ABSTRAI ensemble lança seu primeiro CD apostando na contemporaneidade, sexta-feira, 28 de setembro, na Sala Cecília Meireles

Lançamento da A CASA Discos, “EXPERIÊNCIA” reúne peças de compositores nacionais e internacionais

Foto: Daniel Valentim

 Apostando no lema “O ABSTRAI ensemble faz música do século XXI para quem vive no século XXI!”, o grupo carioca de música de câmara de renome lança seu primeiro CD, “Experiência”, com direção do saxofonista, professor e pesquisador Pedro Bittencourt. Gravado entre julho de 2017 e junho de 2018 n’A Casa Estudio (Rio de Janeiro), o CD traz com exclusividade obras recentes dos compositores brasileiros Roberto Victorio, Rodrigo Lima, Michelle Agnes, Pauxy Gentil-Nunes, além do português João Pedro Oliveira, do grego Phivos Angelos-Kollias e do francês Didier Marc Garin. Dedicadas ao ABSTRAI ensemble, as peças foram gravadas pela primeira vez pelo grupo. O CD é uma produção independente do ABSTRAI ensemble, disponibilizada em CD físico e nas principais plataformas digitais pelo selo A Casa Estúdio.

O grupo é conhecido por se dedicar ao repertório dos séculos XX e XXI, principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros). Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e diversas atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista). O grupo se dedica também a atividades pedagógicas como oficinas, master-classes, encontros de interpretação musical/composição, além de concertos comentados, contribuindo pela formação de público de música de concerto no Brasil.

Foto: Jackeline Nigri

O ABSTRAI ensemble tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras, além de uma turnê pelo México. Participou do 55° Festival Villa Lobos (RJ) em 2017, da VI Semana Internacional de Música de Câmara em 2017 na Cidade das Artes (RJ), das Bienais de Música Contemporânea Brasileira em 2013 e 2015 (RJ), do Festival Música Estranha na histórica Sala do Conservatório (SP), da série Partituras do Sesc Pompéia (SP), do Festival de Inverno de Ouro Preto (MG), do Festival de Música de Londrina (PN), do Panorama da Música Contemporânea Brasileira (RJ), do Festival Internacional de Música de Câmara (RJ) das temporadas do CCBB (RJ), da Sala Cecília Meirelles (RJ), do Espaço Guiomar Novaes (RJ), da Cidade das Artes (RJ), do Parque Lage (RJ) e do Instituto Cervantes (RJ). Realizou concertos e participou de programas de rádio no México em 2014 com apoio do Ibermúsicas.

Foto: Jackeline Nigri

Também apresentou o seu repertório e suas propostas musicais em programas nacionais de TV, como o programa “Partituras” e o “Estúdio Móvel”, ambos da TV Brasil (EBC). O ABSTRAI ensemble pode ser visto como um instrumento não só de difusão de cultura, mas também da sua produção, contribuindo pela diversidade musical.

 

SERVIÇO :

28/09/2018 - Sexta - ABSTRAI ensemble lança o CD “Experiência”

Horário: 20h
Local: Sala Cecília Meirelles
Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

 

PROGRAMA

ABSTRAI ensemble
Experiência

 
  1. Experiência(2011 rev. 2018) 12:49
    Phivos-Angelos Kollias (Grécia, 1982)
    voz, flauta (ut, baixo), sax (soprano, barítono), piano, percussão, sons eletrônicos e a percepção ativa
  2. Vento Noroeste (2012 rev. 2015) 7:25
    Michelle Agnes Magalhães (Brasil, 1979)
    violino, cello, clarone
  3. Sopro de câmara(2009) 7:54
    Rodrigo Lima (Brasil, 1976 - )
    flauta, sax alto e clarone
  4. Da Caccia X(2016) 6:39
    Didier Marc Garin (França, 1963)
    viola e sax alto
  5. Trio(2012) 13:09
    Pauxy Gentil-Nunes (Brasil, 1963)
    sax (soprano, tenor), guitarra e percussão
  6. Quatro mundos II(2008) 5:55
    Roberto Victorio (Brasil, 1959)
    voz, flauta em sol, piano
  7. Angel Rock(2011) 10:44
    João Pedro Oliveira (Portugal, 1959)
    sax barítono, marimba e sons eletrônicos

 

 

FICHA TÉCNICA

ABSTRAI ensemble

Saxes -  Pedro Bittencourt (1, 3, 4, 5, 7)

Voz - Doriana Mendes (1, 6)

Flautas - Pauxy Gentil-Nunes (1, 6) e Andrea Ernest Dias (3)

Clarineta e clarone - Batista Jr. (2, 3)

Regência e guitarra - Fabio Adour (1, 5)

Violino e viola – Mariana Salles (2, 4)

Violoncelo – Marcus Ribeiro (2)

Piano – Marina Spoladore (1, 6)

Percussão – Daniel Serale (1, 5) e Zeca Lacerda (7)

 

 

ABSTRAI ensemble

Saxes e direção — Pedro Bittencourt

Voz – Doriana Mendes

Flautas- Pauxy Gentil-Nunes, Andrea Ernest Dias

Clarineta, clarone – Batista Jr.

