Chico Amaral faz show inédito com Leo Gandelman

Foto: Cynthia C Santos https://www.flickr.com/photos/137661929@N06/sets/72157699726526195

Chico Amaral faz show inédito com Leo Gandelman em série que recebe convidados Saxofonista carioca é o segundo convidado do projeto Chico Amaral convida Parceiros

Depois de receber Ed Motta na estreia do projeto em que fará shows com artistas convidados, é a vez de Chico Amaral subir ao palco com o carioca Leo Gandelman no dia 15 de agosto, as 21h, no Centro Cultural Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2224 – Belo Horizonte/MG).

O segundo espetáculo da série Chico Amaral Convida Parceiros apresenta um repertório que valoriza o saxofone e a identidade dos artistas na música instrumental. Além das composições próprias de cada músico, o público também poderá curtir versões de importantes compositores da música brasileira, como Baden Powell, Ary Barroso e Carlos Lyra.

Foto: Cynthia C Santos

Apesar da grande afinidade musical, esta será a primeira vez que Chico e Leo dividem os palcos. Os músicos se conheceram por admirarem o trabalho um do outro e ao longo de suas carreiras, estiveram sempre trocando ideias e elogios – Leo Gandelman é quem assina a apresentação do primeiro disco solo de Chico.

“Além de termos o saxofone em comum, Leo e eu temos uma trajetória dentro da música instrumental, que faz parte da minha história. Nunca compomos juntos, mas já tive a oportunidade de abrir alguns de seus shows. Nos anos 80, Leo trouxe um novo padrão para a música instrumental brasileira”, elogia Chico Amaral.

O show traz músicas das carreiras de Chico Amaral e de Leo Gandelman, além de outros artistas que os músicos admiram e possuem afinidade.

“Nosso encontro inédito é uma chance para o público apreciar e conhecer mais um pouco da música instrumental. Leo toca música brasileira com classe, bom gosto e balanço. Certamente será um grande show”, comenta Chico.

O Projeto É impossível pensar a carreira do multifacetado Chico Amaral sem relembrar importantes encontros com compositores, intérpretes e instrumentistas ao longo de sua trajetória.

É celebrando esse percurso que o artista concebeu o projeto patrocinado pela Claro “Chico Amaral Convida Seus Parceiros”, onde receberá músicos e amigos em shows inéditos no Teatro do Centro Cultural do Minas Tênis Clube, entre julho e outubro de 2018.

Ao longo de quase quatro décadas musicais, Chico Amaral já tocou ao lado de artistas como Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Jorge Ben Jor, Cartola, Flávio Henrique e coleciona uma série de canções feitas com diversos outros artistas.

Cinco desses parceiros foram escolhidos para revisitar as várias facetas da carreira de Chico: do letrista ao compositor e saxofonista, cada show busca dialogar com as particularidades que conectaram Chico com os artistas convidados Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho, Marina Machado e Samuel Rosa.

Os shows, contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e patrocínio da empresa Claro. “Para a Claro é um orgulho patrocinar o projeto ‘Chico Amaral Convida Seus Parceiros, pensado para celebrar a trajetória deste artista que tem a cara de Belo Horizonte. E a união de nomes tão importantes da música nacional reflete a essência e a missão do Claro Música”, celebra Erik Fernandes, Diretor Regional da Claro em Minas Gerais.

Serviço: 

Chico Amaral Convida Seus Parceiros – Leo Gandelman 

Data: 15 de agosto – quarta-feira Horário: 21h 
Local: Centro Cultural Minas Tênis Clube (Rua da Bahia 2224 – Belo Horizonte/MG) 
Classificação Etária: Livre 
Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) – Disponíveis na bilheteria do Centro Cultural MTC e pelo link: http://bit.ly/chicoeleo
Press Comunicação – 31 3245-3778 

Nina Rocha – nina.rocha@presscomunicacao.com.br – 98735-8080 

Cláudia Tanure – claudia@presscomunicacao.com.br – 99956-6452

Daniela Spielmann lança seu primeiro CD autoral em 20 anos de carreira, sábado, 11 de agosto, na Sala Baden Powell

Foto: Clau Pomp
Foto: Clau Pomp

Há 15 anos sem lançar álbum solo, desde o bem sucedido “Brazilian Breath”, de 2003, saxofonista lança “Afinidades”, inspirado na amizade e nos afetos, com participações especiais de Aurea Martins, Sheila Zagury , Silvério Pontes, Alexandre Romanazzi, Beto Cazes, e muitos outros

 

Foto: Clau Pomp

Lá vem ela de novo com sua luz e musicalidade. Depois de dois anos de ensaios, arranjos e gravações, a saxofonista e flautista Daniela Spielmann está lançando o CD “Afinidades”, o primeiro disco autoral em 20 anos de carreira, a contar do álbum de estreia do grupo Rabo de Lagartixa, lançado em 1998. O novo disco terá show de lançamento no dia 11 de agosto, sábado, na Sala Baden Powell, em Copacabana. Instrumentista virtuose, reconhecida por seus pares e por onde passa, nesse CD, Dani também se mostra como exímia arranjadora e compositora.Gravado com o seu Quarteto com Xande Figueiredo na bateria, Domingos Teixeira no violão e Rodrigo Villa no contrabaixo, todos amigos e parceiros de projetos musicais–o novo disco ganhou ainda diversas participações especiais, como Sheila Zagury (piano), Anat Cohen (clarinete), Silvério Pontes (trompete e flugel), Alexandre Romanazzi (flauta), Dudu Maia (bandolim), IdrissBoudrioua (sax alto), Beto Cazes (percussão), Nando Duarte (violão de 7; Cordas), viola (DhyanToffolo), violoncello (Matheus Ceccato) e nos violinos Oswaldo Carvalho, Rogério Rosa, Glauco Fernandes, William Doyle.

A atmosfera de sintonia, amizade e afeto é o que permeia todo o trabalho e se reflete em seu próprio nome: “Afinidades”. “A afinidade ocorre quando há encontros verdadeiros, quando a gente se sintoniza com ideias, gostos e sentimentos de outra pessoa. Todas as músicas do álbum são dedicadas a pessoas e situações onde a afinidade aconteceu”, explica Dani Spielmann.  O CD contém faixas para estudo musical, sem os solos, e partituras em PDF para vários instrumentos.

A saxofonista compôs, arranjou e produziu um repertório com composições inspiradas em situações e afetos que vivenciou. Estudiosa da música brasileira, musicalmente, o CD abraça diversos gêneros brasileiros e hibridações como: maracatu, samba-choro de gafieira, afoxé, baião, samba-latino e bossa-nova, um reflexo também da pluralidade musical do quarteto. Fortemente marcado pela brasilidade, seja pelo repertório ou pela maneira de tocar, o quarteto se inspira na premissa jazzística de criação coletiva, ao vivo, primando por sutilezas de comunicação que só o tempo e o conhecimento profundo da alma musical permitem.

Foto: Clau Pomp

O quarteto começou a se apresentar em 2001, período de lançamento do primeiro CD da saxofonista,“Brazilian Breath”, indicado ao Grammy Latino em 2002. Ao longo do tempo, os shows contaram com as participações de Aurea Martins, Sivuca, Ricardo Silveira, Zé Menezes, Anat Cohen, Nicolas Krassic , Silvério Pontes e Zé da Velha, Zélia Duncan, entre muitos artistas. Desde então, o quarteto vem participando de inúmeros festivais nacionais e internacionais.

 

 Daniela Spielmann

 Dá pra contar nos dedos a quantidade de saxofonistas brasileiras em atividade. Daniela Spielmann é uma delas e nome obrigatório entre os craques do saxofone. Seus grandes trunfos são a força interpretativa somada à criatividade de suas composições e arranjos. Sua trajetória é longa e farta de projetos importantes. Em 2001, lançou seu primeiro CD solo – BRAZILIAN BREATH, trabalho que foi indicado ao Grammy Latino em 2002. Fez parte da banda “Altas Horas” do programa homônimo, comandado pelo apresentador Serginho Groisman, do ano 2000 a 2014, na TV Globo elaborando arranjos semanais de acordo com o repertório do programa. É integrante também do grupo Rabo de Lagartixa, duo Spielmann- Zagury, Mulheres em Pixinguinha, Choro na Rua  e Cordão do Boitatá. Já se apresentou com grandes nomes do cenário da MPB Instrumental como: Sivuca, Zé Menezes, Zé da Velha e Silvério Pontes, Anat Cohen, cantores como: Aurea Martins, Moyseis Marques, Zélia Duncan, entre outros.

