriana Mendes

Flautas- Pauxy Gentil-Nunes, Andrea Ernest Dias

Clarineta, clarone – Batista Jr.

Guitarra, violão, regência – Fabio Adour

Violino e viola – Mariana Salles

Violoncelo – Marcus Ribeiro

Piano – Marina Spoladore

Percussão – Zeca Lacerda

Eletrônica – Pauxy Gentil-

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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