Guitarra, violão, regência – Fabio Adour

Violino e viola – Mariana Salles

Violoncelo – Marcus Ribeiro

Piano – Marina Spoladore

Percussão – Zeca Lacerda

Eletrônica – Pauxy Gentil-

 

Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Chico Amaral recebe os parceiros Affonsinho e Marina Machado para show que celebra sua carreira

Affonsinho já subiu ao palco com Marina Machado, que já gravou canções de Chico Amaral, que já escreveu letras para Affonsinho. Compartilhar letras, arranjos e experiências pode parecer trama de poemas drummondianos, mas é parte importante da trajetória dos músicos cujo encontro será celebrado no terceiro show da série Chico Amaral Convida Parceiros.

Além de conterrâneos e contemporâneos, Chico, Marina e Affonsinho construíram uma grande amizade ao longo dos anos dentro e fora dos palcos, e tem participações significativas nas carreiras  um do outro. As canções de Chico Amaral estão presentes em todos os álbuns de Marina Machado. E foi Affonsinho, primeiro parceiro musical de Chico, que o apresentou ao Skank, aonde viria a se consolidar como um importante letrista da música brasileira. Sobre a pluralidade desse encontro, Chico comenta que, “além de grandes amigos, são pessoas fundamentais em meus diferentes caminhos musicais, seja como compositor ou instrumentista”.

Para o show que acontece no dia 27 de setembro, no Centro Cultural do Minas Tênis Clube, os artistas interpretarão músicas que compuseram juntos e com outros parceiros, como Lô Borges e Flávio Henrique. O repertório conta com Gentil Loucura, Vagalumes lá no Breu do Céu, Bagaceira e outras canções compartilhadas entre os músicos. “É inevitável falar desses parceiros quando estamos pensando na minha carreira, não tem como desatrelar nossas  trajetórias. Esse show será um encontro delicioso que irá comemorar nossa música e nossa amizade”, avalia Chico. Apesar de já ter feito apresentações com Affonsinho e Marina separadamente, essa será a primeira vez que os três parceiros se reúnem juntos em um palco para celebrar essa união musical.

O projeto
Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas. Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro.  “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Erik Fernandes, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço:
Chico Amaral Convida seus Parceiros - Affonsinho e Marina Machado
Data: 27 de setembro - 21h 

Local: Centro Cultural do Minas Tênis Clube 
Classificação Etária: Livre

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC
Informações à Imprensa: Press Comunicação – 31 3245-3778

Nina Rocha – nina.rocha@presscomunicacao.com.br – 98735-8080
Cláudia Tanure – claudia@presscomunicacao.com.br – 99956-6452

O pianista Cristian Budu abre, dia 13 de setembro, série de Concertos na Casa Firjan

Cinco concertos integram a programação musical do novo centro de inovação e empreeededorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper

Aos 30 anos, estrela em ascensão, o paulista vencedor do Concurso Clara Haskil 2013 leva obras de Schumann e Chopin ao novo espaço

Em 2013, quando venceu um dos mais prestigiosos

© Kate L Photography | www.kateLphotography.com

concursos de piano no mundo – o Clara Haskil, na Suiça -, Cristian Budu perdeu o anúncio dos classificados para a finalíssima, que ele venceria em seguida. Tinha ido jantar com a família, convencido de que não havia chance de ganhar. Cinco anos depois, morando na ponte Brasil-Alemanha e com a agenda repleta, ele já se estabeleceu como umd os brasileiros mais talentosos da nova geração.

Budu abre a temporada de concertos na Casa Firjan – nova série e também novo espaço para a música no Rio – na quinta-feira, dia 13, às 19h30Este primeiro concerto, excepcionalmente, terá entrada gratuita, com inscrições pelo site www.firjan.com.br/casafirjan. Nos seguintes, os ingressos serão populares (R$ 10). A série tem programados mais quatro concertos até o fim do ano, com a curadoria do compositor João Guilherme Ripper.

 

Cristian Budu

Nascido em Diadema, São Paulo, filho de romenos,Cristian Budu revelou muito cedo seu talento, tocando Beethoven de ouvido no piano que o pai dedilhava. Aperfeiçoou-se na USP, com Eduardo Monteiro, e foi bolsista laureado no New England Conservatory, em Boston (para onde retornou para o programa Artist Diploma). Ganhou diversos concursos nacionais (Prelúdio, concurso Nelson Freire) e projetou-se internacionalmente ao vencer o prestigiosíssimo Concurso Clara Haskil, na Suíça – o único brasileiro vencedor na história da competição, que laureou nomes como Richard Goode, Christoph Eschenbach, Mitsuko Uchida e Evgeni Korolyov. Detalhe: o Clara Haskil premia apenas um concorrente – às vezes, nenhum. Budu recebeu ainda dois prêmios nessa edição, incluindo o do público.

Desde a estada em Boston, Cristian se dedica também a saraus em residências, numa forma de reunir músicos para tocar em pequenos grupos. A partir dessa experiência, criou no Brasil o projeto Pianosofia, que congrega músicos em ensaios coletivos para fazer música de câmera nas residências.  “Fazer música de câmera é uma alegria para o ouvinte e mais ainda para o músico, que passa a tocar e ao mesmo tempo ouvir em sintonia fina com o putro músico. E acordamos muitos pianos mudos nas casas”, diz Budu.

Para o concerto carioca, Budu escolheu duas peças que são, por assim dizer, coletâneas de momentos, compostas por Robert Schumann (1810-1856) e Fréderic Chopin (1810-1849). Kreisleriana(escrita em 1838), de Schumann, reúne oito movimentos; os Prelúdios, de Chopin, enfileiram 24 miniaturas, cada uma delas numa tonalidade. As duas peças – que Budu considera seus carros-chefe – percorrem alternadamente estados de espírito de luz e sombra, esperança e medo; as diferentes atmosferas estão refletidas em cada peça da Kreisleriana de Schumann e no arco estrutural dosPrelúdios.