Daniela participa anualmente como solista convidada desde 1998 no Clube do Choro de Brasília e em vários festivais como líder, no Brasil e no mundo em países como: USA, Argentina, Chile, Colômbia, France, Suíça, Portugal, Israel, Paraguai. Em 2017 foi convidada a dar aulas no Choro Camp em PortTownsend – Seattle, junto ao trio brasileiro e Anat Cohen. Ao longo do período em que trabalhou na TV se apresentou com inúmeros artistas de variados estilos como, Sidney Magal, Fafá de Belém, Paula Lavigne, Elza Soares, Jota Quest entre outros. Em 2014 começa a integrar o grupo de palco do Cordão do Boitatá tendo se apresentado e contribuído com arranjos nos palcos carnavalescos nos shows de 8 horas de duração com artistas renomados, internacionais e nacionais de diversos estilos e gêneros, como Kezya Jones, Graça Cunha, João Donato, Pedro Miranda. Em 2016 se junta ao trompetista Silvério Pontes e iniciam uma parceria no projeto Gafierando e Choro na rua.

 

SERVIÇO:

 11/08 , sábado – Daniela Spielmann lança o CD “Afinidades” na Sala Baden Powell

Horário: 19h

Endereço: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360

Ingresso: 20,00 inteira e 10,00 meia-entrada

Informações: 2547-9147 / 98675-4222

Classificação LIVRE

Duração: entre 1 hora e 1 hora e quinze minutos

Gênero: música instrumental e vocal brasileira

 

Ficha técnica do Show

Produção musical: Daniela Spielmann

Composições, arranjos, flauta, sax soprano e sax tenor: Daniela Spielmann

Bateria: Xande Figueiredo

Violão e guitarra: Domingos Teixeira

Contrabaixo elétrico e acústico: Rodrigo Villa

 

Participações especiais:

Silvério Pontes flugel e trompete

Alexandre Romanazzi – Flauta

Sheila Zagury,- piano

Aurea Martins – voz

Beto Cazes – percussão

 

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145
www.cezannecomunicacao.com.br

 

Rio Cello chega a sua 24º edição, com espetáculos gratuitos nos principais espaços culturais da cidade

Maior festival de música do país acontece, no Rio e em Niterói, de 7 a 20 de agosto, com atrações também em Volta Redonda, Cabo Frio e Florianópolis

 

A partir do dia 7 de agosto, terça-feira, a cidade do Rio de Janeiro voltará a ser sede do Rio International Cello Encounter, que chega a sua 24º edição apostando na multiplicação das linguagens do violoncelo, reinventando usos e formas de sua aplicação para além do repertório de câmara. O festival internacional, que há mais de duas décadas promove concertos de expoentes nacionais e internacionais da música, dança e artes visuais, vai promover, até o dia 20 de agosto, atrações gratuitas em importantes palcos culturais da cidade e também em outras localidades, como Niterói, Volta Redonda, Cabo Frio e Florianópolis. Teatros, centros culturais, igrejas, museus e parques são os palcos preferencias do Rio Cello. Idealizado e capitaneado pelo violoncelista inglês David Chew, desde a sua primeira edição, em 1994, o Rio Cello traz em sua programação, além de concertos, espetáculos de dança, exposições de arte, masterclasses e workshops.  Quase tudo inteiramente gratuito.

Neste ano, o festival vai receber o violoncelista alemão Marnix Mohring e a brasileira Kely Pinheiro, nascida na Comunidade da Grota, em Niterói, e em campanha de arrecadação para os custeios de sua bolsa de estudos para estudar música em Berklee, Boston. Outras grandes atrações darão o tom do festival, como a apresentação do Rice Cello Ensemble, da London Music Club Piano Quartet, do Blas Rivera Quarteto, Orquestra de Violoncelos e Contrabaixos de Volta Redonda, Quarteto Ad Libitum, da Colômbia, dentre muitos outros.

O Cello Dance, em sua 12ª edição, vai receber o projeto Frequência Modulada, reunindo, no Museu do Amanhã, dia 12 de agosto, domingo, o violoncelista Yaniel Matos, o DJ Muralha e os bailarinos Danilo D’Alma e Pâmela Sobral, em performances de dança contemporânea e street dance com elementos eletrônicos e cello.

Radicado e apaixonado pelo Brasil há 35 anos, David Chew está comemorando seus 50 anos de carreira firme no seu propósito de popularização da música clássica e homenageando o maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração. “Nossa intenção é levar o poder de transformação social da música a espaços públicos e comunidades. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Desta forma o festival alcança seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária de todas as pessoas”, declara o músico.

Em 24 anos o festival bateu todos os recordes de público em eventos de música clássica no Brasil. Os números são impressionantes: 550 mil espectadores, 12 mil músicos, 900 concertos, 650 horas de workshops e masterclasses. Ao longo de sua extensa trajetória o Rio Cello consolidou-se como uma grande plataforma multicultural no qual música, dança, poesia, artes plásticas e cinema que integram um evento de grande sofisticação artística e responsabilidade social.

PROGRAMAÇÃO

 

06 de Agosto – 3a Feira

19h00 – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

Recital de Câmara

 

 

07 de Agosto – 4ª feira

Manhã e tarde – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

Masterclass de cordas (com Haroutune Bedelian-violino,David Johnson-viola,David Chew-cello,Marnix Möhring-cello e David Ashbridge-violino)

19h00 – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

London Music Club Piano Quartet

Lorna Griffitt – piano

Haroutune Bedelian – violino

David Johnson – viola

David Chew – cello

Marnix Möhring – cello

Repertório: J.S. Bach / Debussy / Schumann

08 de Agosto – 4a Feira

09h00 às 12h00 – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

Masterclass de cordas (com Haroutune Bedelian-violino,David Johnson-viola,David Chew-cello,Marnix Möhring-cello e David Ashbridge-violino)

 

15h00 – Apresentação Especial para os alunos do Colégio Getúlio Vargas de Volta Redonda

Blas Rivera Quarteto

Blas Rivera – saxofone, piano

David Chew – cello

Otto Hanriot – bandoneon

David Johnson – violino

19h00 – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

Recital de Câmara

09 de Agosto – 5a Feira

Manhã e Tarde – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

Masterclass de cordas (manhã e tarde) (com Haroutune Bedelian-violino,David Johnson-viola,David Chew-cello,Marnix Möhring-cello e David Ashbridge-violino)

19h30 – Cine 09 de Abril

Concerto da Orquestra de Cordas e Solistas Internacionais

Repertório: Vivaldi/David Ashbridge/Vaughan Williams/Piazzolla/Villa-Lobos/Blas Rivera/Bizet/

20h00 – Sede do Projeto Volta Redonda – Cidade da Música

Homenagem à José Antônio Abreu

Orquestra de Violoncelos e Contrabaixos de Volta Redonda

Sarah Higino – regente

Blas Rivera Quarteto

Haroutune Bedelian – violino

David Johnson – violino

David Chew – cello

Angelica de la Riva – soprano

Repertório: Vivaldi / A.Piazzolla / H.Villa-Lobos / D. Ashbridge

12 de Agosto – Domingo

11h00 – Museu do Amanhã (Auditório)

Cello Cine

Blas Rivera Quarteto

Blas Rivera – saxofone, piano

David Chew – cello

Otto Hanriot – bandoneon

David Johnson -violino

Cecília Gonzales e Luciano Bastos – bailarinos

Repertório:  J.S.Bach / A.Piazzolla / B.Rivera

 

12h30 – Museu do Amanhã (Átrio)

Cello Dance

Dilo Paulo – Kuduro de Angola

Sheila Fingier – bailarina

Improvisos

Yaniel Matos – cello

Fabio Cezanne – percussão

DJ Muralha

Danilo D’Alma e Pâmela Sobral – bailarinos

Paula Maracajá – direção de movimento

Repertório: Frequência Modulada

16h00 – Igreja da Candelária

Homenagem à José Antônio Abreu

Orquestra de Violoncelos e Contrabaixos de Volta Redonda

Sarah Higino regente

Solistas:

Blas Rivera Quarteto

Haroutune Bedelian – violino

David Johnson – violino

David Chew – cello

Otto Hanriot – bandoneon

Angelica de la Riva – soprano

Marnix Mohring – cello

Repertório: Vivaldi / A.Piazzolla / H.Villa-Lobos / D. Ashbridge/ Vaughan Williams/ Blas Rivera/Bizet

 

13 de Agosto – 2ª Feira

 12h00 – Teatro Dulcina

Transmissão ao vivo do concerto pela Rádio MEC

London Music Club (Haroutune Bedelian – violino, David Johnson – viola, David Chew – cello, Lorna Griffitt – piano)

Blas Rivera Quarteto (Blas Rivera – saxofone, Otto Hanriot – bandoneon, David Chew – cello, David Johnson-violino)

Marnix Mohring – cello

Repertório: J.S.Bach / A.Piazzolla / B.Rivera

10h00 – Espaço Cultural e Ambiental Érico Veríssimo – Cabo Frio

Quarteto Ad Libitum (Daniela Nupán – violino, Juan Daniel Molina – violino, Harold Bolaños – viola, Gabriel Ordóñez – cello, René Ordóñez – cuatro llanero, Alejandro Chimbaco – percussão)

Repertório: J.Haydn / F.Schubert / Folclórica Colombiana

 

14 de Agosto – 3ª Feira

13h00 – Gastrocello

Colaboração com o projeto “Gastromotiva” (Concerto para moradores de rua)

19h00 – Terraço Cultural Noris Galiotto – Cabo Frio

Quarteto Ad Libitum (Daniela Nupán – violino, Juan Daniel Molina – violino, Harold Bolaños – viola, Gabriel Ordóñez – cello, René Ordóñez – cuatro llanero, Alejandro Chimbaco – percussão)

Repertório: J.Haydn / F.Schubert / Folclórica Colombiana

15 de Agosto – 4ª Feira

09h30 – Igreja Matriz de Nossa Senhora de Assunção – Cabo Frio

Quarteto Ad Libitum (Daniela Nupán – violino, Juan Daniel Molina – violino, Harold Bolaños – viola, Gabriel Ordóñez – cello, René Ordóñez – cuatro llanero, Alejandro Chimbaco – percussão)

Repertório: J.Haydn / F.Schubert / Folclórica Colombiana / Missa de Mozart

 

16 de Agosto – 5ª Feira

Museu do Amanhã (Terreiro de Curiosidades)

10h – Cello Tinta (oficina para crianças da Maré)

Jonatas Silva, cello

Joana Passi e Carolina Chew, orientadoras

17h00 – Auditório DMU – UDESC / Florianópolis

Haroutune Bedelian – violino

Lorna Griffitt – piano

Repertório:  J.S.Bach / C.Debussy / J.Brahms

18 de Agosto – Sábado

11h00 – Museu do Amanhã (Auditório)

Quarteto da UFF (Tomaz Soares – violino, Ubiratã Rodrigues – violino, Jesse Maximo– viola, David Chew – cello)

Angelica de la Riva – soprano

Rio Cello Ensemble – Aleska Russo, Ana Milena Macías, David Chew, Elizabeth Bermúdez Diago, Fernando Bru, Gabriel Ordóñez, Glenda Carvalho, Hans Twitchell, Janaína Salles, Kely Pinheiro, Juan David Erazo, Mara Lobo, Marcus Ribeiro, Marxim Mohring, Mateus Ceccato – cellos

 

Repertório: Guerra-Peixe /J.S.Bach / Villa-Lobos

12h30 – Museu do Amanhã (Átrio)

Quarteto Ad Libitum (Daniela Nupán, Juan Daniel Molina – violino, Harold Bolaños – viola, Gabriel Ordóñez – cello, René Ordóñez – cuatro llanero, Alejandro Chimbaco – percussão)

Repertório: J.Haydn/F.Schubert e Folclorica Columbiana

14h00 às 17h00 – Cidade das Artes

Masterclass com Marnix Mohring e Mara Lobo

17h00 – Cidade das Artes

Camerata Laranjeiras

Marnix Mohring, cello

Kely Pinheiro, cello

Repertório: G.Peixe / Folclore Escandinavo

18h30 – Casa Museu Eva Klabin

Homenagem ao Fim da Primeira Guerra Mundial

Haroutune Bedelian – violino

Lorna Griffitt – piano

Trio Twitchell – Johnson (David Johnson – violino, Hans Twitchell – cello, Adriana Twitchell – piano)

Repertório: B.Britten / C.Debussy / D.Shostakovich

19 de Agosto – Domingo

11h00 – Cine Arte UFF (*parte da verba arrecadada neste concerto será revertida para o Rio Cello – R$14 / R$7)

Quarteto da UFF (Tomaz Soares – violino, Ubiratã Rodrigues – violino, Jesse Maximo– viola, David Chew – cello)

Quarteto Ad Libitum (Daniela Nupán – violino, Juan Daniel Molina – violino, Harold Bolaños – viola, Gabriel Ordóñez – cello, René Ordóñez – cuatro llanero, Alejandro Chimbaco – percussão)

Repertório: Guerra Peixe / Música Folclórica Colombiana

15h00 – Sala Municipal Baden Powell (*parte da verba arrecadada neste concerto será revertida para o Rio Cello – R$20 / R$10)

Homenagem à Jacob do Bandolim

Fernanda Canaud – piano

Marco de Pinna – bandolim

Federico Puppi – cello

Trio Porã (Maressa Carneiro – violino, Glenda Carvalho – cello, Ciro Magnani – piano)

Repertório: Pixinguinha / Mendelssohn

16h00 – Igreja da Candelária

Camerata Laranjeiras

Marnix Mohring, cello

Kely Pinheiro, cello

Repertório: G.Peixe / Folclore Escandinavo

20 de Agosto – 2ª Feira

12h00 – Teatro Dulcina

Transmissão ao vivo do concerto pela Rádio MEC

Fernanda Canaud – piano

Marco de Pinna – bandolim

Ramon Cruz  – piano

Juliana Franco – soprano

David Chew – cello

Repertório: J.S.Bach / Pixinguinha /H.Villa Lobos/ Bernstein

20h00 – Sala Cecília Meireles (*parte da verba arrecadada neste concerto será revertida para o Rio Cello – R$40 / R$20)

Violonsalada: Concerto de Encerramento (melhores momentos de Rio Cello 2018)

Homenagens à Debussy, Bernstein, Villa-Lobos e Paulo Russo

 

WEST SIDE STORY

RICE CELLO Ensemble

Aleska Russo, Ana Milena Macías, David Chew,  Elizabeth Bermúdez Diago, Fernando Bru, Gabriel Ordóñez, Glenda Carvalho, Hans Twitchell, Janaína Salles, Kely Pinheiro, Juan David Erazo, Mara Lobo, Marcus Ribeiro, Marxim Mohring, Mateus Ceccato – cellos

London Music Club Piano Quartet

Blas Rivera Quarteto

Trio Cello Brasileiro (David Chew, Janaína Salles e Marcus Ribeiro)

Cecília Gonzalez e Luciano Bastos – bailarino

Angelica de la Riva – soprano

Adriana Jarvis – Piano

Orquestra RICE (Jésus Figueiredo – Maestro; David Johnson, Haroutune Bedelian, Tomaz Soares, Ubiratã Rodrigues, Luiza de Castro, Marco Catto, Daniela Nupán, Juan Daniel Molina, David Ashbridge – violinos; Jesse Maximo, Harold Bolaños, Bernardo Fantini -violas; David Chew, Janaína Salles, Gabriel Ordóñez – cellos; Cláudio Alves – contrabaixo; Paulo Castro Andrades – fagote; Thiago Tavares – clarineta/ clarone; Daniel Soares  – trompa; Ramon Cruz  – piano;  – Lincoln Sena Pinheiro- flauta/picollo; Lino Hofmann, Fábio Cezanne- percussão)

Juliana Franco – soprano

Carla Rizzi – mezzo soprano

Marcelo Coutinho – tenor

LOCAIS:

Rio de Janeiro

Fundação Cidade das Artes

Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca  (21) 3325-0102

Casa Museu Eva Klabin

Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa  (21) 2523-3471

Igreja da Candelária

Praça Pio X – Centro (21) 2233-2324

Museu do Amanhã

Praça Mauá, 1 – Centro (21) 38121812

Sala Cecília Meireles

Rua da Lapa, 47 – Lapa (21) 23329223

Sala Municipal Baden Powell

Av. N. S. de Copacabana, 360 – Copacabana (21) 25479147

Teatro Dulcina

  1. Alcindo Guanabara, 17 – Centro (21) 2240-4879

OUTRAS CIDADES

Cine Arte UFF

Centro de Artes UFF – R. Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói  (21) 36747515

Cine 9 de abril

Rua 14, 235 – Vila Santa Cecília – Volta Redonda (24) 3348-5014

Sede do Projeto Volta Redonda Cidade da Música

Av. Graham Bel 89 – Vila Mury – Volta Redonda (24) 3338-8114

Espaço Cultural e Ambiental Érico Veríssimo

Rodovia Amaral Peixoto, 500 – Aquarius – Cabo Frio (22) 2646-1415

Terraço Cultural Noris Galiotto

Duo Bretas-Kevorkian apresenta obras para piano, em concerto gratuito do Prelúdio 21, neste sábado, 28 de julho, na Cinelândia

Dentro de sua temporada 2018, no Centro Cultural Justiça Federal, o coletivo de compositores Prelúdio 21 programou para o mês de julho um concerto gratuito com o duo Bretas-Kevorkian (piano a quatro mãos). Integrado por Patrícia Bretas e Josiane Kevorkian e com a proposta de divulgar a música de concerto brasileira para essa formação, o duo irá apresentar as obras “Abstratas” (Alexandre Schubert), “Impressões (J. Orlando Alves), “Jogos” (Caio Senna), “Baobá” (Sergio Roberto de Oliveira),“Ninfas” (Marcos Lucas) e “Perturbações” (Neder Nassaro)

Prelúdio 21

Foto: Marcos Lucas

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:

28/07 – sábado – Prelúdio 21 convida Duo Bretas-Kevorkian
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
PROGRAMA

Abstratas  Schubert

Impressões . Orlando Alves

Jogos      Senna

Baobá      Roberto de Oliveira

Ninfas     Lucas

Perturbações Nassaro

 

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145
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Concertos em memória de Sergio Roberto de Oliveira reunirão músicos expoentes da cena erudita na Sala Cecília Meireles, dia 19, quinta-feira, e na Sala Baden Powell, dia 29, domingo

Um ano após a morte do compositor carioca, concertos reunirão notórios amigos do meio erudito, além do lançamento, no dia 19, do CD de estreia do T’Rio, formado por Cristiano Alves (clarinete), Fernando Thebaldi (viola) e Yuka Shimizu (piano)

Foto: Sergio Alberto

           Há um ano, mais precisamente no dia 19 de julho, o compositor e produtor carioca Sergio Roberto de Oliveira faleceu precocemente, aos 46 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas, deixando como legado toda uma vida dedicada à música, com indicações ao Grammy Latino, centenas de obras compostas para diferentes formações, seja de câmara ou com orquestra, dezenas de CDs produzidos e lançados através de sua gravadora A Casa Discos. Agora, neste mês de julho, além do lançamento do CD “O piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, reunindo obras dos compositores tocadas pelas pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski, intérpretes e compositores de prestígio se reunirão em dois palcos cariocas para reviver suas composições e realizar uma grande homenagem ao saudoso amigo e profissional.

Dia 19 de julho, quinta-feira

O primeiro espetáculo em sua memória vai acontecer exatamente após um ano de sua partida, dia 19 de julho, quinta-feira, na Sala Cecília Meireles. Uma de suas últimas composições, “Pangea” será apresentada pelo quarteto de clarinetas formado por Cristiano Alves, Igor Carvalho, Thiago Tavares e Tiago Teixeira, que, em seguida, apresentará duas peças de Francisco Mignone (“Valsa Improvisada” e “Valsa-Choro”). Do CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, Miriam Grosman vai interpretar “Brasileiro”, obra de Sergio Roberto de Oliveira escrita para piano solo, e a pianista Ingrid Barancoski apresenta “Le Tombeau de Aleijadinho”, do compositor e maestro Ricardo Tacuchian. Obras de Villani-Côrtes, Jayoleno dos Santos, Raul do Valle, Didier Marc Garin e Alexandre Schubert integram ainda o variado programa. Serão apresentados trechos da ópera “Na Boca do Cão”, escrita por Sergio Roberto de Oliveira já bastante debilitado, trazendo a frente a soprano Gabriela Geluda, com Ricardo Santoro (violoncelo), Leo Sousa (percussão) e Cristiano Alves (clarineta).

Foto: Sergio Alberto

         No mesmo dia, haverá o lançamento do CD “Trios Brasileiros”, do T’Rio, formado por Cristiano Alves (clarineta), Fernando Thebaldi (viola), Yuka Shimizu (piano). Juntos, vão tocar peças de Nestor de Hollanda, Liduino Pitombeira e Ricardo Tacuchian. que estão presentes no CD de estreia, também lançamento da A CASA Discos.

Dia 29 de julho, domingo

Com renda revertida para uma instituição de tratamento ao câncer, o palco da Sala Baden Powell receberá, no domingo, 29 de julho, às 15h, o segundo concerto em memória ao compositor tijucano. O violonista Luis Carlos Barbieri abre o programa com “Umas Coisas do Coração”, obra que levou o compositor a ser indicado ao Grammy Latino em 2011. Os gêmeos Paulo e Ricardo Santoro (Duo Santoro) vão tocar “Aos Santos Oro”, escrita por Oliveira e dedicada aos irmãos. O duo formado pelo violonista Marco Lima e pela soprano Doriana Mendes vai interpretar “Canção do Dia de Sempre” e “A Canção que não foi escrita” (sobre poemas de Mário Quintana). No fim, Miriam Grosman apresenta “Brasileiro” e o mesmo quarteto formado por Geluda, Alves, Santoro e Souza encerra o programa com trechos da ópera “Na Boca do Cão”.

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA

 

Sergio Roberto de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro em 1970, falecendo na mesma cidade em 2017, com 47 anos incompletos. Graduado em Composição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), na classe de Dawid Korenchendler, teve, também uma orientação informal com Guerra Peixe. Sua carreira de compositor foi vertiginosa, principalmente depois que ele fundou um coletivo de compositores, intitulado Prelúdio 21, e que apresentava, mensalmente, uma estreia contemporânea de cada compositor, durante os últimos 10 anos de sua vida. Sua produção cobriu desde peças para instrumentos solistas, conjuntos de câmara, música coral, música sinfônica e ópera. Importantes grupos camerísticos gravaram sua obra como o Quarteto Radamés Gnattali, Quinteto Lorenzo Fernandez, Trio Capitu, Trio Paineiras, Duo Santoro, Duo Bretas-Kevorkian, GNU, entre outros. Sua obra Phoenix, para clarineta e orquestra, foi gravada pelo clarinetista Cristiano Alves, com a Orquestra Sinfônica Nacional, sob a regência do maestro Tobias Volkmann. Sua ópera de câmara, Na Boca do Cão, em parte escrita em seu leito de morte, teve uma vitoriosa temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, apresentando a soprano Gabriela Geluda.

Paralelamente à sua carreira de compositor, Sergio Roberto desenvolveu em seu curto período de vida, uma intensa liderança musical, promovendo festivais como a Bienal Música Hoje, proferindo palestras, inclusive no exterior, como nas universidades inglesas e americanas, ensaiando uma digressão no mundo do cinema com a direção do curta Ao Mar, em 2014,  ou criando a música para os filmes A dívida, que teve uma indicação no Festival Internacional de Cinema de Madri, na categoria de Melhor Música para Filme e no Filmmaker Festival of World, em Milão na categoria de trilha sonora. Obteve reconhecimento por seu trabalho com as duas indicações do Grammy Latino, respectivamente em 2011 e 2012, e a posição conquistada de Artist-in-Residence, na Duke University in North Caroline.