“Robert Schumann tinha um emocional bipolar e reflete essa montanha-russa na peça, batizada em homenagem ao personagem do escritor alemão E.T.A. Hoffmann, o músico Johann Kreisler”, explica o pianista. “Já Chopin começou a compor os Prelúdios num momento de doença, de se ver entre a vida e a morte. À alegria se segue uma peça muito fúnebre, por exemplo”.

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos. A Casa Firjan, inaugurada dia 3 de agosto, é o antigo Palacete Linneo de Paula Machado, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, adquirida pela Firjan em 2011 e restaurada com extremo cuidado.

A Casa transformou-se, assim, de residência elegante de uma das famílias mais conhecidas do Brasil em centro de atividades culturais e de formação e pesquisa na inovação tecnológica da indústria criativa. Além do ambiente histórico, o espaço conta com um anexo em estilo contemporâneo, projetado pelo arquiteto André Lompreta de Oliveira. A edificação produz, ao mesmo tempo, integração dos espaços e um espetacular contraste com o casarão de 1913. Música, exposições, instalações, palestras, workshops, espaço para treinamento e para pesquisa são atividades programadas.

Nas salas de estar e jantar, acontecem cinco concertos até dezembro de 2018 (veja a programação abaixo, no serviço); a série abriga música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

 

Quinta - 13/9 – Cristian Budu, piano

Programa:
Kreisleriana – R.Schumann
Prelúdios – F. Chopin
SERVIÇO
Concerto Cristian Badu 
Data: Dia 13/09, quinta-feira
Horário: 19h30 
Entrada gratuita
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Inscrição pelo site www.firjan.com.br/casafirjan
PROGRAMAÇÃO 2018:

18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio

 

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Casa Firjan, um legado para o Rio
A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de i

Encontro da indústria 2018 na Casa Firjan

novação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

Casa Firjan

Em um terreno de 10 mil m², na rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas casas geminadas construídas no início do século XX. A visitação continua gratuita durante o mês de setembro e depois em todas as terças-feiras do ano.

Mais informações
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Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi apresentam o show “Mojave”, dia 12 de setembro, quarta-feira, na Sala Cecília Meireles

O novo repertório traz composições do gaitista e de integrantes da orquestra em arranjos originais, além de releituras de obras de Tom Jobim

 

Foto: Andrea Nestrea
Foto: Andrea Nestrea

A Orquestra de Sopros Pro Arte e o gaitista Gabriel Grossi voltam a abraçar a obra do maestro Tom Jobim, mas agora incorporando novidades autorais ao repertório que se esculpe a cada apresentação. Desta vez apresentarão o show Mojave na Sala Cecília Meireles no dia 12 de setembro, quarta-feira, com foco nas composições de Gabriel Grossi ( “Em Movimento” e “Botero” ), e dos integrantes e diretores da Orquestra, como Lourenço Vasconcellos ( “Olhar da Raposa” e “Chorinho pro gente”), Raimundo Nicioli ( “Baião pro Hermeto”, “Salsa” e “Morena” ), Thiago Pires (“Coisa de Moacir”) e Luiz Potter (“Ojoubá”). O show resgata ainda pérolas de Tom Jobim, como “Tema Jazz”, “Sue Ann” e “Mojave”, escolhidas por serem menos conhecidas e com elementos mais jazzísticos, agora arranjadas especialmente para a formação de orquestra.

Foto: Andrea Nestrea

Este encontro especial da Orquestra de Sopros Pro Arte com o gaitista Gabriel Grossi se deu pela primeira vez em dezembro de 2017 no palco do Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, em homenagem ao maestro por ocasião dos seus 90 anos. A partir de então, a parceria vem ganhando solidez e desenvoltura, abrindo espaço para obras autorais que fazem brilhar o diálogo entre a gaita e os diferentes instrumentais orquestrais, trazendo cada vez mais resultados musicais surpreendentes.Com direção musical de Claudia Ernest Dias, Raimundo Nicioli e Lourenço Vasconcelos, a Orquestra de Sopros da Pro Arte vem realizando importantes apresentações e homenagens, ao longo de quase três décadas de existência.

Serviço

Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi
Local: Sala Cecília Meireles

Data: 12 de setembro, quarta-feira
Horário: 20h

Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

Vídeos:

SALSA:

MOJAVE: 

Orquestra de Sopros Pro Arte – Gabriel Grossi

Regência – Lourenço Vasconcellos
Direção – Claudia Ernest Dias, Lourenço Vasconcelos, Raimundo Nicioli
Gaita – Gabriel Grossi

Participação especial: Guilherme Pimenta (violino)

 

PROGRAMA

1- Ojoubá - Luiz Potter/arr. Luiz Potter 
2 - Olhar da Raposa - Lourenço Vasconcellos/arr Lourenço Vasconcellos 
3 - Espontaneidade - Rafael Ribeiro/ arr Rafael Ribeiro 
4- Coisa de Moacir - Thiago Pires / arr Thiago Pires
5 - Cabeludo - Guilherme Pimenta /arr Guilherme Pimenta 
6 - O Rei e o Sol - Miguel Dias / arr Miguel Dias
7- Baião pro Hermeto - Raimundo Nicioli /arr Raimundo Nicioli 
8 - Morena - Raimundo Nicioli/ arr Raimundo Nicioli 
9 - Mojave - Tom Jobim /  arr Thiago Chatak 
10 - Sue Ann - Tom Jobim / arr Raimundo Nicioli 
11-  Tema Jazz - Tom Jobim/arr Jovino Santos  Neto
12 - Salsa - Raimundo Nicioli/ arr Raimundo Nicioli
13- Chorinho pra gente - Lourenço Vasconcellos/ arr Lourenço Vasconcellos 
14- Sou sim, soul sim - Carlos Malta/arr Carlos Malta 
15 - Em Movimento - Gabriel Grossi/ arr Gabriel Grossi e Eduardo Farias
16- Botero - Gabriel Grossi/ arr Gabriel Grossi 
17- Cabaceira Mon amour - Sivuca / arr Fabio Luna

Trio Aquarius apresenta, neste sábado, dia 8, obras de Edino Krieger, Villani-Côrtes, Haydn e Piazzolla, no Centro da Música Carioca, Tijuca

Foto: André Pinnola

Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo) encontraram-se pela primeira vez em 1991, e, desde então, vêm desenvolvendo ininterruptamente um trabalho de alta qualidade, que coloca o Trio Aquarius entre os melhores e mais destacados conjuntos de câmara do Brasil.

Logo em seu primeiro ano de existência, o Trio Aquarius obteve o terceiro lugar no mais importante concurso de música erudita do Brasil, o Prêmio Eldorado de Música – SP. Desde então, sua carreira tomou grande impulso, destacando-se suas apresentações à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica de Campinas, quando executaram o Concerto Tríplice de Beethoven. Em 1999, o Trio Aquarius foi o grande vencedor do II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Nirenberg”, realizado na Escola de Música da UFRJ

Com um repertório que inclui clássicos do século XVIII até compositores contemporâneos, o Trio Aquarius tem como um de seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de todas as épocas.  Para tanto, já gravou dois CDs, com obras de Nestor de Hollanda Cavalcanti, Villani-Côrtes, Henrique Oswald, Guerra-Peixe e Francisco Braga.

Foto: André Pinnola

Na Alemanha, o Trio Aquarius se apresentou em Hannover – representando o setor cultural do Brasil na EXPO-2000 – e na “Haus Der Kulturen Der Welt”, em Berlim, em concertos com transmissão ao vivo para vários países da Europa pela televisão. Nos Estados Unidos, participou de uma turnê por quatro cidades, levando a música brasileira a Nova York, Washington, Denver e Selinsgrove.

Em 2009, o Trio Aquarius foi o trio escolhido pela direção do Museu VillaLobos para fazer a inédita integral no Brasil dos trios de Heitor Villa-Lobos, dentro das comemorações oficiais do 50º aniversário de morte do maestro, na Sala Cecília Meireles.

Em 2011, o compositor Edino Krieger dedicou a sua obra “Trio Tocata” ao Trio Aquarius, que fez a estreia mundial na 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea do mesmo ano

 

08/09, sábado – Trio Aquarius

Local: Centro da Música Carioca
Horário: 17h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

 

 

Programa:

HAYDN    - TRIO EM SOL MAIOR, Hob. XV: 25       EDINO KRIEGER  - SONATINA*      
EDINO KRIEGER   - TRIO TOCATA**
VILLANI-CÔRTES  - CINCO MINIATURAS BRASILEIRAS       
PIAZZOLLA   - PRIMAVERA PORTENHA 

*Transcrição para trio de Flávio Augusto **Música dedicada ao Trio Aquarius

 

Fábio Cezanne
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Trio Mignone comemora 16 anos de carreira e homenageia seu patrono, neste sábado, 1 de setembro, na Cidade das Artes

Foto: Priscila Bonfim

Comemorando 16 anos de atividades ininterruptas em 2018, o Trio Mignone (Afonso de Oliveira, flauta. Ricardo Santoro, violoncelo. Miriam Grosman, piano) homenageará o seu grande patrono, o maestro Francisco Mignone, com a apresentação de seu Trio nº 1, cuja gravação do CD lançado em 2006 pelo selo UFRJ Música obteve a condecoração máxima de 5 diapasons pela renomada revista francesa “Diapason”. Na segunda parte do programa, serão apresentados dois dos mais importantes trios do repertório camerístico internacional, o Trio WoO 37 de L. van Beethoven e o Trio op. 63 de C. M. von Weber.

O Trio Mignone foi criado em 2002 com o objetivo de promover o registro inédito em CD de duas belíssimas obras do Maestro Mignone: os Trios para flauta, violoncelo e piano. Lançado em 2006 na Sala Cecília Meireles, o CD obteve a condecoração máxima de 5 diapasons da prestigiosa Revista “Diapason”.

Devido à grande afinidade entre os músicos, todos profissionais da Escola de Música da UFRJ, o Trio Mignone vem mantendo ao longo desses anos, uma trajetória constante de apresentações nas principais salas de concertos do Brasil. Com grande receptividade do público e da crítica especializada, o Trio tem como um dos seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de concerto, em especial a de Francisco Mignone.