Outra audaciosa e vitoriosa realização de Sergio Roberto foi a fundação de A Casa Estúdio, em 1998, que já produziu cerca de 30 CDs dedicados à música brasileira contemporânea. Sua morte foi sentida por toda a comunidade musical brasileira e pela imprensa e várias homenagens foram realizadas em sua memória, na cidade onde nasceu e desenvolveu sua meteórica liderança e arte.

 

SERVIÇOS

Dia 19 de julho, quinta-feira – A Música de Sergio Roberto de Oliveira

Local: Sala Cecília Meireles

Horário:  20h

Ingressos: R$40,00 (inteira); R$20,00 (meia entrada)

Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro

Informações:  (21) 2332-9223

Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site www.ingressorapido.com.br

 

Programa: 

Sergio Roberto de Oliveira - Pangea

    Cristiano Alves, Igor Carvalho, Tiago Teixeira, Thiago Tavares - clarinetas




Francisco Mignone - Valsa Improvisada

Francisco Mignone - Valsa-Choro

    Tiago Teixeira, clarone




Sergio Roberto de Oliveira - Brasileiro

    Miriam Grosman, piano

Ricardo Tacuchian - Le Tombeau de Aleijadinho

    Ingrid Barancoski, piano




Edmundo Villani-Côrtes - Luz

Jayoleno dos Santos - Sonata

    Cristiano Alves, clarineta

    Tamara Ujakova, piano




Raul do Valle - Sapucaia

    Thiago Vieira, trompete

Alexandre Schubert - Outono

    Thiago Vieira, flugelhorn

    Thalyson Rodrigues, piano




Didier Marc Garin - Da Caccia X

    Abstrai Ensemble

    Pedro Bittencourt - sax-alto; Mariana Salles - viola; 




Liduino Pitombeira - Japan (Full Moon)

Ricardo Tacuchian - Suite das Águas (Da chuva)

Nestor de Holanda - Sábio em Sol (4o movimento)

    T'Rio

    Cristiano Alves - clarineta; Fernando Thebaldi, viola; Yuka Shimizu - piano




Sergio Roberto de Oliveira - Na Boca do Cão (A menina movida a vida)

    Gabriela Geluda, soprano

    Cristiano Alves, clarineta

    Ricardo Santoro, violoncelo

    Leo Sousa, percussão

 

 

29/07, domingo – A música de Sergio Roberto de Oliveira

Local: Sala Municipal Baden Powell

Endereço: Av. N. Sra. de Copacabana, 360

Ingressos: R$ 20,00/ R$10,00

* A renda será revertida para uma instituição de tratamento ao câncer

Horário: 15 horas

Tel: 2547-9147

Classificação indicativa: Livre

Lotação: 500 lugares

 

Programa

 

Luis Carlos Barbieri, violão                                   Umas Coisas do Coração      

                                                                                                                                                        

Duo Santoro, violoncelos                                         Aos Santos Oro                                 

 

Duo Marco Lima, violão e                                      Canção do Dia de Sempre     

Doriana Mendes, soprano                                        A Canção que não foi escrita

                                                                                   (sobre poemas de Mário Quintana)              

 

Miriam Grosman, piano                                          Brasileiro        




Gabriela Geluda, soprano                                        A Menina Movida a Vida     

Cristiano Alves, clarineta                                         (da Ópera “Na Boca do Cão”)

Ricardo Santoro,violoncelo

Leo Sousa, vibrafone

Alfredo Dias Gomes resgata o inédito disco ECOS

Gravado em 2000 com Norman Sharp (guitarra) e Igor Araújo (baixo), baterista disponibiliza seu décimo CD solo, focado nas composições, melodias e grooves, contrastando com o improviso do CD JAM, lançado no início do ano

Na esteira do elogiado CD JAM, lançado em janeiro deste ano, o baterista Alfredo Dias Gomes resolveu sacodir a poeira de seus antigos arquivos e disponibiliza, a partir deste mês nas plataformas digitais (iTunes, Spotify, Napster e CD Baby), seu nono CD solo, ECOS, gravado em 2000, porém nunca lançado. Assim como o CD JAM, o disco traz composições do baterista e foi gravado em trio, com Norman Sharp na guitarra (já tocou com Baby do Brasil, Eduardo Dusek, Léo Gandelman, dentre outros) e Igor Araújo no baixo (integrante do Vitória Régia durante a última turnê do Tim Maia, de 1997 a 1998), porém com profundas diferenças estilísticas e conceituais. Ao contrário da performance mais espontânea e do improviso que nortearam seu último disco, ECOS manteve seu foco nas composições, nas melodias, acentos e grooves mais definidos.

            Gravado e mixado naquele ano, o disco precisava de distribuição e prensagem, mas devido à percalços pessoais, o baterista não pôde levar adiante e concluir todas as etapas. “Passou o tempo, mudanças de equipamento, tecnologia e o disco ficou esquecido. Cheguei a pensar que tinha perdido as sessões do disco”, lembra. “Até que agora, em 2018, meu sobrinho Arthur me mandou uma música em que ele estava tocando baixo em cima…era a minha música “Ecos”, gravada só com teclados por mim quando fiz a composição. Levei um susto, a música era legal e lembrei da gravação com a banda, tinha que recuperar isso!”. A partir daí, foi um pulo para que o baterista procurasse em mídias diferentes e em diversos back-ups antigos até reencontrar o disco. “Agora, num mundo de streaming e download, remixei o disco, mandei masterizar online nos Estados Unidos, e lanço, neste momento, do meu estúdio direto para distribuição nas plataformas digitais.Viva as novas tecnologias!”, conclui.

            O disco abre com “Norman’s Funk”, composição do guitarrista que despertou em Dias Gomes a ideia de gravar o disco todo. A faixa-título “Ecos” é inédita e foi composta baseada no groove do baixo e um refrão bem melódico. Já “Renata”, também autoral, foi dedicada à filha, gravada no seu primeiro dico solo (de 1991), e muito tocada na época na Globo FM. A música foi gravada para esse disco com um arranjo bem intimista da banda. Originalmente em ritmo de afoxé no disco Atmosfera (1996), “Ladeira da Fonte” ganhou aqui uma versão rock/instrumental. Também inédita, “Starlight” foi composta na mesma época da música Ecos e se apresenta como um poprock instrumental, de melodia com muito “feeling”. O super groove “Copa 79” é uma composição do baixista Igor Araújo, com destaque para o solo do autor.  O funk/rock “Camaleão”, inédita na época, foi mais tarde gravada no disco Corona Borealis (2010), porém com arranjo mais jazzístico. Em homenagem à casa de shows dos anos 80, no Alto da Boa Vista, onde montou sua primeira banda instrumental, “Existe um Lugar” foi gravada no primeiro disco solo do baterista, mas aqui ganhando uma versão jazz-rock, com destaque para o solo de bateria.

ALFREDO DIAS GOMES

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco “Cérebro Magnético” e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival.  Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros.  Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Foto: Thiago Kropf

Completam sua discografia os CDs JAM (2018), Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

CD ECOS – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

https://open.spotify.com/album /4OWfiHNlQwKbCJE0vjE5OB?si=BQC XRnocRJClakAJWWp0RA

https://itunes.apple.com/br/al bum/ecos-feat-norman-sharp-igo r-ara%C3%BAjo/1396863122

http://store.cdbaby.com/cd/alf redodiasgomes8

https://br.napster.com/artist/ alfredo-dias-gomes/album/ecos- feat-norman-sharp-and-igor-ara ujo

 

 

CD JAM – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

https://open.spotify.com/album /7h8bvSNrmKr0aU0b65Gnv3 

https://itunes.apple.com/br/al bum/jam/1321749461 

https://store.cdbaby.com/cd/al fredodiasgomes9

 

 

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
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Lançamento do Cd “O piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, dia 07 de julho, sábado, às 16h no Espaço Guiomar Novaes (Sala Cecília Meireles)

Em memória ao compositor e produtor carioca falecido há um ano, novo disco reúne obras suas e do maestro Ricardo Tacuchian, com interpretação de excelência das pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski. Disco será gratuito para quem comprar ingresso no dia do recital

 

 

            Comprovando a imortalidade da arte, sua transcendência e legado, chega às lojas físicas e virtuais o CD “O piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”, reunindo obras do saudoso músico tijucano, falecido há quase um ano, e do consagrado maestro e compositor, todas interpretadas pelas pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski. O disco é um lançamento da gravadora carioca A Casa Discos, que tinha Oliveira como proprietário e gestor, e agora se renova, determinada na manutenção da memória do seu criador e também no desenvolvimento de novos projetos eruditos e instrumentais, tendo à frente seu amigo e renomado clarinetista Cristiano Alves.