 

AFONSO OLIVEIRA (flauta)

Foto: Priscila Bonfim

Graduou-se em flauta na Escola de Música da UFRJ e concluiu o mestrado na mesma instituição, onde leciona desde 1999. Estudou flauta e interpretação musical com grandes professores do cenário musical brasileiro como Eduardo Monteiro, Celso Woltzenlogel e Noel Devos. Atuou em diversas formações instrumentais, dentre elas a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Dedicou-se à performance da música barroca com participação em diversas apresentações com o grupo “Brasil Barroco – coro e orquestra”, com o conjunto instrumental “Núcleo XVIII”, dirigido pelo cravista Marcelo Fagerlande, além de ter se apresentado como solista da Suíte nº2 – BWV 1067 – de J. S. Bach com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. É integrante do Trio Mignone, grupo que já recebeu diversos artigos elogiosos da crítica especializada, com o qual gravou o CD “Francisco Mignone – obras para flauta, violoncelo e piano. Apresenta-se com regularidade em importantes salas de concertos do Rio de Janeiro.

 

RICARDO SANTORO (violoncelo)

Foto: Augusto Burle

Iniciou seus estudos musicais com seu pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. É Mestre pela UFRJ e violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Como solista, se apresentou à frente de várias orquestras, entre elas a Orquestra Sinfônica Brasileira por quatro vezes. Faz parte dos conjuntos: Duo Santoro (violoncelos), Trio Aquarius (piano, violino e violoncelo), Trio Mignone (piano, flauta e violoncelo), e Harmonitango (piano, gaita e violoncelo), com os quais se apresenta regularmente por todo o Brasil. Com o prestigiado Duo Santoro, já se apresentou no famoso Carnegie Hall de Nova York e lançou o CDs “Bem Brasileiro” e “Paisagens Cariocas”. Gravou também os CDs “Trios Brasileiros” e “Peace to thecity”, com o Trio Aquarius; “Francisco Mignone – Obras para flauta, violoncelo e piano”, com o Trio Mignone; e “Harmonitango”, com o Harmonitango. É responsável pela primeira audição mundial de obras de alguns dos maiores compositores brasileiros, tais como Edino Krieger, João Guilherme Ripper, Ronaldo Miranda, Villani-Côrtes, Ricardo Tacuchian, entre outros.

 

MIRIAM GROSMAN (piano)

Doutora em Artes Musicais (DMA), título concedido pela Catholic University of América, em Washington DC, é também Mestre em Música pela UFRJ. Professora Titular da UFRJ, realiza Master Classes e Cursos voltados para aspectos didáticos e interpretativos. Vários de seus ex-alunos vêm se destacando como intérpretes e professores, no cenário musical nacional e internacional. Paralelamente à docência, desenvolve atividade artística relevante como solista e camerista, com apresentações no Brasil, Portugal, Espanha, Áustria, Itália e Estados Unidos, onde o repertório apresentado no exterior, assim como o de alguns de seus CDs, contempla em especial a música brasileira para piano. Integra o Trio Francisco Mignone com o violoncelista Ricardo Santoro e o flautista Afonso Oliveira, com gravações que incluem os dois trios inéditos do compositor para esta formação. Sobre a interpretação dos 6 Estudos Transcendentais de Francisco Mignone, Carlos Dantas declara: “a pianista Miriam Grosman nos dá uma versão que prima pela dinâmica filigranada, pela conduta técnica dominada senhorilmente. Performance nota 10”. (Tribuna da Imprensa, 3 de maio de 2006).

 

 

SERVIÇO:

01/09, Sábado – Trio Mignone na Cidade das Artes – Teatro de Câmara
Horário: 20h

Ingressos: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada)

Endereço: Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 3325-0102
Capacidade: 450 pessoas
Classificação: livre

 

PROGRAMA:

FRANCISCO MIGNONE   -  TRIO nº 1
van BEETHOVEN    -  TRIO WoO 37 EM SOL MAIOR
M. von WEBER   - TRIO Op. 63 EM SOL MENOR
Fábio Cezanne

Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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CaRIOca ProgFest promove o rock progressivo do Rio, reunindo expoentes do gênero em diferentes palcos da cidade

Centro Cultural Justiça Federal, Centro da Música Carioca e Casa de Pedra receberão, de 28 de agosto a 27 de setembro, Victor Biglione Trio, Caravela Escarlate, Sleepwalker Sun, Únitri, Arcpelago e Laranja Boreal

 

A cidade do Rio de Janeiro voltará a reverberar os acordes complexos e o virtuosismo dos compassos compostos do rock progressivo, dentre 28 de agosto e 27 de setembro, em palcos de diferentes bairros. Com realização da Vértice Cultural e da BeProg – feliz parceria que vem promovendo com sucesso a cena progressiva no Rio – o CaRIOca ProgFest levará ao Centro Cultural Justiça Federal (Centro), Centro da Música Carioca (Tijuca) e Casa da Pedra (Ipanema) uma seleta programação em conformidade com o elevado padrão técnico e artístico, característicos do estilo.

Foto: Carlos Vaz

Abrindo o festival, o Caravela Escarlate se apresenta na terça-feira, dia 28 de agosto, às 19h, no Centro Cultural Justiça Federal, lançando seu CD homônimo. O grupo é uma concepção do multi-instrumentista e compositor David Caravelle, formado no Rio de Janeiro no início da década de 1990.  A base do som do grupo é a confluência da musicalidade do rock progressivo europeu com o lirismo da música brasileira. Com formações inconstantes em seus primeiros anos, a banda surge de forma fixa a partir da parceria com o tecladista Ronaldo Rodrigues (ex-Massahara, ex-Módulo 1000, atual Arcpelago), em 2011. Com o veterano baterista Élcio Cáfaro (já tocou com Cássia Eller, Chico Buarque, MPB-4, Boca Livre, Edu Lobo e muitos outros), a banda apresenta músicas do novo CD, que contou com a parceria na produção executiva da produtora carioca Vértice Cultural. O disco vem ganhando fortes elogios da crítica especializada no Brasil e no exterior, lançado internacionalmente pelo selo europeu Karisma Records, da Noruega. Uma das poucas bandas brasileiras com um importante selo europeu dando suporte ao trabalho da banda.

O Centro da Música Carioca, na Tijuca, receberá grande parte da programação do festival, em todas as quintas-feiras de setembro, às 20h. No dia 06, será a vez do consagrado guitarrista Victor Biglione realizar seu aclamado Tributo a Jimi Hendrix, acompanhado por Jorge Pescara (baixo) e Fábio Cezanne (bateria). Biglione apresentará sua releitura peculiar da obra do icônico guitarrista, agora arranjadas com o extremo virtuosismo, complexidade e riqueza rítmica do trio. Além das clássicas “Little Wing”, “Foxy Lady” e “Voodoo Child”, fazem parte ainda as soturnas “Pali gap”, “Jam back at the house” e “We Gotta live Together”. Composições do próprio Biglione e de Billly Cobham fazem também parte do repertório. Arranjador, compositor e virtuose das “seis cordas”, Victor Biglione é um dos músicos com a maior número de participações em gravações e shows, na MPB. O curriculum internacional é invejável, com dois Grammys – Manhattan Transfer, em 1989, e com Milton Nascimento, em 2000. Dois CDs, com o guitarrista do The Police, Andy Summers, além da participação em álbuns de Stanley Jordan, Lee Konitz, John Patittucci, Sergio Mendes, Steve Hackett (Genesis), John Hiseman (Colosseum) entre outros.

No dia 13, a banda de Niterói, Sleepwalker Sun, com forte influência do rock progressivo setentista e contemporâneo, vai apresentar seu segundo álbum, após o bem sucedido CD de estreia, que recebeu diversos prêmios de crítica e público – em 2005, foi premiado pelo site Rock Progressivo Brasil nas categorias melhor banda brasileira, melhor arte, melhor músico, melhor baterista, melhor guitarrista, melhor vocalista, melhor novidade. Na época, também foi indicada para o prêmio dos melhores do ano na revista Rock Brigade e recentemente ficou em 3° lugar no Prêmio Toddy de Música Independente, atrás apenas de Sepultura e Angra, e com cerca de 50% de votos a mais do que o 4º colocado. Neste show, o grupo vai apresentar também músicas do novo CD, com forte presença de pianos e instrumentos analógicos como mellotronhammondmini moog, solos de guitarras dignos dos medalhões do rock progressivo, e os vocais preciosos de Giana Araújo.

Únitri sobe ao palco do Centro da Música Carioca no dia 20 de setembro, mostrando suas influências que passam por Rush, Genesis, Pink Floyd, Yes, Jethro Tull, The Flower Kings e deságuam no Clube da Esquina, Sagrado Coração da Terra, O Terço, entre outros. Seus líderes, o baixista Rômulo Lima e o guitarrista André Zichtel, são oriundos da formação original da banda, que vem transcendendo ao longo do tempo, chegando ao segundo álbum da banda, “Libertas”, que faz parte do repertório do show, assim como o anterior “Minas, Cantos e Canções”, primeiro CD e apresentado, inclusive, no Centro da Música Carioca em novembro de 2014. Com o tecladista Raphael Montechiari e o baterista Michel Melo, o grupo retrata uma sonoridade que contempla o virtuosismo e o psicodelismo harmônico e melódico dos anos 70, sem abandonar, no entanto, as suas raízes musicais fincadas no Brasil.

Já no dia 22, sábado, a Casa de Pedra, em Ipanema, vai receber o Laranja Boreal, formado pelo músico e pesquisador musical Jorge Pescara e pela musicista Renata Puntel. O duo tem como proposta fazer releituras em arranjos acústicos, sem deixar de ser contemporâneos, através do resgate de obras consagradas. O show “FALA, Tributo aos Secos & Molhados” promove um diálogo nada convencional: viola luso-brasileira de 15 cordas (cordas triplas), acordeon, kantele (mini-harpa de 15 cordas) e vocais. Revisitando a música brasileira, com a experimentação artística durante as performances ao vivo, o duo tem a proposta de quebrar paradigmas culturais e estéticos. Os músicos residiram alguns anos em Lisboa/Portugal, dedicando-se a pesquisas musicais e folclóricas. A viagem os levou ao fundador e compositor dos Secos & Molhados, João Ricardo, português que chegou no Brasil aos 11 anos de idade para trazer sua musicalidade lusófona e criar o grupo mais icônico da música brasileira. A instrumentação utilizada pelo Laranja Boreal neste espetáculo sugere diversas ligações mais profundas com o grupo de João Ricardo, Ney Matogrosso e Gerson Conrad. A começar pela viola brasileira (conhecida erroneamente como ‘caipira’) este instrumento teve suas origens em ancestrais lusitanos, como é o caso da Viola Braguesa (com a mesma configuração de cordas e afinações da brasileira), porém ao mesmo tempo, tão adotada pelo povo do Centro Oeste brasileiro, donde coincidentemente nasceu Ney Matogrosso.