Resultado de uma recente parceria e amizade entre os compositores, o CD começou a ser concebido em 2015, quando Tacuchian procurou a gravadora para produzir o disco “Água-forte: duo Grosman-Barancoski interpreta Tacuchian”. Segundo o próprio Tacuchian, “o processo de gravação em estúdio nos aproximou, eu, ele e as duas pianistas, Miriam e Ingrid. Assim tive a oportunidade de conhecer melhor sua personalidade sempre gentil, sua capacidade de trabalho e liderança e, acima de tudo, sua musicalidade. Ao concluirmos o projeto que nos deu tanto prazer, não só pela realização artística mas também pelo contato humano que desfrutamos, Sérgio me procurou para consultar se eu concordaria em realizar outro CD, agora em parceria com ele, com as mesmas pianistas, por quem ele passou a ter grande apreço pelo talento e arte, e pela integridade e seriedade de ambas”.

A produção do CD foi, de certa forma, interrompida por conta da doença fatal do compositor e produtor, diagnosticada em 2016. Todavia, neste mesmo ano, Sergio Roberto de Oliveira não abdicou de muitos de seus planos. Viveu um intenso processo interno de reformulação de valores e da vida. Na rede social ele escreveu sobre 2016: “Foi um ano bem diferente do que eu poderia imaginar. Os votos de saúde acabaram não sendo muito efetivos, mas um outro, que ninguém desejou, fez a diferença: sabedoria. Sim, foi um ano de aprendizado, autoconhecimento, fé. Quem me conhecia e ficou, digamos, 10 meses sem me ver, não me reconheceria. E não falo da magreza, mas das mudanças profundas em tudo dentro de mim”.  O músico veio a falecer no dia 11 de julho de 2017 e, praticamente em seu leito de morte, concluiu sua obra-prima, a ópera “Na Boca do Cão” e terminou, já doente, seu último CD Paineiras, com uma obra sua de mesmo nome.

O CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian” nasce, segundo o maestro, com um novo significado: “uma homenagem ao compositor que, apesar de partir tão cedo, deixou fortes marcas no panorama musical brasileiro de sua geração. Seu legado continua produzindo frutos”. A primeira parte do disco reúne peças de Oliveira para piano: “Brasileiro”, “Prelúdios Tijucanos” (em três movimentos) e “Atonas”. As composições de Tacuchian ocupam a segunda parte do CD, com as obras “Ernesto Nazareth no Cinema Odeon”, “A Bailarina” (com dez movimentos) e se encerra com “Le Tombeau de Alejadinho”.

 

O Repertório:

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA

 Brasileiro   (Miriam Grosman)

Obra escrita em 2014 “em homenagem ao mestre César Guerra-Peixe, no ano de seu centenário”.  A música é dedicada à pianista Midori Maeshiro. A brasilidade velada da peça, sugerida pelo título e pela homenagem a Guerra-Peixe que seguia um credo nacionalista, evita, no entanto, recursos nativos óbvios. Sua construção é inovadora, começando com uma textura bastante transparente que vai se adensando, à medida que a obra progride para o final quando o piano é tratado percussivamente. Uma pequena coda, com acordes arpejados e de duração longa, retoma a transparência inicial da música.

Prelúdios Tijucanos    (Miriam Grosman)

Os Prelúdios Tijucanos, obras com uma fluência livre, escritas em 2015, são evocativas do bairro onde o compositor nasceu e sempre viveu. A Tijuca é o trecho urbano da zona onde floresce uma parte da Mata Atlântica, chamada Floresta da Tijuca. O compositor compõe um painel que lembra a sua infância e, para isso, usa indicações expressivas mais poéticas do que as convencionais. O Prelúdio nº 1 é Alto da Boa Vista, com a indicação “Fluid” (sic). É “dedicado ao Maestro Beetholven Cunha, com sinceridade e admiração”. O segundo Prelúdio, Amendoeiras, tem a indicação “Fluindo, como a vida” e é “para a querida Erika Ribeiro, que há tanto tempo eu queria dedicar uma música, um pedacinho da minha infância”.  O terceiro Prelúdio, O Céu e o Balão Azul, oferece a indicação “Sonhando” e é dedicado “para o Serginho”.

 

Atonas    (Ingrid Barancoski)

O compositor se inspirou na Sonata op. 1 de Alban Berg, optando por uma estrutura ternária com reexposição da primeira ideia, trabalhando todo o tempo com um cromatismo sem uma tonalidade definida e, como a op. 1 de Berg, escrita em apenas um movimento. Aliás, Atonas é um anagrama de Sonata. Na partitura, no local destinado ao autor, vem escrito GERB NABLA, também um anagrama de Alban Berg. Não há indicação de data da composição.

 

RICARDO TACUCHIAN

 Ernesto Nazareth no Cinema Odeon   (Miriam Grosman)

Obra encomendada e estreada pelo pianista Alexandre Dias e a ele dedicada, em 2014, evoca a figura do compositor brasileiro Ernesto Nazareth que morreu num hospício devido a distúrbios mentais que apareceram no final de sua vida. Tacuchian imaginou a volta de Nazareth, depois de morto, ao Cinema Odeon, onde ele lançou a maioria de seus sucessos. A célula Sol-Fá#, repetida várias vezes, representa uma força que o atrai de volta para o Além. No meio de seu delírio ele tem a impressão de ouvir algumas de suas valsas ou de seus tangos brasileiros. Tacuchian não usou temas de Nazareth para compor esta música.

 

A Bailarina    (Ingrid Barancoski)

As dez pequenas peças da Série A Bailarina foram escritas quando nasceu o primeiro neto do compositor, Felipe Lamy Tacuchian, em 2007. Várias profissões são citadas e só no último movimento aparece o nome do Felipe com a bailarina. A obra foi concebida para ser tocada de dois modos: por pianistas iniciantes ou por concertistas. A primeira audição da Série foi feita por José Wellington, no Rio de Janeiro, no mesmo ano de sua criação.

 

Le Tombeau de Aleijadinho   (Ingrid Barancoski)

Obra de 2011, inspirada pelo autor quando visitou o túmulo de Aleijadinho, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antonio Dias, em Ouro Preto. O compositor concebeu a ideia de escrever um Tombeau, em homenagem ao grande mestre da arquitetura e escultura barroca brasileira (Antonio Francisco Lisboa, Vila-Rica, hoje Ouro Preto, 1738-1814). A obra é constituída por uma introdução, com sugestões de sinos de igreja, seguida de uma melodia nostálgica em estilo antigo. A primeira audição para piano (existe a versão sinfônica) foi realizada no Rio de Janeiro por Miriam Grosman, em 2013.

 SÉRGIO ROBERTO DE OLIVEIRA

 Sérgio Roberto de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro em 1970, falecendo na mesma cidade em 2017, com 47 anos incompletos. Graduado em Composição pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), na classe de Dawid Korenchendler, teve, também uma orientação informal com Guerra Peixe. Sua carreira de compositor foi vertiginosa, principalmente depois que ele fundou um coletivo de compositores, intitulado Prelúdio 21, e que apresentava, mensalmente, uma estreia contemporânea de cada compositor, durante os últimos 10 anos de sua vida. Sua produção cobriu desde peças para instrumentos solistas, conjuntos de câmara, música coral, música sinfônica e ópera. Importantes grupos camerísticos gravaram sua obra como o Quarteto Radamés Gnattali, Quinteto Lorenzo Fernandez, Trio Capitu, Trio Paineiras, Duo Santoro, Duo Bretas-Kevorkian, GNU, entre outros. Sua obra Phoenix, para clarineta e orquestra, foi gravada pelo clarinetista Cristiano Alves, com a Orquestra Sinfônica Nacional, sob a regência do maestro Tobias Volkmann. Sua ópera de câmara, Na Boca do Cão, em parte escrita em seu leito de morte, teve uma vitoriosa temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, apresentando a soprano Gabriela Geluda.