O grupo Arcpelago encerra o CaRIOca Prog Fest no dia 27 de setembro, no Centro da Música Carioca. Formada em 2011 por Ronaldo Rodrigues (teclados e vocais / ex membro da “Massahara”, “Módulo 1000”, e atual membro da “Caravela Escarlate” e “O Terço lado B”), porém com o nome de Aurah, o grupo traz hoje em sua formação o baterista Renato Navega, o baixista Jorge Carvalho e o guitarrista Diogo Albano. A banda busca uma inspiração holística do som setentista, com uma ampla musicalidade. Tendo o rock progressivo como base, o grupo recheia sua música com peso e energia, a alternância entre a introspecção e a intensidade e excitantes variações de climas e texturas. As referências vão dos recortes mais eruditos aos mais simples, trazendo uma caleidoscópica mistura da estética do rock dos anos 1970, privilegiando arranjos fortes que favorecem a presença de todos os instrumentos, a sonoridade analógica e composições autorais exploratórias.

SERVIÇO:

28/08 (terça-feira) – Caravela Escarlate
Local: Centro Cultural Justiça Federal
Horário: 19h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

06/09 (quinta-feira) – Victor Biglione Trio
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

13/09 (quinta-feira) - Sleepwalker Sun
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831


20/09 (quinta-feira) -  Únitri
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

22/09 (sábado) - Laranja Boreal
Local: Casa da Pedra
Horário: 20h
Ingressos: R$20,00 – inteira / R$10,00 meia-entrada
Endereço: Rua Redentor, 64 - Ipanema

27/09 (quinta-feira) - Arcpelago
Local: Centro da Música Carioca
Horário: 20h
Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ (21) 3238-3831

 

 

Fábio Cezanne
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Duo Croma apresenta obras para piano e percussão na Cidade das Artes neste sábado, 25 de agosto

Foto: Caso do Fotógrafo

O Duo Croma, formado por musicistas de grande atividade camerística, premiadas em diversos concursos nacionais, é o resultado da união dos talentos da percussionista Ana Letícia Barros e da pianista Marina Spoladore. Nascido no ano de 2008, o Duo Croma marca presença pela sonoridade marcante e repertório peculiar que vai desde obras clássicas até a música contemporânea. Com uma combinação instrumental peculiar, piano e vibrafone, possuem diversas obras escritas e estreadas pelas musicistas. Desenvolvem um repertório onde o contemporâneo se funde ao tradicional e ao moderno emocionando plateias por todo o Brasil.

Ana Letícia Barros é Doutora em Música e Licenciada pela Unirio. Realizou seu Bacharel em Percussão no Conservatório Brasileiro de Música. Atuou durante treze anos como 1º Timpanista da Banda Sinfônica Civil da Cidade do Rio de Janeiro, e como coordenadora de percussão das Bienais de Música Brasileira Contemporânea por duas edições consecutivas, 2009 e 2011. Já ministrou aulas em diversas universidades nacionais e internacionais, tais como: University of Georgia, Eastman School of Music e New York University. Como solista, já atuou nas seguintes orquestras: Orquestra Latino Americana de Sopros (OLV-Yamaha), Orquestra de Sopros da Universidade da

Foto: Cícero Rodrigues

Georgia(EUA), Orquestra Brasileira de Sopros, Orquestra Bachiana BrasileiraCamerata Rio De JaneiroOrquestra Filarmônica do Espírito SantoOrquestra de Cordas da UNIRIO, Orquestra de Sopros da UFRJ, Orquestra de Cordas de Volta Redonda, Banda Sinfônica de Volta Redonda, entre outras. Atualmente é professora de Percussão e Música de Câmara da UNIRIO e Professora da Pós-Graduação Profissional – PROEMUS. Também atua como professora do Projeto do Aço ao Clássico, em Volta Redonda. Desenvolve um extenso estudo sobre a técnica de seis baquetas, com diversas obras brasileiras encomendadas e estreadas por ela.

A jovem artista paranaense Marina Spoladore vem ocupando um lugar de destaque dentre os pianistas brasileiros. Detentora de mais de 30 prêmios em concursos nacionais e internacionais, a pianista conta com uma formação de altíssimo nível no Brasil, e com aprimoramento na escola superior de Karlsruhe, Alemanha. É bacharel em piano pela UFRJ e mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Freqüentemente convidada para se apresentar nas mais importantes salas de concerto do país, Marina tem também recebido calorosos elogios da crítica especializada, principalmente por suas participações em eventos ligados à música contemporânea brasileira, como a Bienal de Música Brasileira Contemporânea do Rio de Janeiro. Além de solista, a pianista desenvolve trabalhos camerísticos ao lado de excelentes instrumentistas, como Daniel Guedes, Luiz Senise, Veruschka Mainhard, Ana Letícia Barros, Batista Jr., além dos trabalhos realizados com músicos de renome internacional, como Romain Guyot, Maureen Nelson, entre outros. Tem sido diversas vezes convidada para se apresentar à frente de importantes orquestras no Brasil, como a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, OSB Ópera e Repertório, OSB Jovem, Orquestra Sinfônica da USP, Sinfônica da Escola de Música da UFRJ e Orquestra Sinfônica de Americana, e teve nesses concertos a oportunidade de trabalhar com importantes regentes: Roberto Duarte, Lutero Rodrigues, Ligia Amadio, Luiz Petri, Ronaldo Bologna, Guilherme Bernstein, Ernani Aguiar e Carlos Lima. É integrante do grupo PianOrquestra, que explora as diversas possibilidades do piano preparado, e vem se apresentando em países como Noruega, Suécia, Holanda, Canadá, Chile e Argentina, além de percorrer todo o Brasil.