Paralelamente à sua carreira de compositor, Sérgio Roberto desenvolveu em seu curto período de vida, uma intensa liderança musical, promovendo festivais como a Bienal Música Hoje, proferindo palestras, inclusive no exterior, como nas universidades inglesas e americanas, ensaiando uma digressão no mundo do cinema com a direção do curta Ao Mar, em 2014,  ou criando a música para os filmes A dívida, que teve uma indicação no Festival Internacional de Cinema de Madri, na categoria de Melhor Música para Filme e no Filmmaker Festival of World, em Milão na categoria de trilha sonora. Obteve reconhecimento por seu trabalho com as duas indicações do Grammy Latino, respectivamente em 2011 e 2012, e a posição conquistada de Artist-in-Residence, na Duke University in North Caroline.

Outra audaciosa e vitoriosa realização de Sérgio Roberto foi a fundação de A Casa Estúdio, em 1998, que já produziu cerca de 30 CDs dedicados à música brasileira contemporânea. Sua morte foi sentida por toda a comunidade musical brasileira e pela imprensa e várias homenagens foram realizadas em sua memória, na cidade onde nasceu e desenvolveu sua meteórica liderança e arte.

RICARDO TACUCHIAN

Ricardo Tacuchian é regente e compositor. Graduado em Piano, Composição e Regência pela UFRJ e Doutor em Composição pela University of Southern California. Sua obra (com mais de 250 títulos) já foi tocada no Brasil e em praticamente todos os países da Europa e das Américas, em cerca de duas mil apresentações ao vivo, além de programas radiofônicos, no Brasil, Estados Unidos e Europa. As principais orquestras brasileiras incluem sua obra em seus programas. A Bibliografia geral sobre ele abrange inúmeros itens entre Livros, Dicionários, Livros de Referência, Artigos em Revistas Especializadas, Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado, de várias partes do mundo. Seu nome é verbete do Grove Music Dictionary II (2001), do Baker’s Biographical Dictionary of Musicians, 9th edition (2000) e do Die Musik in Geschichte und GegenwartMGG(2007), entre outras obras internacionais. Nas comemorações pela passagem de seus 75 anos, a Biblioteca Nacional e a Academia Brasileira de Música lançaram, respectivamente, os livros Ricardo Tacuchian e sua Obra, Catálogos e notas biográficas (E. Higino e V. R. Peixoto, organizadoras. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2014), e Ricardo Tacuchian e o Violão (Humberto Amorim, Rio de Janeiro: ABM, 2014). Sua Discografia alcança mais de 100 fonogramas em cerca de 50 diferentes CDs, inclusive gravações lançadas nos Estados Unidos, além das antigas gravações em LP (vinil). Dentre as posições que já exerceu destacam-se as de Professor Titular da UFRJ e da UNIRIO, Professor Visitante da State University of New York at Albany e da Universidade Nova de Lisboa, Consejero del Centro de Estudios Brasileños de la Universidad de Salamanca,  bolsista da Capes, CNPq, Other MindsAppolon Stiftung, Fulbright Commission e da Rockefeller Foundation. Tacuchian regeu o maior conjunto instrumental de toda a história da música brasileira: uma banda com dois mil instrumentistas (Rio de Janeiro: Praça da Apoteose, 15/12/1985). Foi Regente Titular da Orquestra da UNIRIO (2002-4) e, em 2004, regeu, na cidade do Porto, um concerto coral sinfônico, todo ele dedicado à sua própria obra.

Tacuchian foi eleito, em 1981, membro da Academia Brasileira de Música, da qual foi Presidente em duas ocasiões. É também membro da Academia Brasileira de Arte.

 

SERVIÇO:

Dia 7 de julho, sábado – Lançamento do CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”
Local: Espaço Guiomar Novaes - Sala Cecília Meireles

Intérpretes: pianistas Miriam Grosman e Ingrid Barancoski

Horário: 16 HORAS
Ingressos: R$10.00 e R$ 5.00

Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro
Informações:  (21) 2332-9223

Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site www.ingressorapido.com.br

 

Programa:

SERGIO ROBERTO DE OLIVEIRA
BRASILEIRO                                                                                              
PRELÚDIOS TIJUCANOS                       
Alto da Boa Vista
Amendoeiras   
III. O Céu e o Balão Azul
ATONAS
RICARDO TACUCHIAN  
ERNESTO NAZARETH NO CINEMA ODEON
A BAILARINA
A bailarina e o jardineiro  
A bailarina e o motorista 
III. A bailarina e o mendigo
A bailarina e o médico
A bailarina e o mágico   
A bailarina e o poeta
VII. A bailarina e o pescador
VIII. A bailarina e o alpinista
A bailarina e o pintor
Felipe e a bailarina
LE TOMBEAU DE ALEIJADINHO

 

 

CD “O Piano de Sergio Roberto de Oliveira e Ricardo Tacuchian”
Gravadora: A Casa Discos
Distribuição nacional: Tratore
Preço médio: R$30,00

 

 

Fábio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145
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Prelúdio 21 promove concerto gratuito dedicado ao piano, neste sábado, 30/06, na Cinelândia

Foto: Marcos Lucas

O concerto deste mês do grupo de compositores Prelúdio 21 será dedicado ao piano, somente com obras escritas para o instrumento. Em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, o concerto com entrada gratuita será neste sábado, dia 30 de junho, às 15h, convidando com o intérpretes os pianistas Ingrid Barancoski, Thalysson Rodrigues e Rachel Paixão. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês. No programa, as obras “Massas” (Neder Nassaro; pianista Rachel Paixão), “October 8” (Caio Senna; pianista Caio Senna), “Atonas” (Sergio Roberto de Oliveira; pianista Ingrid Barancoski), ” As Quatro Estações” (Marcos Lucas) e “Intermitências IV” (José Orlando Alves) e ” Tocata” (Alexandre Schubert; pianista Thalysson Rodrigues).

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea

Foto: Julia Ronai

em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

 

SERVIÇO:
30/06 – sábado – Prelúdio 21 promove concerto com obras para piano
Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
Programa:

Tocata Alexandre Schubert
piano, Thalyson Rodrigues
October 8 Caio Senna
piano, Caio Senna
Intermitências IV J. Orlando Alves
As Quatro Estações Marcos Lucas
Atonas Sergio Roberto de Oliveira
piano, Ingrid Barankoski
Massas Neder Nassaro
piano, Rachel Paixão

 

Fábio Cezanne
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Rodica faz show do CD “Blues in My Blood”, na terça-feira, 19 de junho, no CCJF, no Centro

Antropóloga e pronfunda conhecedora das interfaces entre a música negra americana e brasileira, cantora se apresenta com a banda Blues Groovers, resgatando o soul, blues e o groove de Hownlin’ Wolf, John Prine, John Lewis Parker, Bill Whiters, dentre outros

 

Foto: Tim Filho

 

Na terça-feira, dia 19 de junho, o palco do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia, no Centro, ficará pequeno diante da importância do resgate musical, mais precisamente no que concerne “à” história de matizes negras do blues, folk e soul. A cantora Rodica vai apresentar pérolas deste cancioneiro americano, acompanhada pela banda Blues Groovers, interpretando canções de seu último CD “Blues in my Blood”, de autores como Hownlin’ Wolf, John Prine, John Lewis Parker, Bill Whiters, J.B. Lenoir, Chris Smither, Anthony Newley e Leslie Bricusse, dentre outros. Originalmente de Boston (EUA), a cantora é uma estudiosa da música popular norte-americana e tem se destacado no cenário musical não apenas por sua pesquisa na área cultural, mas também por sua originalidade como uma intérprete de voz inconfundível.  Além de ser cantora, ela também é antropóloga, o que se reflete na natureza de suas pesquisas; ela está sempre atenta para os contextos nos quais surgem as diversas expressões musicais.

Foto: Cecília Pederzoli

O repertório do show e do CD “Blues in my Blood” nos remete a uma jornada que revela as várias ramificações do blues, no seu diálogo com outros gêneros musicais como o jazz, o country, folk e soul.  Mostra também a riqueza da tradicão do blues, que consegue interagir com outras vertentes sem, no entanto, perder suas origens. No CD, Rodica reuniu um time respeitável de músicos brasileiros para acompanhá-lá num rico e instigante repertório.  O álbum contou com diversas participações especiais – como os integrantes do Julio Bittencourt Trio, o cantor e percussionista mineiro Sérgio Pererê e o cantor carioca Ricardo Werther.

RODICA

Foto: Guarim de Lorena

A partir de 2001, Rodica formou duas bandas em Belo Horizonte e iniciou um trabalho que tinha como objetivo principal demonstrar as várias manifestações da música afro-americana, desde os spirituals e canções de trabalho, chegando ao blues e ao jazz.  Tem se apresentado regularmente em casas de shows e teatros de Belo Horizonte e do interior de Minas Gerais, no circuito SESC de São Paulo e participado de importantes eventos e festivais do gênero. Vale destacar a participação da cantora nos seguintes festivais: Festival de Jazz (Governador Valadares – MG – 2005 & 2015), Festival de Blues de Ibitipoca, MG (2006 & 2009), Festival de Blues e Jazz (Campos, RJ – 2007), Festival “Tudo é Jazz” (Ouro Preto, MG – 2008), SESC Blues & Jazz Festival (Barra Mansa, RJ – 2009), Festival de Jazz & Blues de Shopping Barra Garden (RJ, RJ – 2010), Savassi Festival de Jazz (Belo Horizonte, MG – 2010), Festival de Inverno de Itabira (Itabira, MG – 2010), Festival de Inverno de Perdões, MG (2010), Penedo Blues Festival (Penedo, RJ – 2010 & 2011), 1 Pensador Blues Festival (Curitiba, Paraná – 2010), Canoa Blues Festival (Canoa Quebrada, Ceará – 2013), Petrópolis Jazz & Blues Festival (Petrópolis, RJ – 2013).

Em agosto de 2009, Rodica mudou-se para o Rio de Janeiro, onde tem conseguido ampliar seu leque de parcerias musicais e dar continuidade aos seus trabalhos.  Atualmente trabalha com Julio Bittencourt Trio (SP) e Blues Groovers (RJ) em dois formatos de show bem distintos.

Nos últimos anos, a intensificação de seus estudos sobre as interfaces entre a música negra norte-americana e a música brasileira tem promovido, naturalmente, uma mudança importante na carreira musical da artista.  Há seis anos, em parceria com o cantor e compositor Sérgio Pererê (MG), Rodica vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa que relaciona a música de matriz negra produzida no Brasil, em suas múltiplas manifestações, com as canções dos trabalhadores/as afro-americanos/as do início de século XX. Um dos frutos desta pesquisa é a criação do show “Rosário de Peixes: Um Encontro inusitado entre o blues de raiz e a música afro-brasileira”, que teve sua estréia no Palácio das Artes- Sala Juvenal Dias em junho de 2007 (BH/MG). Foi também uma das atrações da 7° Edição do Festival Internacional de Jazz de Ouro Preto – Tudo é Jazz 2008, quando teve a participação especial do violonista e compositor Gilvan de Oliveira.

Em julho de 2009, Rodica lançou seu primeiro disco, o CD “Do Mississipi ao São Francisco”, que apresentou ao público os resultados de sua pesquisa desenvolvida ao longo destes anos.  O CD apresenta canções de sua autoria e parceiros, além de canções tradicionais afro-americanas chamadas de “spirituals”, a expressão mais originária do blues. Este álbum conta com participações especiais do gaitista e cantor paulista Vasco Faé, do cantor e percussionista Sérgio Pererê e da cantora Titane, ambos artistas  de Minas Gerais.

No Rio de Janeiro Rodica firmou parceria com o Blues Groovers e partiu para uma nova frente de trabalho, que teve como resultado seu segundo CD: “Blues in my Blood”, lançado em 2012.

Serviço:

19 de junho, terça-feira – Rodica faz show de relançamento do CD “Blues in my blood” no CCJF
Hora: 19 horas
Ingresso: R$ 40,00 (R$ 20,00 - meia legal)
Faixa Etária: Livre

Endereço: Avenida Rio Branco, 241 - Cinelândia
Tel.: 3261-2550
(Bilheteria aberta no dia do show, a partir das 16 horas.)
Aceita dinheiro e cartão de débito no dia do show, na bilheteria.


site: www.rodica.com.br 

www.myspace.com/rodicablues

 

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Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi homenageiam Tom Jobim, dia 15 de junho, sexta-feira, no Teatro Ipanema

Foto: Gabriel Grossi

Sue Ann, Tem Jazz, Borzeguim e Mojave são alguns dos clássicos que serão interpretados pela orquestra e gaitista

A obra de Tom Jobim será revisitada de forma bem peculiar através do encontro da Orquestra de Sopros Pro Arte com o gaitista Gabriel Grossi, no dia 15 de junho, sexta-feira, no Teatro Ipanema. Os timbres da Orquestra de Sopros em comunhão com a gaita vão promover uma combinação musical diferenciada através da apresentarão de algumas obras-primas do maestro revestidas com arranjos originais, como Sue Ann, Tema Jazz e Mojave entre outras, além de temas dos diretores musicais Raimundo Nicioli e Lourenço Vasconcelos e dos músicos Kiko Horta, Marcelo Caldi e Thiago Pires.

Foto: Gabriel Grossi

Este encontro especial teve início em dezembro de 2017 no palco o próprio Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, com grande sucesso. Com direção musical de Claudia Ernest Dias, Raimundo Nicioli e Lourenço Vasconcelos, a Orquestra de Sopros da Pro Arte vem realizando importantes apresentações e homenagens, ao longo de quase três décadas de existência.

O SOPRO DA EDUCAÇÃO E DA RENOVAÇÃO

Em 1989, um grupo de crianças e jovens estudantes de música dos Seminários de Música Pro Arte, no Rio, se reuniu sob a batuta das professoras de flauta, Tina Pereira e Claudia Ernest Dias. Tina Pereira, nascida em São José dos Campos, fez especialização em Educação Musical em Salzburg, Áustria e queria aplicar o método aprendido no Instituto Orff. Começou então a usar as canções da MPB como material didático. Nasciam ali os Flautistas da Pro Arte, que fizeram sua primeira apresentação no Paço Imperial, homenageando Dorival Caymmi.

De tão envolvente, pioneiro e proveitoso, o trabalho consolidou-se rapidamente como prática artística e educativa e em poucos anos contava com um grande número de pequenos músicos desenvolvendo seus dotes pelos caminhos da extraordinária riqueza da Música Popular Brasileira.

Além da prática dos vários instrumentos de sopro, o grupo desde o princípio já aprendia também a cantar, dançar e se movimentar no palco. Os projetos se sucederam, homenageando compositores como Caymmi, Chico Buarque, Villa-Lobos, Radamés, João Bosco, K-Ximbinho, Lamartine, Ary Barroso, Noel Rosa e muitos outros.

Em 2004, o projeto contava 70 integrantes e a diretora Tina Pereira resolveu dividir o grupo em dois, criando, portanto, os Flautistas da Pro Arte (herdeiro do nome do projeto), onde permaneceram os alunos mais novos, e a Orquestra de Sopros da Pro Arte, formado pelos integrantes mais velhos.

Tendo sempre à frente Tina Pereira, Claudia Ernest Dias e Raimundo Nicioli, o novo grupo teve sua estreia com o espetáculo “A Bênção, Baden!” na Sala Cecilia Meireles, palco nobre da música no Rio.

 

Serviço

Orquestra de Sopros Pro Arte e Gabriel Grossi

Local: Teatro Ipanema
Data: 15 de junho, sexta-feira
Horário: 21h

Endereço: Rua Prudente de Moraes, 824 - Ipanema (metrô Praça Nossa Senhora da Paz)

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Faixa etária: Livre

Telefone: (21) 2267-3750*
*A bilheteria e o teatro  abrem 1h antes do espetáculo, às 20h.

 

Apresentação no Youtube: https://youtu.be/9bIpL2TIJG4

 

 

Fábio Cezanne
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