 

SERVIÇO:

25/08, Sábado – Duo Croma na Cidade das Artes – Teatro de Câmara

Horário: 20h
Ingressos: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia-entrada)
Endereço: Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 3325-0102
Capacidade: 450 pessoas
Classificação: livre

 

 

Programa:

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA          Espelhos
DIMITRI CERVO                                        Toccata
MARCOS LUCAS                                       Croma
JOHN PSATHAS                                          Fragment
NEY ROSAURO                                          Bem-Vindo
CLAUDIO SANTORO                                Ouve o silencio
CLAUDIO SANTORO                                Acalanto da Rosa
JOHN WILLIAMS                                       Lista de Schindler
MANUEL DE FALLA                                 Siete Canciones Populares

 

 

Fábio Cezanne

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Ayran Nicodemo apresenta composições do Prelúdio 21 neste sábado, 25, na Cinelândia, com entrada gratuita

Foto: Ariel Subirá
Foto: Marcos Lucas
Foto: Ariel Subirá

No próximo sábado, dia 25, às 15h, o Centro Cultural da Justiça Federal receberá mais um convidado dentro da série Música do Presente, promovida pelo grupo de compositores Prelúdio 21. Desta vez, o jovem violonista Ayran Nicodemo subirá ao palco da Cinelândia para interpretar as peças compostas por seus integrantes Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas e Neder Nassaro – uma obra Sergio Roberto de Oliveira também será tocada, em sua memória. O concerto tem entrada gratuita.

Músico atuante no cenário brasileiro e antigo parceiro em toda a história do Prelúdio 21, Ayran Nicodemo iniciou seus estudos aos 13 anos, estudando na UFMG logo em seguida. Em 2010 e 2011 integrou como spalla e chefe de naipe a OSB Jovem, como também foi spalla e solista da Camerata Sinfônica do Rio de Janeiro em 2011 e 2012. Frequentemente colabora com as principais orquestras do Rio de Janeiro (Orquestra Petrobrás Sinfônica, OSB Ópera & Repertório e Orquestra Sinfônica Nacional).

 

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:

25/08 – Sábado – Prelúdio 21 convida Ayran Nicodemo
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
Programa:

Neder Nassaro -  “Contra o tempo”

Alexandre Schubert - “Três Micropeças”

Marcos Lucas - “Ricercare”

José Orlando Alves - “Memorie II”

Caio Senna - “A escala espiral”

Sergio Roberto de Oliveira - “Enxergando Cores”

Chico Amaral faz show inédito com Leo Gandelman

Foto: Cynthia C Santos https://www.flickr.com/photos/137661929@N06/sets/72157699726526195

Chico Amaral faz show inédito com Leo Gandelman em série que recebe convidados Saxofonista carioca é o segundo convidado do projeto Chico Amaral convida Parceiros

Depois de receber Ed Motta na estreia do projeto em que fará shows com artistas convidados, é a vez de Chico Amaral subir ao palco com o carioca Leo Gandelman no dia 15 de agosto, as 21h, no Centro Cultural Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2224 – Belo Horizonte/MG).

O segundo espetáculo da série Chico Amaral Convida Parceiros apresenta um repertório que valoriza o saxofone e a identidade dos artistas na música instrumental. Além das composições próprias de cada músico, o público também poderá curtir versões de importantes compositores da música brasileira, como Baden Powell, Ary Barroso e Carlos Lyra.

Foto: Cynthia C Santos

Apesar da grande afinidade musical, esta será a primeira vez que Chico e Leo dividem os palcos. Os músicos se conheceram por admirarem o trabalho um do outro e ao longo de suas carreiras, estiveram sempre trocando ideias e elogios – Leo Gandelman é quem assina a apresentação do primeiro disco solo de Chico.

“Além de termos o saxofone em comum, Leo e eu temos uma trajetória dentro da música instrumental, que faz parte da minha história. Nunca compomos juntos, mas já tive a oportunidade de abrir alguns de seus shows. Nos anos 80, Leo trouxe um novo padrão para a música instrumental brasileira”, elogia Chico Amaral.

O show traz músicas das carreiras de Chico Amaral e de Leo Gandelman, além de outros artistas que os músicos admiram e possuem afinidade.

“Nosso encontro inédito é uma chance para o público apreciar e conhecer mais um pouco da música instrumental. Leo toca música brasileira com classe, bom gosto e balanço. Certamente será um grande show”, comenta Chico.

O Projeto É impossível pensar a carreira do multifacetado Chico Amaral sem relembrar importantes encontros com compositores, intérpretes e instrumentistas ao longo de sua trajetória.

É celebrando esse percurso que o artista concebeu o projeto patrocinado pela Claro “Chico Amaral Convida Seus Parceiros”, onde receberá músicos e amigos em shows inéditos no Teatro do Centro Cultural do Minas Tênis Clube, entre julho e outubro de 2018.

Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas.

Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows, contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro. “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Erik Fernandes, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço: 

Chico Amaral Convida Seus Parceiros – Leo Gandelman 

Data: 15 de agosto – quarta-feira Horário: 21h 
Local: Centro Cultural Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2224 – Belo Horizonte/MG) 
Classificação Etária: Livre 
Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC e pelo link: http://bit.ly/chicoeleo
Press Comunicação – 31 3245-3778 

Nina Rocha – nina.rocha@presscomunicacao.com.br – 98735-8080 

Cláudia Tanure – claudia@presscomunicacao.com.br – 99956-6452